"De forma alguma estou preocupado com o que as pessoas pensam, estou preocupado com o impacto nos jovens, como isso limita a quantidade de pessoas geniais nas ciências e tecnologias. As pessoas podem pensar o que quiserem “tomar banho de chapéu, ou esperar Papai Noel”. O problema é quando isso começa a limitar nosso progresso científico." (pp. 19-20)
"O que torna o poema universal é a dor que nos une como humanos, por isso a psicologia consegue ser universal, como a física com suas leis simples e aplicáveis na terra e no paraíso." (p. 7)
“Everything around you that you call life was made up by people that were no smarter than you” Steve Jobs, (p. 15)
"Sempre acreditei nisso, presenciei muitas situações em que outras habilidades se sobressaíam de forma importante em relação a um alto QI" Igor Paiva Leite, Bolsistas CAPES (Oficial), Facebook, divulgação do livro
Tenho procurado várias formas de aprender online, de usar bem as redes sociais. Algo que achei legal foram as sondagens; basicamente, todas a redes sociais possuem essa opção, sendo as do Facebook™, ao meu ver, as mais “quentes”, “pelando”.
Vamos usar uma sondagem online como objetivo de discussão.
Apesar de pontos levantados sobre essas sondagens, acho que se for usado com atenção, não querer cruzar a linha de conclusões, pode ser uma excelente forma de refletir sobre um assunto dado; não tente fazer uma festa com o presidente com “vinho cantinho da serra”. É isso que vamos fazer nesta obra. Vamos refletir sobre uma sondagem online que fiz, sem aclamar que seja precisa, sem aclamar que os números em se representam a realidade
Possível contribuição para a literatura
Posso ter descoberto uma ilusão coletiva: a ilusão do gênio como melhor pesquisador
Durante essa obra, tentei empurrar em vocês, talvez não com as ferramentas mais adequadas, a tese de que: genialidade em termos de QI não é o requisito mais importante para sucesso no meio acadêmico.
Seria genialidade um desejo mimético, uma ilusão coletiva?
Em parte, não, por que não podemos virar Einstein, pelo menos não que eu saiba, que tenha conhecimento. Mas podemos desejar, e quando não conseguimos, desistimos; isso gera frustação, isso gera desistência prematura e infundada.
Parte da contribuição que gostaria de deixar com essa obra não é para pesquisadores experientes, apesar de que acho que mesmo mestrandos e doutorandos poderiam se beneficiar, pessoas atingem a maturidade em tempos diferentes. Eu como exemplo somente comecei a estudar comunicação e inteligência emocional depois do primeiro pós-doutoramento, onde vi que precisa aprender essas habilidades, algumas falamos nessa obra.
Gostaria de influenciar principalmente estudantes de ensino médio, ou mesmo fundamental, a seguirem a carreira acadêmica, para o bem de todos, da sociedade brasileira, mas com os valores corretos. Essa obra procurou apresentar, mesmo que de forma incipiente, carente de mais estudos, os traços importantes para um bom pesquisador. Não somente apresentar, dentro dos limites de uma sondagem de Facebook, mostrar o que pesquisadores atualmente na ativa pensam. Seria como, na minha imaginação: jovem pesquisadores mandam uma mensagem aos potenciais pesquisadores,
"QI não é o mais importante, aqui vai algumas sugestões do que você pode trabalhar para aumentar suas chances de sucesso. O melhor de tudo, todos os traços podem ser trabalhados, cultivados".
“O poder é de vocês!” Capitão Planeta
Recursos em testes neste Kindle
Comentários coletados de interações online, dos grupos de Facebook, de bolsistas: CAPES(Oficial), FAPERJ, e CAPES;
Baseado em
Qual é o traço mais importante de um pesquisador? cai por terra a ideia de QI alto
https://bit.ly/3KyOM0o
+1.000 acessos e vários comentários nos grupos de bolsistas!
Top 0.1% Academia Edu, por várias semanas, 01/07/22. Atualmente Top 0.5% há varias semanas, 05/09/22.
Venho escrevendo e ensinando modelagem de sistemas biológicos para leigos desde o doutorado, onde lancei alguns cursos locais, na Universidade de L’Aquila, onde fiz meu mestrado e doutorado. Desde então, tenho alimentado um canal do YouTube, blogs e outras formas de disseminar conhecimento e discussões, com um forte enfoque online.
Sou literalmente apaixonado por biologia, matemática, programação, e qualquer coisa que faça meu cérebro funcionar!
Possuo um doutorado pela Universidade de L’Aquila/Itália, reconhecido no Brasil pela Universidade de São Paulo (USP) em bioinformática. Fiz 2 pós-doutorados, um pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e outro pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Também fiz um mestrado duplo pela Universidade de L’Aquila e Técnica de Gdansk/Polônia; minha graduação é pela Universidade Federal de Ouro Preto em Engenharia de Produção.