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O amor é uma das manifestações mais genuinamente humanas: é sentimento (na figura da sensação provocada pelo ser amado) como também pensamento (resultante da compreensão do indivíduo acerca de seu próprio estado amoroso). O amor, inicialmente único, paradoxal, completo, hermético e sem qualquer importância para os outros, por meio da poesia, expõe seus contornos mais belos (e, por que não, trágicos?) permitindo aos leitores experimentarem a identificação com o escritor: desse modo, a poesia se transforma numa genuína ponte de comunicação entre os seres humanos. Nesse livro, explora-se o liminar entre o êxtase de amar e a dor do amor não concretizado. Afinal, a poesia é exteriorização de um desejo, sua realização sublimada: as palavras impronunciáveis que se remodelam na forma de arte. A obra é composta por 60 poemas escritos entre 2010 e 2012, que versam sobre o amor e seus desdobramentos mais imediatos como solidão, dor, felicidade e arrebatamento. Em diversas ocasiões, remete-se à mitologia grega, estabelecendo paralelos e releituras entre deuses e o ser amante, divinamente amaldiçoado. Referências diversas, de óperas a esculturas, permitem estabelecer diálogos com outras manifestações artísticas. E, não menos importante, trabalha-se com as múltiplas interpretações que podem surgir do uso da língua para racionalizar o sentimento amoroso. Dessa forma, essa coletânea de poesias procura explorar a universalidade do amor, permitindo que o leitor possa reconhecer nos versos, o reflexo da sua própria concepção e experiência amorosa.
Perfeita e bonita formatação, navegação funcional entre as partes da obra, ilustrado. Formato Epub3.


* Lançamento da 1. Edição Junho/2015


- Texto revisado e conforme novo acordo ortográfico de 2009. 

- Inclui biografia ilustrada do autor, com análises e críticas por contemporâneos 


Esta é a coletânea definitiva de poesias de Machado de Assis, além de trazer suas conhecidas coletâneas, traz ainda a coletânea exclusiva da LL Library "Poesias Avulsos" que reúne todos os poemas de Machado que foram publicados em jornais e periódicos diversos nunca antes reunidos em um único volume. Segue abaixo a lista das coletâneas e seus poemas: 


CRISÁLIDAS (1864) 

* MUSA CONSOLATRIX 

* VISIO 

* QUINZE ANOS 

* STELLA 

* EPITÁFIO DO MÉXICO 

* POLÔNIA 

* ERRO 

* ELEGIA 

* SINHÁ 

* HORAS VIVAS 

* VERSOS A CORINA 

* ÚLTIMA FOLHA 

* LÚCIA 

* O DILÚVIO 

* FÉ 

* A CARIDADE 

* A JOVEM CATIVA 

* NO LIMIAR 

* ASPIRAÇÃO 

* CLEÓPATRA - Canto de um escravo 

* OS ARLEQUINS 

* AS ONDINAS - (Noturno de H. Heine) 

* MARIA DUPLESSIS 

* AS ROSAS 

* OS DOIS HORIZONTES 

* MONTE ALVERNE 

* AS VENTOINHAS 

* ALPUJARRA 

* EMBIRRAÇÃO 

* POSFÁCIO - CARTA AO DR. CAETANO FILGUEIRAS 


FALENAS (1870) 

* FLOR DA MOCIDADE 

* QUANDO ELA FALA 

* MANHÃ DE INVERNO 

* LA MARCHESA DE MIRAMAR 

* SOMBRAS 

* ITE, MISSA EST 

* RUÍNAS 

* MUSA DOS OLHOS VERDES 

* NOIVADO 

* A ELVIRA 

* LÁGRIMAS DE CERA 

* LIVROS E FLORES 

* PÁSSAROS 

* O VERME 

* UN VIEUX PAYS 

* LUZ ENTRE SOMBRAS 

* LIRA CHINESA 

* UMA ODE DE ANACREONTE 

* PÁLIDA ELVIRA 

* PRELÚDIO 

* VISÃO 

* MENINA E MOÇA 

* NO ESPAÇO 

* OS DEUSES DA GRÉCIA 

* CEGONHAS E RODOVALHOS 

* A UM LEGISTA 

* ESTÂNCIAS A EMA 

* A MORTE DE OFÉLIA 



AMERICANAS (1875) 

