Quando, em junho de 2013, Edward Snowden revelou que a Agência de Segurança Nacional norte-americana havia espiado milhões de pessoas, incluindo chefes de Estado, descobriu-se que ninguém havia escapado a esta operação de espionagem, nem mesmo Jorge Mario Bergoglio ou os cardeais que haviam eleito o novo Papa.Nada de novo para as organizações de serviços de informação dos Estados Unidos, que sempre consideraram o Vaticano, com a sua densa rede de relações diplomáticas, uma das principais e mais fiáveis fontes de informação sobre o que se passa em todo o mundo. Ou seja, um Estado cujo peso político em assuntos internos de outros países tem sido inversamente proporcional ao seu tamanho.Neste livro, Eric Frattini mostra como as agências norte-americanas, e a CIA em particular, têm registado, estudado, recolhido informação e comentado os movimentos e declarações de todos os papas, desde Pio XII até Francisco. A partir da análise de mais de 300 documentos – telegramas, cartas ou documentos de arquivo classificados como «confidenciais», «secretos» ou «privados» –, são percorridos mais de trinta anos de política da Santa Sé, destacando-se os momentos e os movimentos a que os Estados Unidos dedicaram mais atenção.Um documento rico e detalhado sobre o trabalho dos agentes e analistas da CIA que confirma que o pequeno Estado dominado pela cúpula de São Pedro tem sido, para o serviço de inteligência norte‐americano, um dos mais intrigantes e misteriosos Estados do planeta.
El libro negro del Vaticano recoge el punto de vista de la CIA sobre las posiciones de la Santa Sede en diversos asuntos internacionales que abarcan desde 1944 hasta nuestros días, desde el pontificado de Pío XII al de Francisco.
Esta obra demuestra claramente que, además de dirigir la doctrina católica, el Vaticano ha influído en la política de las naciones y por lo tanto se ha convertido en una importante fuerza política.
«Todos los caminos llevan a Roma» dice la tradición, y analizando los acontecimientos políticos y diplomáticos de los últimos seis papados, está cada vez más claro que todos los caminos, desde 1939, llevan al «Vaticano».
Este poder e influencia llevó a la CIA a convertir la Santa Sede, los papas, cardenales, obispos y demás funcionarios eclesiásticos, en «objetivos» susceptibles de ser espiados porque, como dijo un día el famoso cazanazis Simon Wiesenthal, «el lugar mejor informado del planeta es sin duda el Vaticano», y la Agencia Central de Inteligencia lo sabe.

El libro negro del Vaticano contiene más de 300 documentos bajo clasificación de «Secreto», «Alto Secreto» y «Restringido»: cables, mensajes e informes de la Ofi cina de Servicios Estratégicos (OSS), del Cuerpo de Contrainteligencia (CIC) del Ejército de los Estados Unidos y de la CIA, en los que se revelan por vez primera incómodos asuntos vaticanos demasiado «secretos» y que abarcan los papados de seis Sumos Pontífices, Pío XII (1939-1958), Juan XXIII (1958-1963), Pablo VI (1963-1978), Juan Pablo II (1978-2005), Benedicto XVI (2005-2013) y Francisco (2013-).
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