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 A biografia definitiva do mestre Leonardo da Vinci, assinada pelo autor dos best-sellers Steve Jobs: A biografia e Einstein: sua vida, seu universo

 

Com base em milhares de páginas dos impressionantes cadernos que Leonardo manteve ao longo de boa parte da vida e nas mais recentes descobertas sobre sua obra e sua trajetória, Walter Isaacson, biógrafo de Einstein e Steve Jobs, tece uma narrativa que conecta arte e ciência, revelando faces inéditas da história de Leonardo. Desfazendo-se da aura de super-humano muitas vezes atribuída ao artista, Isaacson mostra que a genialidade de Leonardo estava fundamentada em características bastante palpáveis, como a curiosidade, uma enorme capacidade de observação e uma imaginação tão fértil que flertava com a fantasia.

Leonardo criou duas das mais famosas obras de arte de todos os tempos, A Última Ceia e Mona Lisa, mas se considerava apenas um homem da ciência e da tecnologia — curiosamente, uma de suas maiores ambições era ser reconhecido como engenheiro militar. Com uma paixão que às vezes se tornava obsessiva, ele elaborou estudos inovadores de anatomia, fósseis, o voo dos pássaros, o coração, máquinas voadoras, botânica, geologia, hidráulica, armamentos e fortificações. A habilidade para entrelaçar humanidades e ciência, tornada icônica com o desenho do Homem vitruviano, fez dele o gênio mais criativo da história.

Filho ilegítimo, à margem da educação formal, gay, vegetariano, canhoto, distraído e, por vezes, herético, o Leonardo desenhado nesta biografia é uma pessoa real, extraordinária pela pluralidade de interesses e pelo prazer que tinha em combiná-los. Um livro indispensável não só pelo caráter único de representar integralmente o artista Leonardo, mas como um retrato da capacidade humana de inovar, da importância de não apenas assimilar conhecimento, mas ter a disposição para questioná-lo, ser imaginativo e, como vários desajustados e rebeldes de todas as eras, pensar diferente.

O íntimo, poderoso e inspirador livro de memórias da ex-Primeira-Dama dos Estados Unidos.

Protagonista de uma vida plena e bem-sucedida, Michelle Obama tornou-se numa das mulheres mais emblemáticas e incontornáveis da nossa era. Como Primeira-dama dos Estados Unidos da América, e primeira afro-americana a desempenhar esse papel, ajudou a criar a Casa Branca mais acolhedora e inclusiva da história, ao mesmo tempo que se estabeleceu como uma poderosa defensora de mulheres e meninas nos EUA e em todo o mundo, mudando drasticamente a forma como as famílias procuram uma vida mais saudável e activa, estando sempre ao lado do marido enquanto este conduzia os destinos dos EUA, acompanhando alguns dos seus momentos mais angustiantes. Ao longo do caminho, Michelle Obama mostrou-nos ainda alguns passos de dança, deu-nos a conhecer a sua mestria no Karaoke, e criou duas filhas sob uma pressão mediática implacável.

Nas suas memórias, uma obra de reflexão profunda e uma narrativa fascinante, Michelle Obama convida os leitores a entrar no seu mundo, relatando as experiências que a moldaram -- desde a infância na zona sul de Chicago, passando pelos anos como executiva, equilibrando as exigências da maternidade e o trabalho, até ao tempo passado no endereço mais famoso do mundo. Com honestidade e inteligência, descreve os seus triunfos e decepções, públicas e privadas, contando a história completa de como viveu, nas suas próprias palavras. Terno, sábio e revelador, BECOMING é um relato íntimo de uma mulher de alma e substância que desafiou constantemente as expectativas - e cuja história nos inspira a fazer o mesmo.

