Ebooks

'Undeniably brilliant' - Guardian

'The funniest writer in Britain today' - GQ

'A Hello Kitty-type brand dominating the global economy and bringing governments to heel feels chillingly plausible' Herald Scotland

Mox and Mitsu are Supercute. They founded the global business Supercute Enterprises as teenagers, armed only with a phone, a collection of their favourite cuddly toys and a love of all things kawaii. Thanks to them, the Supercute aesthetic is now a way of life.

In a world dominated by massive conglomerates, Supercute has continued to grow bigger and more powerful, morphing from an entertainment company to a ruthless organisation fighting for their right to the world's water.

Now Mox and Mitsu face a choice. In a world that is tearing itself apart, who will win in the battle for ultimate control - and where will Supercute draw the line . . .

Readers LOVE Martin Millar:

'A bit like falling into Bladerunner via a manga cartoon. Like everything by Martin Millar it's both funny and sad.' Amazon review, verified purchase

'One of the funniest books ever written' Amazon review, verified purchase

'Oh my goodness, how I WISH it were real! Amazing, easy to read piece of fiction which will stay with me for a long time' Twitter user

'Superb, hilarious, heartwarming, brilliant. A work of genius' Amazon review, verified purchase

'I strongly recommend this book to anyone interested in Cyberpunk' Goodreads review

'Sex, drugs and anarchy reign - definitely not your average fairy tale!' Amazon review, verified purchase

'A very British strain of understated comedy . . . a finely honed sense of absurdist whims . . . delightful' Amazon review, verified purchase

'As always, Millar aligns himself with life's eccentrics, misfits and innocents in the struggle against politicians, military leaders, financiers and other idiots' Amazon review, verified purchase

'Had me laughing out loud on the tube' Amazon review, verified purchase

'Five Star Fab! Buy it, borrow it, steal it - but DO read it' Twitter user

“A madcap tale reminiscent of the complex, riotous comedies Aristophanes wrote” from the author of The Good Fairies of New York (Library Journal).
 
With his rival playwrights hogging all the local attention and his own festival sponsor conspiring against him—withholding direly needed funds for set design and, most importantly, giant phallus props—Aristophanes is watching his latest comedic production dissolve into chaos.
 
Wallowing in one inconvenience after another, Aristophanes is unaware that the Spartan and Athenian generals have unleashed Laet, the spirit of foolishness and bad decisions, to inspire chaos and war-mongering in Athens. To counteract Laet’s influence, Athena sends Bremusa, an Amazon warrior, and Metris, an endearingly airheaded nymph (their first choice was her mother Metricia, but she grew tired of all the fighting and changed back into a river).
 
Dashing between fantastical scenes of moody and meddlesome gods, ever-applicable political debates in the senate, backstage scrambling for the play, and glimpses of life in Ancient Greece, Martin Millar delivers another witty and comical romp for readers of all ages.
 
“A comedy that is by turns rambunctious, satirical and bittersweet . . . big-hearted, funny bordering on daffy and far cleverer than it initially seems.” —The Guardian
 
