Mora, Na Filosofia

Clube de Autores
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Mora, na filosofia: O poeta A.J. Cardiais deve ser considerado um Tropicalista, um membro da Sociedade Alternativa ou um Anarquista Literário, pois ele praticamente não segue nenhuma ordem estabelecida. Ele nos “empurra” seus textos simples, como se quisesse mostrar a simplicidade ou a complexidade da vida e das coisas. Disse o poeta Gonzaguinha: “Viver é não ter a vergonha de ser feliz”. Mas infelizmente quem dita o que é (e o que faz) a felicidade é a mídia. E o pior de tudo é que as pessoas seguem a mídia cegamente. A mídia dita o que deve ser lido, o que deve ser escutado, o que deve ser assistido, o que deve ser vestido, o que deve ser comprado... Não há uma liberdade de escolha. A pessoa tem que ler tal livro, assistir tal filme e gostar de tal tipo de musica, para não ficar “por fora”. Por outro lado a “patrulha intelectualoide”, que reclama tanto da mídia, também impõe suas normas, seus padrões. Não há um “livre arbítrio”. Se alguém quiser fazer parte da gangue “intelectualoide”, tem que seguir a cartilha: ler os mesmos livros, assistir os mesmos filmes, gostar das mesmas musicas, apoiar partidos “de esquerda”... e outras bostas. Como este poeta não pretende fazer parte de gangue nenhuma, pois ele já faz parte de uma gangue enorme (o povo), a intenção dele é tentar nos dizer que precisamos mudar os conceitos das coisas. Ninguém precisa fazer um curso de nível superior, para “ganhar bem” e ser feliz... Ninguém precisa fazer parte de gangue nenhuma, para ser feliz. Não precisa usar “roupas de marca”, tênis importado, celular, óculos, bonés e etc, para ser feliz. Cada pessoa tem que descobrir o que lhe faz feliz. Morou?
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4.7
3 total
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Publisher
Clube de Autores
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Published on
Aug 12, 2009
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Pages
79
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Best For
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Language
Portuguese
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Genres
Education / General
Literary Collections / General
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 Reportagem definitiva sobre a tragédia que abateu a cidade de Santa Maria em 2013 relembra e homenageia os 242 mortos no incêndio da Boate Kiss. 

Daniela Arbex reafirma seu lugar como uma das jornalistas mais relevantes do país, veterana em reportagens de fôlego — premiada por duas vezes com o prêmio Jabuti — ao reconstituir de maneira sensível e inédita os eventos da madrugada de 27 de janeiro de 2013, quando a cidade de Santa Maria perdeu de uma só vez 242 vidas.

Foram necessárias centenas de horas dos depoimentos de sobreviventes, familiares das vítimas, equipes de resgate e profissionais da área da saúde — ouvidos pela primeira vez neste livro —, para sentir e entender a verdadeira dimensão de uma tragédia sobre a qual já se pensava saber quase tudo. A autora construiu um memorial contra o esquecimento dessa noite tenebrosa, que nos transporta até o momento em que as pessoas se amontoaram nos banheiros da Kiss em busca de ar, ao ginásio onde pais foram buscar seus filhos mortos, aos hospitais onde se tentava desesperadamente salvar as vidas que se esvaíam. Foi também em busca dos que continuam vivos, dos dias seguintes, das consequências de descuidos banalizados por empresários, políticos e cidadãos.

A leitura de Todo dia a mesma noite é uma dolorosa e necessária tomada de consciência, um despertar de empatia pelos jovens que tiveram seus futuros barbaramente arrancados. Enxergá-los vividamente no livro é um exercício que afasta qualquer apaziguamento que possamos sentir em relação ao crime, ainda impune.

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