Legislação da Mulher: 7ª edição

Edições Câmara
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A coletânea reúne as principais normas que tratam de temas relacionados às mulheres, que se encontram dispersas em diversos domínios (previdenciário, penal, trabalhista, acordos internacionais, entre outros). Atualizada em 18/01/2016.
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Additional Information

Publisher
Edições Câmara
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Published on
Mar 30, 2016
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Pages
423
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ISBN
9788540204911
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Language
Portuguese (Portugal)
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Genres
Law / Civil Rights
Law / General
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Edson Marques de Oliveira
Historicamente o Serviço Social é uma profissão que pulsa conforme o contexto em que esta inserido. O atual contexto é da sociedade da informação, do conhecimento, da sustentabilidade, das novas tecnologias que impactam a vida de toda a sociedade, dos grandes paradoxos, onde riqueza e pobreza estão num mesmo espaço. Nesse cenário, a luta para garantir direitos historicamente conquistados, é uma luta constante, mas também, se apresentam outros desafios, que é pensar novos diretos face os novos contornos da sociedade e do cidadão do século XXI. Como ver, entender e fazer Serviço Social nesse contexto? E o que você vai encontrar nesse trabalho, que procura relacionar a práxis critica e transformadora buscada pelo Serviço Social, através de ações contextualizadas e inerentes ao presente século, tais como sustentabilidade humana, cidadania planetária, empreendedorismo social, entre outros. Apresentando uma forma inovadora e diferenciada de fazer Serviço Social na perspectiva e busca pela emancipação, democratização e qualidade de vida e bem-estar para todos. Edson Marques de Oliveira Doutor em Serviço Social pela Unesp, Franca - SP Mestre em Serviço Social pela PUC-SP Bacharel em Serviço Social pela Fac. Paulista de SS de SP Coach internacional e trainer coach pela Lambent do Brasil e Certificado Internacional e membro da ICC ( Comunidade Internacional de Coaching); Professor universitário a 17 anos, atualmente Unioeste, campus de Toledo-PR, curso de Serviço Social Atuando no mercado a mais de 20 anos como Consultor em Gestão de RH e Gestão Social para organizações do primeiro, segundo e terceiro setor Palestrante, conferencista e instrutor de várias temáticas como: Gestão de Pessoas, Pesquisa Social, Atendimento e Orientação Social, Educação Corporativa, Qualidade de Vida no Trabalho, Responsabilidade Social, Empreendedorismo Social, Clima Organizacional e liderança empresarial Vencedor Prêmio Ethos/Valor Projeto de Extensão em 2007
PATRICIA CRISTINA VASQUES DE SOUZA GORISGH
A promessa de um futuro diferente, onde todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos, está por vir. É assim que Patrícia Gorisch termina este belo trabalho, em que traça a trajetória de um segmento da população que sempre foi condenada à invisibilidade, à exclusão social. Coragem e sensibilidade não faltam à autora que examina, com especial habilidade, a Resolução do Conselho de Direitos Humanos da ONU, de junho de 2011, que, pela primeira vez na história, declarou que os direitos LGBT são direitos humanos. Desde 1969, ano em que ocorreu a rebelião no bar americano Stonewall, muito se avançou para que a diversidade sexual e a identidade de gênero sejam tratadas como direitos fundamentais de todos os seres humanos. Mas há muito ainda a ser feito. Basta atentar que há 25 anos as uniões homoafetivas não eram reconhecidas em nenhum país do mundo. Foi a Dinamarca, no ano de 1989, que admitiu a união civil, mas ainda fora do direito das famílias. Há 15 anos os homossexuais não podiam casar. Tal só foi possível a partir de 2000, na Holanda. No Brasil, os marcos temporais são outros. Data do ano de 2000, a primeira decisão judicial admitindo a união entre pessoas do mesmo sexo como uma entidade familiar. Somente em 2011 o Supremo Tribunal Federal reconheceu a união homoafetiva como união estável, com os mesmos direitos e obrigações da união heteroafetiva. Data do ano de 2013 a resolução do Conselho Nacional de Justiça que impede que se negue acesso ao casamento. Ou seja, só neste século é que avanços significativos ocorreram. Mas é indispensável que a homofobia seja criminalizada, que direitos sejam estabelecidos legalmente. Não ver, não assegurar a todas as pessoas a tutela jurídica, independente de sua orientação sexual ou identidade de gênero, é a forma mais perversa de punir quem só quer ter direito de viver sua vida, de amar, de ser feliz. Afinal, o direito à felicidade é o mais humano de todos os direitos humanos.
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