Identidade e Relações de Gênero sobre Múltiplos Olhares

Editora Baraúna
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Pensa-se, nesta obra, a introdução dos Estudos Culturais para os estudos das identidades como um processo desmitificação de uma cultura central, na medida em que as identidades pessoais não são mais passivas na sociedade moderna num campo marcado pelas diferenças. As teorias feministas de gênero passaram, nas últimas décadas, a uma concepção pós-marxista a partir dos novos estudos da cultura e de identidade, baseando-se no movimento de redistribuição para o de reconhecimento.
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About the author

 Alfrancio Ferreira Dias - Doutorando em Sociologia, pela Universidade Federal de Sergipe (UFS); Mestre em Educação, na área de Inovação Pedagógica, pela Universidade da Madeira (UMA) e Graduado em Pedagogia. Professor da área de Metodologia e Prática de Ensino do Departamento de Ciências Humanas e Letras da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB);Alfrancio Ferreira Dias - Doutorando em Sociologia, pela Universidade Federal de Sergipe (UFS); Mestre em Educação, na área de Inovação Pedagógica, pela Universidade da Madeira (UMA) e Graduado em Pedagogia. Professor da área de Metodologia e Prática de Ensino do Departamento de Ciências Humanas e Letras da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB);

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Additional Information

Publisher
Editora Baraúna
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Published on
Nov 30, 2012
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Pages
95
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ISBN
9788579236372
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Best For
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Language
Portuguese (Portugal)
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Genres
Social Science / Sociology / General
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István Mézáros
Roberto DaMatta
A casa & a rua é um livro essencial para quem deseja compreender a sociedade brasileira e sua intrincada rede de relações. A ideia central do estudo é que, no Brasil, a casa e a rua não representam apenas espaços geográficos, mas são, acima de tudo, o que DaMatta chama de entidades morais, esferas de ação social. A partir desta distinção, o autor irá explicar, por exemplo, a diferença radical de comportamento que um cidadão pode apresentar de acordo com o ambiente social em que se encontra. É que a nossa sociedade teria uma cidadania em casa, outra no centro religioso e outra na rua. Em um estudo definitivo sobre Dona Flor e seus dois maridos e outras obras de Jorge Amado, DaMatta observa como a ambiguidade dos personagens é apresentada de forma positiva e desejável. Através das analises das características que definem as inesquecíveis figuras criadas pelo escritor baiano, o antropólogo tentará explicar alguns aspectos importantes da nossa cultura e sociedade. DaMatta ainda complementa suas análises sobre o Brasil investigando a percepção do significado da morte no imaginário da população. Autor de importantes estudos de antropologia urbana, Roberto DaMatta conseguiu levar suas ideias a um grande público e, ao mesmo tempo, ser saudado como um dos maiores intelectuais do Brasil. Seus ensaios – como os que estão aqui reunidos – demonstram uma vitalidade que é fruto de seu desejo de compreender o Brasil pelo único lado que lhe parece confiável: suas imensas contradições.
Antonio Negri
Antonio Negri tem tentado reinventar a política, sobretudo a prática das esquerdas, introduzindo e repaginando uma série de conceitos. Não por acaso, este livro, editado por Adrián Cangi e Ariel Pennisi, vem de uma obra compilada na Argentina: a escuta que Negri encontra na América Latina é particularmente grande. Temos muito a dialogar com sua obra. A crise (endêmica) econômica, misturada à crise da representação política, tem provocado uma nova onda de ocupações do espaço público na América Latina e pelo mundo afora. O Estado, como agente do capital financeiro, tem tido dificuldades em enfrentar essas novas ondas que emanam do que Negri, com Spinoza, chama de manifestações da "multidão". Essa categoria política não tem nada a ver com a de "massas", que esteve, no século XX, no centro dos fascismos. Para Negri, na era do biopoder, encarnado no que ele denomina de biocapitalismo, deve-se inventar a biopolítica. As lutas operárias obrigaram o capital a se deslocar cada vez mais para a administração da vida, da saúde, da educação, da velhice, consolidando o Estado/assistente (também em vias de dissolução...). Mas existe uma reserva de resistência que se manifesta na construção da multidão, não como sujeito político tradicional, mas como fonte de articulação de desejos represados, de demandas de minorias e de diversos grupos díspares, mas unidos na ocupação e construção de um espaço de resistência, do comum, como instância de ruptura e de emancipação. Negri descarta a ideia de construção de uma sociedade pós-histórica, final: ele sabe que a força da multidão vive de suas divisões e conflitos. Com Spinoza, ele afirma a democracia como um espaço de embates, de tensões e não de uma artificial e violenta imposição da ordem.
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