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Paulo Henrique Amorim, um dos mais influentes jornalistas brasileiros contemporâneos, ao completar 50 anos de carreira profissional nos mais importantes órgãos de imprensa e TV do país (Globo, Veja, Jornal do Brasil) reúne em livro meio século de atividade profissional com tudo aquilo que as notícias nunca deram: o lado de dentro do jornalismo e do poder. O quarto poder - uma outra história é um livro de memórias e um livro de história: a história pouco conhecida dos meios de comunicação no Brasil desde os primórdios, no período Vargas, passando pela criação e pelo apogeu da Rede Globo, a partir do governo militar, e incluindo os bastidores de grandes momentos da história contemporânea (ditadura, período de transição, governos Sarney, Collor, FHC e PT) - além de encontros reveladores com os principais nomes da mídia e do poder que fizeram e desfizeram a história recente do país e os bastidores dos episódios mais marcantes (Plano Cruzado, Plano Collor, negociação da dívida externa, Plano Real, debate eleitoral Collor x Lula...), até os dias de hoje. Qual era o salário do Boni no auge do seu poder na Globo? Como Roberto Marinho se relacionava com o governo de turno em Brasília (e vice-versa)? O que Paulo Francis tinha de mais ácido além de seu estilo? Quem inventou o PiG (Partido da Imprensa Golpista), Carlos Lacerda ou a Folha de S.Paulo? Os ministros da Economia eram escolhidos em Brasília ou no Rio? O modelo da mídia brasileira segue o padrão americano, europeu ou nenhuma das alternativas? É possível (ou desejável) regulá-lo (democratizá-lo)? Paulo Henrique Amorim é dono de uma memória, de um estilo e de um cabedal de informações de bastidores que, juntos, fazem de O quarto poder - uma outra história um livro ao mesmo tempo muito sério e nada sisudo. A história recente do país e da imprensa brasileira jamais serão as mesmas.
Escrever é verbo transitivo. Escreve-se para o leitor. Contemporâneo, ele vive no século XXI. Tem à mão livros, jornais, revistas, rádio, TV e o universo sem fim da internet. As 24 horas do dia são insuficientes pra abarcar tanta informação. Resultado: os textos longos, exibidos, cheios de erudição caíram de moda.
As novas tecnologias revolucionaram a escrita e a leitura. Econômicas mensagens eletrônicas ganharam espaço e prestígio. Os esbanjadores verbais têm de se conter e se curvar ao estilo moderno. Nele imperam duas regras de ouro. Uma: menor é melhor. A outra: menos é mais.
Como chegar lá? Ninguém precisa inventar nada. Nem abdicar da norma culta. A língua oferece os recursos para quem quer algo mais do que escrever. Quer escrever melhor – dar recados claros, concisos e prazerosos. Com humor, este livro apresenta o passo a passo do dizer muito com pouco.
Na primeira parte, comentamos as várias línguas que falamos e escrevemos. Entre elas, a culta, ensinada nas escolas e exigida em provas, concursos e na vida profissional. Também a das salas de bate-papo, em que imperam as abreviaturas, as trocas de letras, a invenção de códigos.
Nas duas partes seguintes, convocamos o metro e a tesoura. Um fica de olho na extensão de palavras e frases. A outra toma providências cirúrgicas – corta. Na última, 300 diquinhas de português em até 140 caracteres jogam luz sobre velhos calos da língua – crase, concordâncias, regências, etimologias, grafias espinhosas.
Livrar-se deles abre portas. A língua culta funciona como passaporte para a liberdade. Conhecendo-lhe as manhas, podemos escolher, brincar e entrar na onda das novas mídias. Dad Squarisi.
Nos dez anos de atividades como enviado especial e correspondente no exterior para as maiorias dos maiores jornais italianos e para a RAI, Marco Lupis encontrou-se de perto com muitos protagonistas do nosso tempo.
Neste livro, que reúne os encontros mais relevantes da sua carreira, falam não apenas tantas ”celebridades” da nossa época - prêmios Nobel, chefes de Estado, estrelas do rock e top models - mas também, e principalmente, mulheres e homens corajosos que na luta pela injustiça e no exercício do poder usado para fins errados, dedicaram as suas vidas totalmente.

