Sua empresa tem um plano para continuar existindo depois de você? A maioria dos empresários brasileiros nunca faz essa pergunta em voz alta — até que uma crise de sucessão, uma doença súbita ou uma disputa entre herdeiros a faz por eles, no pior momento possível.
Neste livro, Joel Fernandes e Felipe Fernandes — pai e filho à frente do Conselho Veríssimo, empresa de governança e sucessão para empresas familiares brasileiras — reúnem décadas de experiência prática implementando conselhos consultivos em distribuidoras e indústrias de médio porte. Não é teoria acadêmica. É o retrato de empresas reais que passaram (ou não passaram) pela transição entre gerações, com nomes, números e decisões que podem ser aplicadas amanhã.
Você vai encontrar aqui: por que sucessão bem-feita é impossível sem governança, e por que governança completa exige um plano de sucessão desde o primeiro dia; o papel do conselho consultivo como "segunda opinião" profissional para decisões que, dentro de casa, ficam contaminadas por emoção; casos reais de famílias empresárias que profissionalizaram a gestão sem perder o controle; e um caminho prático para começar — mesmo que sua empresa nunca tenha tido um conselho antes.
Este não é um livro para ler e guardar na estante. É um ponto de partida para uma conversa que sua empresa provavelmente está evitando.
Engenheiro especialista em marketing, educador em governança corporativa e autor de quatro livros sobre empreendedorismo e estratégia empresarial. Fundador e presidente do Conselho Veríssimo, especializado na implantação de conselhos de administração e processos de sucessão em empresas familiares de médio porte em todo o Brasil. Com mais de 30 anos de experiência, ex-consultor do SEBRAE/SC. Acredita que toda empresa familiar merece uma sucessão bem feita — e que essa crença tem que virar estrutura.
Co-fundador do Conselho Veríssimo. Atua diretamente na implantação do Conselho Veríssimo Método do Presidente em empresas de médio porte em todo o Brasil. Trouxe para este livro a voz de quem está na linha de frente todos os dias — e a urgência de quem sabe que o tempo entre "ainda tem tempo" e "era tempo" é menor do que parece.