* POTIRA 

* NIÂNI (HISTÓRIA GUAICURU) 

* A CRISTÃ-NOVA 

* JOSÉ BONIFÁCIO 

* A VISÃO DE JACIÚCA 

* A GONÇALVES DIAS 

* OS SEMEADORES 

* A FLOR DO EMBIRUÇU 

* LUA NOVA 

* SABINA 

* ÚLTIMA JORNADA 

* OS ORIZES (FRAGMENTO) 

* CANTIGA DO ROSTO BRANCO 


GAZETA DE HOLANDA (1886) 

* Ao todo são 48 poesias, numeradas e classificadas conforme data de publicação na "Gazeta de Notícias". 


OCIDENTAIS (1901) 

* O DESFECHO 

* CÍRCULO VICIOSO 

* UMA CRIATURA 

* A ARTUR DE OLIVEIRA, ENFERMO 

* MUNDO INTERIOR 

* O CORVO 

* PERGUNTAS SEM RESPOSTA 

* TO BE OR NOT TO BE 

* LINDÓIA 

* SUAVE MARI MAGNO 

* A MOSCA AZUL 

* ANTONIO JOSÉ 

* ESPINOSA 

* GONÇALVES CRESPO 

* ALENCAR 

* CAMÕES 

* JOSÉ DE ANCHIETA 

* SONETO DE NATAL 

* OS ANIMAIS ISCADOS DA PESTE 

* DANTE 

* A FELÍCIO DOS SANTOS 

* MARIA 

* A UMA SENHORA QUE ME PEDIU VERSOS 

* CLÓDIA 

* NO ALTO 


O ALMADA (1910) 


POESIAS AVULSAS (1855-1939) 

+ 109 poemas.

(Lista de poemas: http://www.amazon.com.br/Poesias-Avulsas-Ilustrado-Biografia-%C3%8Dndice-ebook/dp/B00KMJAUI6)



*** Conheça a Série "Obras Completas de Machado de Assis":

* Romances de Machado de Assis - Obras Completas [Ilustrado, Notas, Biografia com Análises e Críticas, Resumos e Estudos de Cada Obra] - Dom Casmurro, Brás Cubas, Quincas Borba e outros - Vol. I

* Contos de Machado de Assis - Obras Completas [Ilustrado, Notas, Biografia com Análises e Críticas] - Vol. II 

* Poesias de Machado de Assis - Obras Completas  [Ilustrado, Notas, Biografia com Análises e Críticas] - Vol. III 

* Crônicas de Machado de Assis - Obras Completas  [Ilustrado, Notas, Biografia com Análises e Críticas] - Vol. IV 

* Teatro de Machado de Assis - Obras Completas  [Ilustrado, Notas, Biografia com Análises e Críticas] - Vol. V 

* Críticas de Machado de Assis - Obras Completas  [Ilustrado, Notas, Biografia com Análises e Críticas] - Vol. VI 

* Textos Dispersos de Machado de Assis - Obras Completas [Ilustrado, Notas, Biografia com Análises e Críticas] - Vol. VII

 Antônio é um personagem de um romance que ainda está para ser escrito e que, entre um chope e outro, despeja frases e desenhos em guardanapos no bar que frequenta. Pedro Gabriel é autor da página Eu me chamo Antônio, no Facebook e no Instagram, que reúne as divagações e os rabiscos de seu alter ego. Antônio pertence à ficção e conquistou mais de 1 milhão de seguidores na internet. Pedro, por sua vez, consolidou seu espaço na literatura com dois best-sellers: Eu me chamo Antônio (2013) e Segundo (2014). Em Ilustre Poesia, seu terceiro livro, fantasia e realidade colidem. Criador e criatura dialogam por meio de palavras e ilustrações.


Desta vez, Antônio procura escapulir do confinamento nos quadradinhos de papel dos guardanapos e ganhar a liberdade. Ao mesmo tempo, Pedro Gabriel explora galáxias, as profundezas do mar e os confins da terra em textos de prosa poética que podem ser lidos como uma espécie de correspondência com o personagem. O senso de humor, a irreverência e o gosto pelos trocadilhos são compartilhados pelo personagem e seu poeta.