“Make no mistake, it’s tough to write this directly, this simply, and yet still make your readers think anew about why war is rubbish and love is ace. A wonderful book.” —SPX Magazine
"Merece juntar-se ao restrito panteão dos grandes romances de rock." ( The Times ) Glasgow, 1972. Todos os garotos legais da cidade estão na fila para comprar ingressos para o show do Led Zeppelin. No céu, um zepelim vai se aproximando. Os seus passageiros – Jimi Hendrix, Janis Joplin e Hank Williams – acreditam que vale a pena deixar o paraíso para assistir a um show da maior banda de rock do mundo. Até as fadas são fãs. Enquanto isso, os jovens (e nerds) Martin e Greg têm uma imaginação fértil. Quando não estão combatendo as Monstruosas Hordas de Xotha, estão competindo pela atenção da popular (leia-se: inalcançável) Suzy. Mas ela não vai abrir mão de Zed, o garoto mais cobiçado da escola, para ficar com algum dos dois nerds, não é mesmo? Mesmo assim, com o Led Zeppelin a caminho, a sensação é de que tudo pode acontecer. Este é um livro que vai conquistar todos que já foram adolescentes um dia, e que já enfrentaram o dilema de se verem apaixonados pela garota inatingível. Mais do que isso, é um livro de memórias que consegue transmitir, de modo emocionante, a sensação de assistir ao show da sua banda favorita. Sabe aquele show inesquecível, o melhor da vida? Os sentimentos misturados – ansiedade, alívio, satisfação plena... Impossível não se relacionar com isso. Martin Millar acertou em cheio! Suzy, Led Zeppelin e Eu leva os leitores a uma viagem pela angustiante e atrapalhada juventude de Martin, quando o Led Zeppelin foi tocar em Glasgow e abalou as estruturas do mundo de Millar; mas também passeia pela sua vida adulta, não menos angustiante e atrapalhada, quando ele aprende algo que não pode ser questionado: o amor pode machucar o seu coração, mas o Led Zeppelin nunca vai decepcioná-lo. ........................ "Sou fã do seu trabalho há quase 20 anos." ( Neil Gaiman ) "O escritor britânico mais divertido dos dias atuais." ( Revista GQ ) "Millar é um Nick Hornby mais temperado e dono de um humor gentil." ( Fabio Massari ) "Captura perfeitamente a verdadeira essência de um show de rock'n'roll." (Kerrang! ) "Tão gratificante quanto um disco clássico de 35 minutos." ( The Times )
"INEGAVELMENTE BRILHANTE." [ THE GUARDIAN ] Dinnie é o pior violinista de Nova York. Certo dia, Heather e Morag, as fadas mais sem noção da Escócia, entram voando pela janela de seu apartamento e vomitam no seu tapete. Banidas do seu país e brigando sem parar entre si, elas criam confusões inimagináveis ao mesmo tempo que tentam resolver seu maior problema: elas querem voltar para casa! Esse é o ponto de partida de As boas fadas de Nova York, que pode ser tudo menos um típico livro de fantasia. O autor britânico Martin Millar consegue montar uma história maluca e intrigante, que envolve choques culturais, uma garota com doença de Crohn que tenta completar um alfabeto de flores, brigas de rua entre fadas chinesas, ganesas e italianas, o fantasma de um rock star em busca de sua guitarra perdida, doses consideráveis de whisky e a possibilidade assustadora de uma guerra entre as fadas do Velho e do Novo Mundo. O renomado escritor Neil Gaiman (autor da série de HQs Sandman e do romance Deuses Americanos, entre outros) afirma na sua introdução: "Quando o li pela primeira vez, presumi que não teria que esperar muito antes de As Boas Fadas de Nova York virar um musical da Broadway, ou mesmo um filme, tipo Shrek para adultos. Isso ainda não aconteceu devido à, sou forçado a concluir, falta de imaginação dos produtores da Broadway e da relutância das pessoas de Hollywood em gastar centenas de milhões de dólares em Morag e Heather, em Dinnie e Kerry. Eu não entendo nem um pouco essa relutância. Também não entendo a razão pela qual Martin Millar não é tão exaltado quanto Kurt Vonnegut, tão rico quanto Terry Pratchett, tão famoso quanto Douglas Adams. Mas o mundo é cheio de mistérios." A edição brasileira foi traduzida por Leonardo B. Scriptore, da banda de rock alternativo Twinpine(s), e a capa conta com uma ilustração/colagem da artista Silvana Mello, um dos grandes nomes da arte contemporânea brasileira. Nas palavras de Neil Gaiman, "este é um livro para cada violinista que, tocando um antigo tema escocês, pulou de cabeça em "I Wanna Be Sedated",dos Ramones, quando percebeu que era exatamente isso o que a música folclórica queria dizer. É um livro para cada menina com o cabelo tingido em casa e asinhas de fada que não consegue se lembrar mesmo do que aconteceu ontem à noite. É um livro para pessoas de qualquer tamanho e formato que gostam de ler bons livros."
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