A história do cinema para quem tem pressa: Dos Irmãos Lumière ao Século 21 em 200 Páginas!

Editora Valentina
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A palavra pressa é o particípio passado, em latim, do verbo premere (apertar). Assim, pode-se dizer que A História do Cinema para Quem Tem Pressa se propõe a contar uma das maiores sagas do século 20 (e deste início do 21) para quem precisa apertar o passo ou está apertado de tempo. E quem não está? Em 200 páginas, contextualizado com cada momento histórico, e escrito em linguagem clara e acessível, Sabadin traça um panorama do cinema – linguagem que há mais de um século revoluciona nossa maneira de ver a vida –, desde a época em que seus inventores nem sabiam direito o que fazer com ele, até os dias de hoje, quando movimenta bilhões de dólares pelos cinco continentes. A obra passeia com desenvoltura pelos principais "ismos" cinematográficos do mundo – Impressionismo, Expressionismo, Surrealismo, Realismo, Neorrealismo etc. –, ao mesmo tempo que conta como nasceu Hollywood, o que aconteceu quando os filmes começaram a falar, por que os alemães inventaram o filme de terror, por que os detetives do cinema usam capa e chapéu, como as duas Guerras Mundiais mudaram os filmes, por que o cinema francês é tão papo-cabeça, como a chegada da televisão mudou tudo, o que afinal é um blockbuster, onde entra o Brasil nessa história toda, e muitos outros temas e curiosidades sobre a chamada Sétima Arte. Só não explica que loucura é essa que nos faz tão apaixonados pela telona e pelo escurinho. Para isso, seria necessário outro livro. Aí sim, sem pressa.
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About the author

Celso Sabadin é Mestre em Comunicação pela Universidade Anhembi Morumbi, graduado em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero e em Publicidade e Propaganda pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). É crítico de cinema, professor, curador e escritor. Autor dos livros Vocês Ainda Não Ouviram Nada – A Barulhenta História do Cinema Mudo (1997/2000), Éramos Apenas Paulistas (2009) e O Cinema como Ofício (2010). Roteirizou e dirigiu o longa Mazzaropi (2013), e roteirizou o curta Nem Isso (2015), da obra de Luis Fernando Verissimo. Corroteirizou o longa documental Badi Assad (2018). É sócio fundador da Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema.
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3.0
3 total
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Additional Information

Publisher
Editora Valentina
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Published on
May 4, 2018
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Pages
200
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ISBN
9788558890670
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Language
Portuguese
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Genres
Art / History / General
Photography / Techniques / Cinematography & Videography
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Content Protection
This content is DRM protected.
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Dos bastidores do descobrimento à crise de 2015 em 200 páginas! Ilustrado e didático, um livro essencial para todos que procuram um ponto de partida para se aprofundar na história do Brasil. Diz o poeta alemão Bertold Brecht: "De nada vale partir das coisas boas de sempre, mas sim das coisas novas e ruins. " Seguindo tais conselhos, A História do Brasil para Quem Tem Pressa faz uma digressão sobre a história do país para tentar compreender o tempo presente e responder a algumas perguntas essenciais: • Por que, do ponto de vista político, o Brasil ainda é um país muito frágil? • Por que a nossa imensa riqueza natural não se reverte em um estado de bem-estar social universal? • O que estava por trás da viagem que trouxe Cabral ao Brasil? • Por que o território foi dividido em Capitanias Hereditárias? • Por que fomos a última nação do mundo ocidental a abolir de forma oficial o trabalho escravo? Além de responder a essas perguntas, Marcos Costa trata também de outros temas essenciais da nossa história: os verdadeiros milagres brasileiros -- a cana-de-açúcar, o café e o ouro; a abdicação de D. Pedro I; a Guerra do Paraguai; o papel de D. Pedro II e da Princesa Isabel no cenário da futura República; a República do Café com Leite; a Inconfidência Mineira; a Revolução de 1930; o Estado Novo; a morte de Getúlio; a ascensão de JK; Jango e o golpe militar de 1964; o milagre econômico; o movimento das Diretas Já; FHC e o Plano Real; Lula e o PT no poder.
A maioria dos artistas percorre um longo caminho para que sua obra seja reconhecida no meio artístico-cultural e admirada pelo grande público. Não foi o que aconteceu com Claudio Tozzi. Muito jovem, e ainda estudante de arquitetura, ele produziu no ateliê da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo as suas primeiras serigrafias, que tiveram imediata repercussão. A adoção de uma nova figuração, comprometida com os acontecimentos que estavam na ordem do dia, como o feminismo, a crítica social, e a luta contra a ditadura militar, causou forte impacto pela qualidade de sua estética transgressora e pela inusitada abordagem de seus, também, inusitados temas. Assim, de forma precoce, Claudio Tozzi destacou-se como artista de vanguarda na agitada década de 1960, prestigiado pela crítica e pelo público. O vanguardismo de suas propostas logo chamou atenção de críticos, como Mário Schenberg, Mário Pedrosa, Frederico Morais, entre outros. Havia enorme empatia de seus temas com a conjuntura daqueles anos, sobretudo, junto a uma juventude engajada nas lutas pela liberdade. É bom que se diga que o significado da palavra liberdade ia muito além das lutas pelas liberdades democráticas – implicava em mudanças significativas no comportamento social. Claudio Tozzi era sensível às mudanças que ocorriam nas artes, mas, sobremaneira, àquelas que ocorriam na sociedade e em particular junto aos jovens. As suas experiências com a nova figuração despertaram enorme interesse nos meios culturais à época e sua influência não se restringiu ao ambiente das artes plásticas. As propostas de Claudio Tozzi iam ao encontro das inovações que ocorriam nas artes cênicas, no cinema, na fotografia e no design gráfico dos anos 1960.
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