Teoria da Relatividade, Elementos e Crítica: Física Global

Molwick
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O objetivo deste livro é mostrar que as explicações sobre a Teoria da Relatividade de Einstein são francamente deficientes ou mesmo totalmente erradas; contribuindo para o afastamento do conhecimento das teorias de Física Moderna e da própria comunidade científica do conjunto da sociedade para além do natural.

De fato, tem partes consistentes convencionalmente; por exemplo, o tempo, tal e como está definido na atualidade, é relativo; mas o que não tem muito sentido é que a definição oficial da unidade de tempo seja sensível ao campo gravitacional ou à velocidade; já que o que era lógico era que se tivesse fixado para umas condições concretas.

Este livro é sobre:
• As equações de Maxwell, as transformações de Lorenz, os postulados de Poincaré e a experiência de Michelson-Morley como antecedentes imediatos da física relativista.
• Descrição básica dos postulados e princípios que conformam a Teoria da Relatividade Especial, com a oportuna crítica científica e filosófica.
• Noção de sistema de referência, sistemas inerciais, relatividade do tempo e do espaço e massa relativista.
• Um breve apartado dedicado à Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein, que diz eliminar o clássico paradoxo dos gêmeos.

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About the author

José Tiberius é o autor de todos os livros publicados Molwick. Com mais de 40 milhões de visitantes e dois milhões de livros em formato PDF, será certamente um dos autores mais lidos de ensaios científicos em espanhol na atual milênio.

José tem mais de 20000 referências à sua obra científica e literária (15 livros em espanhol, traduzidos para Português, Inglês, Francês e Italiano), sobre física teórica, teoria da evolução, genética quantitativa, teoria cognitiva, filosofia da ciência, metafísica y contos infantis. Muitas dessas citações são, provêm, para todas as disciplinas, de universidades, trabalhos de estudantes universitários e blogs de profissionais do ensino.

Quando é uma bruxa propõe teorias para uma mudança de paradigma não deve ser julgada nem pela Inquisição nem pela sua formação académica concreta, por muito grande que seja, mas sim pela coerência lógica e verificação empírica das novas ideias. O contrário levar-nos-ia à clássica falácia ad wominen, hominen ou whominen.

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Additional Information

Publisher
Molwick
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Published on
Oct 1, 2016
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Pages
176
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ISBN
9788415365723
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Best For
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Language
Portuguese
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Genres
Science / Gravity
Science / Physics / Relativity
Science / Time
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Nota do editor: o conteúdo deste ebook é uma reportagem da Superinteressante. Trata-se de um e-single, um artigo eletrônico curto, de 17 páginas. Segue o resumo: Albert não era nenhum Einstein. Os professores não iam com a cara dele. Nunca suportou a sala de aula. E só conseguiu se formar porque um amigo emprestava cadernos para ele estudar antes das provas. O diploma até veio, mas não adiantou grande coisa: o rapaz ficou dois anos sem arranjar um emprego decente. “Não sabia de onde viria minha próxima refeição”, lamentava. Albert tinha 21 anos.Formado em física e matemática pela Escola Politécnica de Zurique, na Suíça, o alemão não conseguia uma vaga de professor de jeito nenhum – a fama de aluno relapso não ajudava. Suas tentativas de fazer doutorado também só davam na água. Desencantado da vida, passou a viver dos trocados que levantava dando aulas particulares. “Abandonei completamente a ambição de algum dia trabalhar numa universidade”.Uma pena. Só que ele não era mais moleque: precisava arranjar alguma coisa estável logo. Do jeito que as coisas iam qualquer trabalho com salário fixo já estava ótimo. E foi aí que o mesmo amigo que emprestava cadernos para ele, Marcel Grossmann, o indicou para um emprego numa repartição pública suíça, o Escritório de Patentes, em Berna. O trabalho teria pouco a ver com ciência. Mas e daí? O fato é que “esse negócio chato de passar fome”, como ele mesmo disse numa carta emocionada para Grossman, iria acabar: “Estou realmente tocado por você não ter esquecido seu amigo azarado. Vou fazer tudo o que puder para não desonrar sua indicação”.Não desonrou. Assumiu a vaga de “Expert de Terceira Classe” em 1902, aos 22 anos e, se a moda já existisse, teria ganho vários títulos de Funcionário do Mês. O trabalho dele era analisar calhamaços de especificações técnicas, comparando os projetos de quem requeria patentes com invenções que já estavam patenteadas. Chato.E Albert passaria sete anos na repartição. Oito horas por dia, seis dias por semana. Mas foi de lá, da mesinha dele, que ele produziu boa parte de sua obra. Albert provou a existência dos átomos (com a Teoria do Movimento Browniano), fundou um pilar da física quântica (com a Teoria do Efeito Fotoelétrico, que lhe renderia um Nobel aos 42 anos). E ainda viria o Sgt. Pepper’s dele: a Teoria Especial da Relatividade, que apresentava o tempo e o espaço como uma coisa só e a matéria e a energia como duas faces da mesma moeda. Era a maior revolução da história do pensamento. Agora sim: Albert virava um Einstein. Tudo nos intervalos de um trabalho massacrante. Escondido do chefe. Quando for reclamar da sua vida, vale lembrar do que Einstein fez com a dele. Nesta reportagem, publicada na revista Superinteressante em homenagem aos 100 anos da Teoria da Relatividade, em 2005, você vai conhecer esta história. E entender um pouco mais sobre as teorias que tornaram este alemão o maior gênio de todos os tempos.
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