 A relação entre Pedro Gabriel e Antônio começou há quatro anos no balcão do Café Lamas, um dos mais tradicionais do Rio de Janeiro. Pedro costumava passar as noites tomando chope e escrevendo em guardanapos com caneta hidrográfica. Um belo dia, ocorreu-lhe a ideia de fotografar suas criações e compartilhá-las no Facebook. O sucesso foi imediato. Em poucos meses, ele havia se transformado numa verdadeira celebridade da internet.

MAIS OUTRO RELEASE BRADOCKIANO UNIVERSAL: - Dando continuidade a guadrilogia mais um livro perdido, vem átona uma terceira criação; das profundezas da mente e do coração cria-se o terceiro livro gótico/oculto Bradockiano sobre poesia gótica onde o espiritual transfixa o plano real, oculto literal, antigas e novas personagens do universo fantasmagórico das madrugadas e feiras Caruaruenses... Como uma força estática no centro... Está: "O Bradockianismo digital" Tudo isso e aquilo habita neste terceiro livro Bradockiano: O leitor viajará por três histórias bizarras de um tal de; 'RÁDIO 13', habitado por maus espíritos, que quando cai a noite disseminam mentiras e agonias dores e tristezas até o sol nascer. 'O VAMPIRO DE MELÂNINA', levará a átona um vampiro viciado não em sangue, mas em pele negra. 'O DEMÔNIO DA PAREDE', sugador dos mais ocultos segredos e ouvinte mais voraz das conversas alheias. 'A PORTA ENTREABERTA dará ao LEITOR ou LEITORA a certeza de sempre deixar a porta fechada ou aberta totalmente mas jamais entreaberta. 'A SOMBRA QUE ME OLHA PELA FRESTA DA PORTA' novamente dará plena percepção ao nobre LEITOR, que as portas são verdadeiros portais espirituais. A trilogia: 'O ESPELHO OVAL' fará a LEITORA pensar duas vezes ao se auto contemplar em frente ao oval espelho. Mais três episódios que se passa em: 'O FUNDO DO QUINTAL' mostrará ao LEITOR ou a LEITORA cientes que o fundo do quintal definitivamente não é um local para brincadeiras. O LEITOR também irá constatar em ' O MANISFESTO BRADOCKIANO: I, II, III, IV, V, VI, VII uma literatura oculta mas revolucionária espiritualmente falando. 'A CATITA DE BOTAS revelará ao LEITOR e LEITORA uma heroína de verdade lutando ou enfrentando adversários sobrenaturais em prol do ordenamento da cidade. 'A POESIA DE UM BAR' embriagará a LEITORA e o LEITOR nas veredas da poesia de guardanapo na mesa de um bar. Em suas duas partes: 'A BONITONA E OS TRẼS DEDOS' submerge toda a dor e prazer do amor. Boa leitura!
Enfim chegamos ao quarto trabalho gótico/oculto poético Bradockiano Universal "O FANTASMA DE UMA MULHER - 4o LIVRO BRADOCKIANO SOBRE POESIAS GÓTICAS" onde acreditamos que o leitor já esteja familiarizado com os três volumes anteriores 1o, 2o & 3o livros Bradockiano sobre poesias góticas... Da quadrilogia: POESIA GÓTICA + livro BRADOCKIANO PERDIDO... Este é o: "BRADOCKIANISMO DIGITAL" (O Egrégora tecnológico) Com ectoplásmicas personagens obscuras e transparentes que levarão o LEITOR & a LEITORA ao fundo da literatura mais oculta, nua, crua, com um refinado humor negro e sem jogar areia nos olhos dos seguidores de:"A GRANDE LITERATURA BRADOCKIANA UNIVERSAL": Iram F. Rodrigues "Bradock" poeta e escritor gótico/ocultista: Também mostrará aos LEITORES/SEGUIDORES (AS) histórias sobre outras histórias, levando a uma leitura macro social e dos seus agentes sob o sistema e os seus subsistemas infectados por ignorância e desinformação alegorias sobre seres existentes e não existentes, fantasmagóricos, 'envultados' e assombrados que confrontam a sociedade através de uma subliminar mensagem engajada para uma real e possível descriminalização das drogas psicoativas como mostra a série: "O OCULTO ENTORPECIDO" com treze poemas & as cinco poesias da série: "POESIA OCULTA" intitulada de: "O CEMITÉRIO DAS BAGAS ESQUECIDAS"... - Além de "A VOLTA DO VAMPIRO DE MELANINA" toda a sensualidade e a sexualidade do "O PRESÍDIO DAS VAMPIRAS CHUPA-CHUPA", a psicodelia mágica de "A MULHER DO ESPELHO", toda a sedução do "UMA VIAGEM AO FUNDO DO CINZEIRO", o leitor fantasma e oculto da série: outras poesias, a depressão de "UMA MULHER PARA JAYRO", o inferno astral que vem de dentro do "GUARDA ROUPA MAL ASSOMBRADO DENTRO DO MEU QUARTO","O CACHIMBO DA MEIA NOITE", o pede pede infinito do; "OS FANTASMAS MENDIGOS DE FUMAÇA", a regressão a outros tempos, épocas, momentos, com "OS FANTASMAS E A MÁQUINA DO TEMPO", a aparição mágica, oculta e súbita do célebre detetive "Cherlock Holmes"...
“Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos”, organizada pelo ex-professor, escritor, poeta, jornalista e blogueiro Elenilson Nascimento, traz uma coletânea com os melhores versos oriundos da internet de uma geração de autores sem mídia. Poemas populares, rurais, eruditos, simples, ácidos, iconoclastas e complexos escritos por homens e por mulheres que oferecem um panorama da atual poesia brasileira, sob a óptica da contemporaneidade e da qualidade. Essa antologia reúne versos essenciais e inesquecíveis que marcam e ajudam a decifrar o sentido do caos da brasilidade. A seleção rigorosa de Elenilson nos permite uma interessante visão dessa geração de autores que atravessa esse conturbado século. Jhe Oliveira, ator da minissérie global “Gabriela”; Fernando Diamantino, do filme “Heleno”; Eduardo Scott, vocalista da banda Camisa de Vênus; os músicos Fabio Shiva, Rebeca Matta, Carlos Barros, Mimì De Maio, além de Bernardo G. B. Nogueira, AJ Cardiais, Wanderley Montanholi, Daniel Matos, Eliane Silvestre, Marco Fugga, Aldenora Cavalcante, Di Freitas, Giselle Galvão, Alessandro Uccello, Carola Maria Marques de Castro, Francisco Marengo, Alexandre Leão, Ivan de Almeida, Diego Sant’anna, Alexandre Paiva, Deborah Dornellas, Leandro Malungu, Alfredo de Morais, João Carlos Freitas, Ana Beatriz Mendes, Marco Kipman, Anna Carvalho, Leo Pirão, Antonio Cabral Filho, Edimarcio William, Elizabeth Caldas, Elmo Férrer, Kelly McCartney, Glaucio Cardoso, Jair Fonseca Martins, Leonardo Grossi Alvarenga, Karina Araújo, Lucélia Muniz da França, Marcio Rufino, Patrícia Mendes, Renata Rimet, Rosely Maria Selaro, Vânia Coimbra, Rodrigo Perini, Vinni Corrêa e Maria Pimentel estão entre os poetas selecionados de uma das melhores antologias de poesia brasileira dos últimos tempos.
O livro de Germano Gonçalves é autobiográfico, no qual o eu lírico e o narrador se prendem estritamente ao autor, não podendo separá-los, precisamos entender que muitas informações na obra não são referenciadas devido ao fato de estarem no imaginário do autor, atrelado a diversas fontes que excedem ao de fontes comprovadamente confiáveis, construindo um senso crítico próprio e próximo do que a periferia permite ais seus. O autor quebra barreiras entre a história e sua interpretação dela, expondo suas opiniões de forma distinta e baseadas nas suas próprias experiências. O livro se mantém muito próximo do desejado e idealizado pelo autor, mesmo que com algumas alterações editoriais extremamente necessárias , garantindo ao autor a sua realização pessoal no produto final. O fato de ser autobiográfica, a obra fala da história de muitos de seus leitores desta obra. Devido a isto, ainda há momentos “metapoéticos”, pois possui poesias versando sobre poesia. E podemos identificar em alguns textos um tom motivacional, que se dirige a quem escreve e quem virá a escrever, incentivado estes autores à trilhar o caminho da literatura. Devido ao fato de ser fã de Raul Seixas, a capa é inspirada em um álbum do cantor. Raul nõa se restringe a inspirar somente a capa, como podemos encontrar pelo livro muitas frases suas compondo a obra de seu discípulo. Em uma resenha feita sobre o livro caseiro que Germano carregava até então, Elielson nos diz: “Germano se desnuda na obra em suas mãos. Ao terminar a leitura, parece que já o conhecemos de longa data. Ele faz uma excelente crônica da periferia. Veterano das quebradas, fala de um tempo em que eram comuns as rodas em torno da fogueira e a garrafa de vinho