 Conheça neste livro detalhes nunca antes revelados da vida de um dos maiores criminosos de todos os tempos... Jhon Jairo Velásquez, também conhecido como Popeye, foi líder dos sicários de um dos maiores e mais enigmáticos narcotraficantes da história: Pablo Escobar. Depois de 23 anos preso, Popeye foi libertado e neste livro conta sua trajetória na vida criminosa, bem como pormenores de suas maiores ações e do sistema que compõe o intrincado ramo do tráfico. Ele iniciou sua carreira criminosa aos 14 anos, servindo como apoio para bandos de matadores e, surpreendentemente, entrou para a Polícia Nacional da Colômbia e para a Escola de Grumetes da Marinha Colombiana. Contudo, abandonou as duas instituições e foi recrutado para o famoso Cartel de Medellín de Pablo Escobar, sendo este o seu ponto de partida para ascender a uma vida violenta e impiedosa. Nesta autobiografia, Popeye detalha inúmeras ações criminosas, dentre as quais há sequestro e assassinato de políticos, inclusive o de um candidato à presidência da República da Colômbia; a detonação de uma bomba dentro de um avião em pleno voo; duas rebeliões dentro da prisão – na qual recrutou um contingente de mais de oitocentos homens e um arsenal imensurável de armas –; além de ter confessado ser o responsável – direta ou indiretamente – por mais de 3 mil mortes. Agora em liberdade, e depois de ter encarado múltiplas tentativas de assassinato, tortura, rebelião e extradições, Popeye alcança uma mudança espiritual e psicológica e inicia uma nova vida com a liberdade que enfim obteve.
Jenny Lawson está longe de ser uma pessoa comum. Ela mesma se considera colecionadora de transtornos mentais, já que é uma depressiva altamente funcional com transtorno de ansiedade grave, depressão clínica moderada, distúrbio de automutilação brando, transtorno de personalidade esquiva e um ocasional transtorno de despersonalização, além de tricotilomania (que é a compulsão de arrancar os cabelos). Por essa perspectiva, sua vida pode parecer um fardo insustentável. Mas não é.

Após receber a notícia da morte prematura de mais um amigo, Jenny decide não se deixar levar pela depressão e revidar com intensidade, lutando para ser alucinadamente feliz. Mesmo ciente de que às vezes pode acabar uma semana inteira sem energia para levantar da cama, ela resolve que criará para si o maior número possível de experiências hilárias e ridículas a fim de encontrar o caminho de volta à sanidade.

É por meio das situações mais inusitadas que a autora consegue encarar seus transtornos de forma direta e franca, levando o leitor a refletir sobre como a sociedade lida com os distúrbios mentais e aqueles que sofrem deles, sem nunca perder o senso de humor. Jenny parte do princípio de que ninguém deveria ter vergonha de assumir uma crise de ansiedade, ninguém deveria menosprezar o sofrimento alheio por ele ser psicológico, e não físico. Ao contrário, é justamente por abraçar esse lado mais sombrio da vida que se torna possível experimentar, com igual intensidade, não só a dor, mas a alegria. 

Durante 6 anos vivi num país Comunista, a China, e até me custa a acreditar. Não é um país que aconselhe para viver. No entanto, aprendi bastante com a experiência. E, em alguns casos, desaprendi. O que quero dizer com isto é que, por exemplo, o conceito de liberdade é para mim hoje muito mais complexo do que antes. Como exemplo, os Europeus são livres, mas não são livres de dizer o que lhes apetece, porque as próprias pessoas do meio social censuram, portanto, acabam dizendo o que lhes permitem que digam. Basta ofender verbalmente alguém para perceber como a liberdade tem limites. A mesma coisa sucede quando se quer reclamar duma classificação escolar ou uma desadequação das regras políticas injustas e o próprio sistema nos fecha as portas.

Depois, existe a questão do dinheiro. Na Europa, as pessoas comportam-se como que não exista o suficiente para todos, e, como se pode compreender ao fim de algum tempo, os Europeus são extremamente egoístas e gananciosos.

