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A MAUAD Editora lança a nova edição do maior clássico sobre o futebol no Brasil: O Negro no Futebol Brasileiro, do jornalista Mario Filho, que empresta o seu nome ao maior estádio do mundo, o Maracanã. Esta é a 5a Edição de uma obra conhecida por aplausos unânimes. Retornando ao mercado após nove anos de ausência, esta edição traz um Caderno Especial com a trajetória de Mario Filho, assinada pelo neto e jornalista Mario Neto, com fotos e perfis de alguns dos primeiros craques negros e mulatos do futebol brasileiro, com o texto assinado pelo historiador Gilberto Agostino. Este Caderno chega ao final com a história da imagem da capa, do artista plástico Rebolo, que também foi jogador de futebol, e que mostra pioneiramente na arte brasileira uma cena de jogadores em campo: o negro driblando o próprio Rebolo, que se auto-retrata.Bem cuidada, com apuro nos detalhes – ao ponto de trazer reconstituído, como no original, o prefácio de Gilberto Freyre à primeira edição (de 1947), no qual havia lapsos – (supressões de palavras em dois parágrafos) desde a segunda edição (de 1964), a 5a Edição traz ao público todo o percurso da obra. Assim, nada foi retirado em relação às edições anteriores: além do prefácio de Gilberto Freyre, o texto das orelhas da segunda edição, de Édison Carneiro, o das orelhas da terceira edição (1994), de João Máximo, e mesmo a apresentação do editor da terceira edição podem nela ser encontrados.Objetivando também atingir um público universitário, a MAUAD Editora prepara-se para divulgar esta 5a Edição nas salas de aula, com vistas a levar ao conhecimento da nova geração o estilo magistral de Mario Filho: bem-humorado, objetivo e direto, como um grande contador de histórias. Mesmo num tema como o deste livro, que trata do indisfarçável racismo contra o negro nos primórdios do futebol brasileiro, ele consegue uma leveza e uma envolvência características dos grandes escritores. Esta edição traz o texto de orelhas assinado pelo historiador Francisco Carlos Teixeira Da Silva, professor na UFRJ e idealizador e coordenador do Laboratório de Estudos do Tempo Presente (IFCS/UFRJ), e prefácio do cientista político Luis Fernandes, professor na PUC-Rio e UFF, que situa a obra de Mario Filho “no mesmo plano dos grandes textos interpretativos da formação social brasileira, como Casa Grande e Senzala, de Gilberto Freyre, Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, e Os Donos do Poder, de Raymundo Faoro.”
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