Natal passando de mão em mão. No violão mais uma do Raul. O cantor é fundamental na vida de Germano Gonçalves, e sua principal influência em termos de visão de mundo e estética. O gosto pelo rock, a inquietação diante das injustiças e uma visão um tanto difusa sobre as desgraças do povo vêm do velho Raul.” Antonio Elielson Leite É historiador, programador cultural e coordenador do Programa de Cultua da ONG Ação Educativa. Além da estética e das temáticas de Raul Seixas, o poeta traz a sua experiência com o RAP e o Hip Hop, onde se encontrou e se deixou levar para a literatura, caminhando ainda hoje dentro deste movimento cultural tão próprio das periferias. Há a crítica social relacionada ao seu meio e direcionada em alguns momentos às autoridades. Dos temas do cotidiano ao que se refere à artes literária, o autor acaba mostrando a sua libertação da margem social para um local que vai além de se incluir na sociedade, ele busca mostrar que é um “ex-excluído”, mas nunca se equipara negativamente ao alienado burguês atual, e nem mesmo àqueles que estão no topo da pirâmide social. Ama a poesia e as escreve bem, tente ler em voz alta e perceberá que o trabalho vai além da rima. É um autor quando escreve poesia e outro quando escreve prosa. O livro traz algumas destas últimas, na segunda parte. Digo prosa devido ao fato de ser um conjunto de textos que vai além de um gênero próprio como conto ou relato, temos estes dois e mais alguns tipos. A poesia é escrita em verso livre e as prosas são escritas em mente livre. Este livro já vem sendo divulgado antes mesmo de a Editora SoMaDi existir, e agora nós presenteamos os leitores com a obra de Germano, apreciem-na, assim como a vida de um escritor que é um ex- excluído até mesmo da sociedade literária.
Quem foi Arthur Rimbaud? Se não o grande notável jovem a qual formavam palavras alquímicas para a sua época? Ele sentia as palavras desenhava, cheirava e a até mesmo colocava as cores nelas, de grande argúcia e grande bagagem própria e cultural suprema para o seu tempo... A qual chamaram a atenção de grandes nomes daquela época. Vendo aqui a formação neste livros em que pessoas as quais se dedicam calmamente para escrever as suas poesias, ainda que desafiadas ao requinte de fazer uma poesia com 170 Caracteres parece-me no entanto um desafio a ser cumprido, tais essências que buscadas pela vela e fogo e papel e pena tenhamos ao nascimento a “Alquimia do Verbo” conforme o próprio poeta Arthur Rimbaud tenha citado em seu primeiro e único livro, pois se meditarmos, não é a demasia em criar vários livros com requintes de técnicas e palavras maçantes e retorcidas com estética para se ter uma grande obra assim desejada pelos grandes intelectuais. Arthur se provou mais do que isto... ele conquistou não só criar o seu próprio estilo, mas criou uma linguagem, uma transmutação perfeita das palavras, saindo uma única gota perfeita de seu livro ... a alquimia das palavras realizada. Hoje não é diferente, em nosso tempo , crianças, jovens e velhos tendes ainda criado e não esquecido pela massa moderna, que a poesia não pode ser apenas algo de julgo material ou ganha pão, mas que pode transformar as pessoas ao lerem uma poesia a qual expressam os sentimentos da vida e no interior da alma ela está sendo desenhada no papel para que outros de sensibilidade alcançada possam se alimentar e degustar e aprender que estes poetas que podem e conseguem criar este elo poético. Fico feliz que muitos poetas ainda neste tempo compartilhem de suas escritas para a humanidade, pois estamos deixando um legado, assim como os nossos contemporâneos os deixaram. Agora estamos fazendo parte deste livro, estamos praticamente dentro da historia... Se um dia interpretarmos como “Alquimistas do Verbo” chegamos a conclusão no tocante a humanidade conseguimos almejar as almas com sede de poesias, pois para os poetas o sangue é a poesia...
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