Já o mesmo não se passa na China, em que as pessoas se interajudam sem cobrar amizades. E, embora seja estrangeiro, muitos Chineses já me ajudaram ao longo dos últimos anos sem cobrar nada em troca. Por outro lado, na Europa existe liberdade, mas não o dinheiro para usufruir dela. Na China até se pode viver uma autêntica ditadura, mas os Chineses viajam para onde querem e não têm dificuldade em encontrar emprego com boa remuneração.

O que quero dizer com isto é que a Política é uma ilusão. Se queremos realmente conhecer a liberdade, temos que olhar para a realidade, porque a verdade é que a liberdade dum Europeu tende a ser bem mais limitada do que aquela que se pode sentir na China.

Ao longo desta obra perceber-se-á porquê que os estilos de vida em ambos os locais podem ser tão diferentes, ainda assim mantendo os mesmos parâmetros condicionalistas.

O autor do bestseller número 1 "The Crusades and the Soldiers of the Cross" chega com um incrível livro sobre a mentalidade dos maiores generais da história.
Seja Aníbal de Cartago marchando com seus elefantes pelos Alpes e atacando o coração de Roma, Khalid ibn al-Walid com sua carreira militar invicta e destruição do Império Persa enquanto dominava os bizantinos, ou o general russo Alexander Suvorov e seu uso da baioneta capaz de vencer qualquer exército europeu, os grandes líderes militares exerceram uma grande influência na sociedade.
Este livro trará uma visão sobre as vidas e a forma de combate usada pelos dez maiores comandantes militares da história. Alguns conquistaram a total expansão do mundo até então conhecido, como fez Alexandre, o Grande. Outros eram hábeis estadistas capazes de transformar vitórias militares em ganhos políticos de longo alcance, como Júlio César, cuja vitória sobre os gauleses e sobre seus inimigos políticos permitiu séculos da hegemonia do Império Romano.
Também serão mostradas as táticas que foram utilizadas para que fosse possível a vitória sobre exércitos maiores; seja Napoleão, que quase conquistou a Europa com sua habilidade de inesperadamente marchar para longe da força principal do inimigo e se concentrar num ponto fraco porém vital; ou o movimento de pinça executado por Aníbal, invejado por outros estrategistas militares por 2.000 anos.
Independente do contexto em que viviam, estes líderes mostram como que o comandante certo, no momento histórico certo, é capaz de destruir um império, mudar a civilização e alterar o curso da história para sempre.
Deuses americanos é, acima de tudo, um livro estranho. E foi essa estranheza que tornou o romance de Neil Gaiman, publicado pela primeira vez em 2001, um clássico imediato. Nesta nova edição, preferida do autor, o leitor encontrará capítulos revistos e ampliados, artigos, uma entrevista com Gaiman e um inspirado texto de introdução.

A saga de Deuses americanos é contada ao longo da jornada de Shadow Moon, um ex-presidiário de trinta e poucos anos que acabou de ser libertado e cujo único objetivo é voltar para casa e para a esposa, Laura. Os planos de Shadow se transformam em poeira quando ele descobre que Laura morreu em um acidente de carro. Sem lar, sem emprego e sem rumo, ele conhece Wednesday, um homem de olhar enigmático que está sempre com um sorriso no rosto, embora pareça nunca achar graça de nada.

Depois de apostas, brigas e um pouco de hidromel, Shadow aceita trabalhar para Wednesday e embarca em uma viagem tumultuada e reveladora por cidades inusitadas dos Estados Unidos, um país tão estranho para Shadow quanto para Gaiman. É nesses encontros e desencontros que o protagonista se depara com os deuses — os antigos (que chegaram ao Novo Mundo junto dos imigrantes) e os modernos (o dinheiro, a televisão, a tecnologia, as drogas) —, que estão se preparando para uma guerra que ninguém viu, mas que já começou. O motivo? O poder de não ser esquecido.

O que Gaiman constrói em Deuses americanos é um amálgama de múltiplas referências, uma mistura de road trip, fantasia e mistério — um exemplo máximo da versatilidade e da prosa lúdica e ao mesmo tempo cortante de Neil Gaiman, que, ao falar sobre deuses, fala sobre todos nós. 

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