Cinquenta personagens que, com título variado, fizeram a história da segunda metade do século vinte (o ”Século Breve”), vistos de perto nas entrevistas exclusivas realizadas pelo repórter Marco Lupis nos decênios de atividades como enviado especial e correspondente da América Latina e do Extremo Oriente para os maiores Jornais e emissoras italianas: Il Corriere della Sera, Panorama, L`Espresso, La Repubblica e a RAI.
Uma viagem através dos testemunhos dos protagonistas da cultura, da política e da arte dos últimos decênios, da estrela do rock Peter Gabriel ao compositor Franco Battiato à top model Claudia Schiffer; do Subcomandante Marcos à líder birmanesa e prêmio Nobel Aung San Suu Kyi; da colombiana Ingrid Betancourt ao presidente argentino Menem, do Prêmio Nobel japonês Kenzaburo Oe ao chinês Gao Xingjian ao Nobel da Paz Ramosh Orta.
Um olhar de vez em quando dramático ou leve, sempre pontual e aprofundado, através das vozes dos protagonistas dos grandes temas dos nossos tempos: a guerra, a liberdade, a luta contra a injustiça, a busca da verdade na política, na literatura, na arte ou no cinema.

PUBLISHER: TEKTIME
Esta obra, mais do que colocar em pauta a realidade do novo sistema de comunicação e informação que é a internet, e o novo suporte, que é a própria web, discute os efeitos dos novos mo- dos de produção sobre as práticas midiáticas anteriores à rede. A linguagem considerada em sua multimodalidade, preocu- pação comum de todos os capítulos deste livro, é propriamente o que aproxima e distancia a rede dos sistemas de comunicação tradicionais é a linguagem reformulada da web que vai abrir margem para novas práticas narrativas, para novos modos de leitura e escrita, para novas realidades interacionais. Com seis artigos, propomos discussões críticas acerca das rotinas digitais da mídia como um todo e do jornalismo em particular. Apesar de muitas transformações, essas ainda, de al- guma forma, reproduzem práticas de textualização jornalística dos antigos meios, deixando inexploradas certas potencialida- des deste mundo hipertextual. Com o mesmo espírito crítico, buscamos compreender o que pode ter mudado nos modos da produção-escrita e da produção- leitura em rede e ainda sugerimos o esquema das mônadas aber- tas para pensar o que seria a textualização jornalística na web.Diz-se que, ante novos objetos empíricos, analistas devem ter o cuidado de reformular seus pontos de vista teóricos, sem, no entanto, volatilizar os conceitos. Compreendemos que a rede trouxe regozijos teóricos além do que uma postura cautelosa po- deria supor. Recorrendo à velha dualidade, não se trata de culti- var posturas apocalípticas, mas é bom ir com calma em relação à recepção festiva com que foi recebida a comunicação digital. Os autores trabalham com novas teorias da comunicação e do jornalismo, e com disciplinas auxiliares como a Análise do Dis- curso. O leque de análises é bem extenso: novas formas de orga- nização textual, a produção da narrativa em rede, questões refe- rentes às narrativas jornalísticas, a escrita e a leitura em rede. A publicação é o resultado de pesquisas e participações em congressos que contaram com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais.
Nos tempos de “Fake News” e nulidade ética da grande mídia a obra A Imprensa e o Dever da Verdade mostra-se totalmente atual, uma obra de fôlego investigativo em torno da ética e das questões relativas à liberdade de imprensa. As teses de crítica à imprensa defendidas por Rui Barbosa expõem a tradição do modelo opinativo de imprensa, suporte utilizado por ele para defender posicionamentos argumentativos e programáticos, a exemplo da defesa voltada para a qualidade editorial dos jornais.

Para Rui Barbosa, “a imprensa é a vista da Nação. Por ela é que a Nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam, percebe onde lhe alvejam, ou nodoam, mede o que lhe cerceiam, ou destroem, vela pelo que lhe interessa, e se acautela do que a ameaça”. É por isso que a corrupção da imprensa pelos governantes na República oligárquica adquire para Rui Barbosa um aspecto condenável e, mais que isso, criminoso (uma forma de peculato).

Penetrou os aspectos éticos da ação oficial, com o governo subornando jornais, através de “recursos diabólicos”. 


Defendeu o dever de informar sem omissões, fixando critérios éticos que, se pudessem vingar, fariam da imprensa o escudo em que a sociedade se resguardaria da mentira oficial e se prepararia melhor para reformar o Estado, colocando-o em condições de servir a comunidade não aos governantes. 


A Imprensa e o Dever da Verdade foi uma conferência com dois objetivos: chamar a atenção da comunidade para a responsabilidade dos meios de comunicação coletiva e contribuir para os serviços de assistência social e educacional prestados por entidades particulares. A conferência ocorreu na Bahia, em 1919, revertendo toda renda para a manutenção do Abrigo dos Filhos do Povo de Salvador.  Rui Barbosa não pôde proferir a conferência, por motivo de doença, mas posteriormente, foi visitar a entidade, quando lhe foi prestada comovente homenagem.

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