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Vou contar umas histórias tal qual me foi contada por alguém que a ouviu de seu pai, que por sua vez, a ouviu de seu pai e assim por diante, pois era assim que se passavam os contos e histórias que giram por mais de seiscentos anos de boca a boca de pai para filho, de avô para neto, assim por diante. Alguns contos, até por mais de milhares de anos. E hoje eu venho te contar para que se perpetue em nossa mente e no seu coração e te digo que este você pode contar a vontade para os filhos, netos e sobrinhos. Pois são contos divinos no sentido de nos entreter e levar-nos aos tempos passados através da nossa mente. Faz-nos sonhar acordado. Pode ser que nos velhos tempos os sábios e os estudiosos apreciassem bem mais que hoje, pode ser que só os mais simples, nos tempos de hoje venham apreciar esta leitura. Que tem cruzado por séculos e eras e aqui está para o seu deleite caro amigo leitor. Não estou aqui, por causa de fama, gloria, ou honras, por que toda, honras e glorias pertencem ao Senhor Deus criador de todas as coisas nos céus e na terra. E só a Deus toda honras e glorias. E por mais que eu viva neste mundo tudo aqui deixarei um dia, mais cedo ou mais tarde. Mas sim para lhes trazer o prazer dos tempos antigos, que os pais ao cair à noitinha. Reunia-nos junto à mesa após o jantar para ouvir os contos ou causos. Que hoje chamamos de histórias ou estórias. Mais importa que sempre fosse motivo de ansiedade, pois, ficávamos esperando então na nossa época de criança. “A noite chegar”. Passavam-nos ensinamentos através dos contos. De sorte também que sempre era motivo de aconchego, com papai e mamãe. Sentados por uma hora ou mais, e nós ali, quietinhos para escutar como deveríamos ser bons, e amigos, educados e solidários, mais também muito cuidado, devemos ser prudentes, pois quando a oferta é demais até o santo desconfia. Mas deveríamos ser sempre atencioso com os que nos rodeiam. Pois se veem em nossa casa devem ser tratado, como á reis, e se nos procuram é porque gostam da gente. Não importando quem seja. Se rico ou pobre se feio ou bonito. Não importando nunca a cor. Líamos à Bíblia e orávamos todos juntos agradecíamos a Deus por mais um dia. E depois íamos dormir. Ah!... Bons tempos aqueles. Onde o fio de bigode era o contrato. A amizade era venerada como a um tesouro muito precioso. Como as pessoas eram muito mais importantes do que a televisão, filmes ou aparelho de som, com o volume alto, as nossas famílias, que num passado recente ainda acreditavam, em “fidelidade”, “amor”, “contos de fadas” e que a felicidade maior, ainda estava, na família reunida, e unida. Porque para mim enquanto houver um Deus no céu, uma só família na terra ainda há esperança, para este planeta. E o sonho não acabou. O planeta terra contínua em frente. Pois de um só homem Deus fez toda a humanidade. Um quebra costela de três voltas e até o próximo livro que já deve estar saindo, “lembrete todos os meus livros são voltados para a família, e crianças de sete e até os “jovens” de cem anos”, Sem restrições,para trazer prazer em grupos e a união. De seu contador de contos e história Luís Carlos. E ai, vamos; deleitar com a leitura deste livro feito só para você?!...
