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A ABERTURA DA TERCEIRA ViSÃO:

Par Dr. Douglas M. Baker.

O cérebro humano é um computador de valor incalculável que trabalha com perfeição, quase em silêncio! Nenhum de nós utiliza todo o potencial desse instrumento extraordinário, mas todos nós possuímos um "gatilho" secreto para ativar o seu mecanismo.


Chamado de "Terceira Visão" na linguagem do ocultismo, esse "gatilho" pode liberar uma carga de energia psíquica capaz de estender a compreensão a novas dimensões, de acelerar ou retardar o tempo como o conhecemos em nosso planeta e atingir cem por cento de integração da personalidade.

O Dr. Baker revela como o poder da Terceira Visão deriva das glândulas pineal, pituitária e carótida, aliadas a "turbilhões" de energia conhecidos como chakras ou centros de força. Há sete destes centros no corpo humano, localizados na base da espinha dorsal, no plexo solar, no baço, no coração, na garganta, na testa e no alto da cabeça.

Cinco técnicas seguras de excitar a Terceira Visão são explicadas neste livro: Elas têm sido praticadas pelo autor "sem problemas e com muitos benefícios por mais de 20 anos". Em nossa condição atual só conseguimos observar a superfície externa do planeta, manifestada em forma gasosa, líquida e sólida. Somos completamente ignorantes a respeito de estados mais sutis da matéria existentes por baixo dessas aparências exteriores. Mas a Terceira Visão revela todas as estruturas ocultas à visão comum. "Isto significa que qualquer um poderá acompanhar o cupim em ação dentro de um móvel aparentemente sólido; ou, mais construtivamente, os órgãos internos do homem poderão ser observados e todos os tipos de doença que os aflijam imediatamente reconhecidos, com os conseqüentes benefícios de grande monta para o progresso médico."

A telepatia é uma realidade e existe na relação entre todos os seres vivos, desde os ovos que comprarmos no supermercado até às plantas de nossa casa, e obviamente incluindo os seres humanos e animais em geral, os quais, devido a uma ausência de programação cultural e linguistica, são muito mais sensíveis que os seres humanos a tais experiências, as quais muitos de nós geralmente nem percebemos. Pois, embora seja verdade que um cão possa ser treinado a ir buscar um certo objeto quando aprender a reconhecer o som da palavra que o identifica, na larga maioria dos casos, o cão identifica a imagem que projetamos mentalmente ao verbalizar a palavra.

É importante conhecermos este fenômeno, pois ele mexe com o nosso subconsciente a todo o momento e a toda a hora. De acordo com Carl Jung, o sincronismo é um fenômeno ligado a processos do inconsciente, no qual as camadas mais profundas do inconsciente do homem repousam no inconsciente coletivo, estrutura comum a todos os homens e em que toda a experiência é partilhada. Por outras palavras, é o património coletivo da humanidade que intervém no inconsciente individual, nomeadamente, nos sonhos, delírios, contos, mitos, e até mesmo religiões.

Em alguns casos, este fenómeno mostra-se mais visível. O explorador Vuilleminot, viveu longos meses no meio dos aborígenes da Austrália, cujo modo de vida é do tipo neolítico, e observou que aí a telepatia era uma prática corrente, uma comunicação habitual. Por outro lado, e de acordo com A. E. Talbert, para as Forças Armadas dos Estados unidos, é indispensável saber se a energia emitida por um cérebro humano pode influenciar, a milhares de quilómetros, um outro cérebro humano. A amplificação desse fenómenos poderá também fornecer um novo meio de comunicação entre os submarinos e a terra firme, e um dia talvez até entre naves que viajem no espaço interplanetário e a Terra.

Em síntese, e de acordo com Webster, a telepatia “é a comunicação de sentimentos ou impressões entre pessoas afastadas umas das outras”, podendo no entanto, e de acordo com Sybil Leek, ser resumida como “a comunicação de impressões de toda a espécie de uma mente a outra, independentemente dos canais dos sentidos que se conhecem”. Neste sentido, as possibilidades que tal prática nos permite, quando conscientemente utilizada, incluem uma influência positiva na nossa psique, bem como o aumentar da nossa consciência de modo pratico.

Ao longo da minha vida conheci inúmeras pessoas afetadas pela depressão e o sofrimento profundo, bem como atormentadas ou possuídas por demónios. Embora a minha primeira reação tenha sempre sido a de medo e de repulsa, não podia negar a mim mesmo a minha própria humanidade, e era incapaz de recusar as ajudar quando em contacto comigo. Uma vida inteira dedicada a dezenas de religiões diferentes certamente encaminhava tais almas para mim, por provavelmente ser a última esperança destas.

Quanto pedimos a Deus por ajuda, essa ajuda realmente vem. Mas Deus não age diretamente, e por isso muitas pessoas que sofrem não podem ver de que modo já estão, em tempo presente, a receber a resposta às suas preces. Essa resposta surge frequentemente através das pessoas que conhecemos, e essa foi uma mais significativas perceções que obtive em todas as interações que vinham até mim.

A diferença entre as pessoas que rezam por ajuda e a recebem, e as que não a podem receber, é, em essência, apenas uma, e chamar-lhe-ia de arrogância, ou, por outras palavras, a incapacidade para ver Deus nas manifestações mais humildes. Conheci muitas pessoas que me retratavam, direta ou indiretamente, seus sofrimentos, mas recusavam escutar minhas respostas, ou ignoravam-nas por completo, acompanhando tal atitude com risadas e criticismo. Em vários casos também, essas mesmas pessoas me agrediram ou causaram meu despedimento no local de trabalho. “Quanto mais alto o monte mais forte o vento” (John Wycliffe). Portanto, não posso dizer que as tenham tentado ajudar de leve ânimo ou com grande boa vontade. “Quanto mais úteis formos a Deus, mais seremos atacados pelo inimigo” (Zac Pooonen).

Os casos mais graves que conheci respeitavam precisamente às pessoas religiosas e as denominadas de perfeitamente possuídas. No primeiro caso, tendem a criar uma ideia fantasiosa de Deus e fé, e creem que os seus rituais diários carecem de maior dedicação, ou que Deus é surdo e ignorante, quando são elas que não escutam nada e não percebem o que lhes é dito, e tendem a criticar quem coloca em causa suas crenças numa maneira que as desperta para a verdade espiritual sobre elas mesmas. No segundo caso, a própria palavra “amo-te” ou simplesmente o sentimento de amor, é sentido como agulhas a perfurar o corpo, e estas irão agredir quem as fizer sentir essa luz de Deus em seu coração.

Apesar de tudo, conheci também pessoas que foram capazes de reconhecer esta luz, esta resposta às suas preces. Pois, Deus e os anjos não comunicam do modo que esperamos, mas por vias misteriosas à mente. Quando mais precisamos e oramos, Deus coloca no nosso caminho com a ajuda de seus anjos, as pessoas que possuem a luz que tanto procuramos, ainda que estas não estejam vestidas de branco, não tenham asas e não comuniquem da forma que esperamos.

Este livro reflete essa luz e tudo o que aprendi com essas experiências. 

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