Em 1969, a Junta Militar escolheu o novo presidente: o general Emílio Garrastazu Médici. Seu governo seria considerado o mais duro e repressivo do período, conhecido como “anos de chumbo”. A repressão à luta armada crescia e uma severa política de censura era colocada em execução. Jornais, revistas, livros, peças de teatro, filmes, músicas e outras formas de expressão artística foram censuradas. Professores, políticos, músicos, artistas, jornalistas e escritores eram investigados, presos, torturados ou exilados. O DOI-Codi (Destacamento de Operações e Informações e ao Centro de Operações de Defesa Interna ) atuava como centro de investigação e repressão do governo militar. E nós, garotos dos anos 70, vivendo no bairro do Jaçanã, subúrbio paulistano, sonhávamos com uma terra onde poderíamos cantar e brincar sem ter medo das ”baratinhas”, fusquinhas pintados de laranja escuro e preto com o brasão das armas da polícia militar nas portas. 1973 foi um grande ano dentro da melhor década já vivida. Intensa, cheia de descobertas e, mesmo reprimidos pelo governo militar, tínhamos muito mais liberdade do que temos hoje. Esse tempo maravilhoso foi o palco para mais este romance. O autor usou seu próprio passado, os amigos, fatos, casos e o local onde passou a década de 70 como fundo para esta estória. João Pedro, doze anos. Filho de um casal normal e amoroso se vê com uma surpresa estranha naquelas férias de julho 73. Seus pais, Odete e Lauro Novelli resolvem adotar um menino seis meses mais novo que o filho. Fernando Barros chegou tímido, mas possuía um segredo: a morte dos pais e do irmão que ele jurava ainda estar vivo. João e Fernando se juntam para solucionar o mistério da morte dos pais e, entre as noites estudando documentos furtados por Fernando, também tinham tempo para estarem na fogueira na esquina da pracinha da Rua Sete e Rua Doze, bem em frente à casa de João Pedro e do graveto. Convido você à retornar a 1973 e viver este romance numa narrativa até hilária na visão de um garoto de doze anos. Os Garotos de 1973 irá emocionar e mostrar como era poética e doce a década de 70.
Após um longo período em busca da felicidade, um homem encontra o que acredita ser, o lugar perfeito para criar a pequena filha e ser feliz. Para ganhar o sustento, este inicia o trabalho de lenhador em uma madeireira no Amazonas que explora indiscriminadamente, a abundante riqueza vegetal do lugar. Tudo vai bem até que em um dado momento, o lenhador começa a inquietar-se com perguntas para as quais não consegue encontrar respostas, da filha, que tenta compreender o porquê das mudanças que observa à sua volta, a cada dia, onde o que era verde e habitado por animais silvestres passa, aos poucos, a tornar-se um lugar árido e sem vida. Ao perder-se acidentalmente quando seguia um serelepe faminto, enquanto tentava alimentá-lo, a garotinha encontra um arbusto solitário, um jovem pinheirinho poupado para o natal e único sobrevivente de um massacre ecológico comandado pelo pai da menina, ao fazer com que seus impiedosos machados e motosserras levassem ao chão toda a família do pequeno membro das coníferas. A pureza de espírito infantil permite à garotinha, comunicar-se com o arbusto e a compreender um pouco de seu mundo e através dessa amizade, a menina descobre que apesar de serem de gêneros diferentes, são ambos seres vivos, com similaridades e anseios comuns entre os dois. O encontro inesperado com o cativante personagem, promove uma sensível alteração no comportamento da menina, despertando ainda mais, seu interesse por aspectos ecológicos, e a partir deste encontro, outros se seguem, fazendo com que cresça uma grande amizade entre os dois, capaz de mudar o destino da pequena família. Embora a menina mantenha segredo sobre a sua nova amizade, seu comportamento é percebido pelo pai e o amor pela filha faz com que o lenhador passe a rever seus conceitos. Este passa, aos poucos, a perceber que suas pequenas ações de respeito à natureza tornam a filha mais feliz e isso o induz a empenhar-se na sua preservação. Mas este tem pela frente um grande desafio, o de convencer o patrão, um homem bom, mas de caráter irredutível, a aceitar suas ideias preservacionistas. O patrão, habituado ao convívio com grileiros, fazendeiros, atravessadores e todo o tipo de pessoas com interesses opostos ao ecológico, mostra-se cético e relutante a seguir outro caminho, diferente do habitual. O conflito gerado entre a sobrevivência e seus novos ideais faz com que o lenhador busque um ponto de equilíbrio, que leve a felicidade com a filha e a uma paz de espírito, culminando em episódios emocionantes e desfechos surpreendentes contados nesta história.
Arthur era apenas um garoto que morava com a avó, Tom vivia com a mãe e ti-nha medo de tudo na vida, Gui era um jovem que guardava tudo para si e não compartilhava seus problemas pessoais e Hally tinha medo de nunca ser boa o bastante em nada que fizesse. O que esses quatro amigos não sabem é que eles são a chave para salvar o mundo. Os mundos. Todos eles! Um antigo inimigo ressurge na Terra de Almar. Um mundo paralelo ao nosso, um mundo, que como o nosso, já sofreu com guerras, pragas e catástrofes naturais e esse inimigo foi responsável por grande parte de todos esses sofrimentos. Após grandes guerras e milhares de vidas destruídas ele foi derrotado, mas agora res-surgindo das sombras ele quer vingança e não apenas daqueles que o destrona-ram, mas também de todos os que influenciaram a sua queda. Almar não basta mais e ele irá atrás de muito mais. O nosso mundo. Assim esses quatro jovens irão embarcar nessa aventura, guiados por Arverardo e Sofia por essa estranha nova terra, em busca das únicas coisas que podem der-rotar o inimigo novamente e talvez assim salvar os dois mundos de sua ira. Com a morte em seu encalço e poderes inimagináveis brincando com seus desti-nos Arthur e seus amigos descobrirão que possuem um papel de destaque nos acontecimentos vindouros e que o destino de muitos estará sobre seus ombros. E em meio a todos esses estranhos acontecimentos eles irão descobrir que a ami-zade e a coragem podem significar a diferença entre a vida e a morte. E no final acabarão sabendo muito mais sobre si mesmos e suas reais origens e também sobre a verdadeira história deste e daquele mundo. A história que nunca nos foi revelada.
Embarque em uma aventura que começou logo após o segundo dilúvio. O clima mudou. A imensidão de gelo dos polos derreteu. O avanço tecnológico acabou. Como nos tempos bíblicos de Noé, todos navegam em um mundo inundado por chuvas intensas. Esta é uma aventura pelos lugares fantásticos do mundo, para todos aqueles que admiram as obras de Julio Verne e Hergé (As Aventuras de Tintin) Na busca constante por terra firme um menino órfão aos poucos se perde de todos aqueles que o protegiam. A possibilidade de chegar à mítica Terra dos Canais, que até então era apenas uma ponta de esperança, tornou-se real quando recebem novas instruções de um veleiro branco que regressa para lá. A irmã mais velha do menino, Catarina, assim como outros companheiros de viagem, foram divididos em embarcações diferentes. Catarina acompanharia os doentes que precisam chegar mais rápido para obter atendimento médico. Os dois irmãos prometem se reencontrar no porto da Terra dos Canais. Contudo, as regras dessa cidade nas águas mostram-se duras e cruéis para aqueles que ali aportam. A permanência ou é negada ou é muito curta para quem não tem nada a oferecer em troca de um chão para pisar. O menino é obrigado a fugir pelas ruas alagadas daquela cidade estranha. Está completamente só. Precisa sobreviver enquanto tenta encontrar Catarina. Quando seu caminho cruza com os membros de uma religião proscrita que operam escondidos na Terra dos Canais, ele é obrigado a fugir novamente. Escapa de uma forma tão espetacular que sabe que ninguém ali jamais esquecerá. Tem a forte sensação de não poder mais voltar nunca mais para aquela cidade que começava a gostar. Perdido no mar novamente, descobre um cargueiro à deriva. Não há nenhum tripulante a bordo, navega como um barco fantasma. Encontra, nos três porões do cargueiro, as respostas, e mais perguntas, sobre todo aquele mundo de tormentas que o cerca.
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