Mídia, poder e contrapoder: Da concentração monopólica à democratização da comunicação

Boitempo Editorial
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Dênis de Moraes, Ignacio Ramonet e Pascual Serrano assinam a seis mãos os ensaios que integram o livro Mídia, poder e contrapoder: da concentração monopólica à democratização da informação, a ser lançado pela Boitempo Editorial. Organizada por Moraes, a obra reúne seis textos que fazem uma reflexão crítica sobre o poder mundial da mídia, a cultura tecnológica, a comunicação globalizada, o jornalismo contra-hegemônico em rede, as políticas públicas de direito à comunicação e a democratização da informação na América Latina. A partir da convergência de afinidades dos jornalistas na análise sobre o complexo mundo da mídia e nas preocupações com o fluxo informacional do nosso cotidiano - após um debate do qual participaram juntos no Rio de Janeiro no final de 2011 -, surgiu para Moraes a ideia de um livro a três. "O ponto de partida de Mídia, poder e contrapoder é o compromisso comum de interpelar a contemporaneidade, cada vez mais midiatizada, tecnologizada e mercantilizada", explica o organizador na introdução. O momento histórico para Moraes é perturbador, permeado pelos fascínios compulsivos por objetos digitais que se conectam instantaneamente a "nuvens de computação" capazes de armazenar volume imensurável de informações. No entanto, em contraposição a esse quadro, o livro desenvolve reflexões que incorporam a dimensão da esperança, projetando‐a como elemento essencial nas disputas de sentido frente aos enfoques tendenciosos das máquinas midiáticas.
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Additional Information

Publisher
Boitempo Editorial
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Published on
Oct 23, 2015
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Pages
184
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ISBN
9788575593196
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Language
Portuguese
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Genres
Political Science / Political Process / Media & Internet
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Reavaliada 120 anos depois de seu início, em 27 de outubro de 1892, a extraordinária trajetória pessoal, literária, intelectual e política de Graciliano Ramos contada por seu melhor biógrafo ganha nova edição, ampliada e revisada, pela Boitempo Editorial. O velho Graça, de Dênis de Moraes, nos conduz pelos sessenta anos de história de um dos maiores narradores da literatura brasileira, com todo o rigor da documentação e dos depoimentos pessoais daqueles que o cercavam. O livro chega aos leitores com acréscimos que acentuam o conhecimento pormenorizado da vida e da obra do escritor alagoano. Entre as novidades, estão um bem cuidado caderno iconográfico, com imagens raras e até inéditas, e a mais esclarecedora entrevista concedida pelo escritor, em 1944, nunca antes publicada em livro. Publicado pela primeira vez no centenário de Graciliano Ramos, o trabalho de Moraes foi recebido com grande entusiasmo pela crítica, por se tratar da primeira "biografia de conjunto" sobre o romancista, como classificou Carlos Nelson Coutinho no prefácio. O estilo jornalístico do biógrafo se perfaz num rigoroso e amplo trabalho de pesquisa - com texto ao mesmo tempo leve e erudito, escrito com sóbria simplicidade, O velho Graça refaz a trajetória luminosa e sofrida de Graciliano. Tendo como objeto de estudo um escritor aferrado ao seu tempo, Moraes desenha o pano de fundo de cinco décadas de grande efervescência política e de transformações aceleradas no processo modernizador do Brasil.
Cypherpunks: liberdade e o futuro da internet é o primeiro livro de Julian Assange, editor-chefe e visionário por trás do WikiLeaks, a ser publicado no Brasil. A edição brasileira, da Boitempo, tem a colaboração do filósofo esloveno Slavoj Žižek e da jornalista Natalia Viana, parceira do WikiLeaks no Brasil e coordenadora da agência pública de jornalismo investigativo. A obra é resultado de reflexões de Assange e de um grupo vanguardista de pensadores rebeldes e ativistas que atuam nas linhas de frente da batalha em defesa do ciberespaço (Jacob Appelbaum, Andy Müller-Maguhn e Jérémie Zimmermann). A questão fundamental que o livro apresenta é: a comunicação eletrônica vai nos emancipar ou nos escravizar? Apesar de a internet ter possibilitado verdadeiras revoluções no mundo todo, Assange prevê uma futura onda de repressão na esfera on-line, a ponto de considerar a internet uma possível ameaça à civilização humana. O assédio ao WikiLeaks e a ativistas da internet, juntamente com as tentativas de introduzir uma legislação contra o compartilhamento de arquivos, caso do Sopa (Stop Online Piracy Act) e do Acta (Anti-Counterfeiting Trade Agreement), indicam que as políticas da internet chegaram a uma encruzilhada. De um lado, encontra-se um futuro que garante, nas palavras de ordem dos cypherpunks, "privacidade para os fracos e transparência para os poderosos"; de outro, a ação da parceria público-privada sobre os indivíduos, que permite que governos e grandes empresas descubram cada vez mais sobre os usuários de internet e escondam as próprias atividades, sem precisar prestar contas de seus atos.
\"Este livro reúne escritos que retomam e resumem a produção intelectual de Dênis de Moraes. Comemorando seus 60 anos, ele apresenta os temas centrais de sua obra mais recente. Primeiramente, a reconstituição de aspectos da trajetória de intelectuais decisivos para a sua formação: Marx, Lenin e, sobretudo, Gramsci, vistos especialmente em atividades como jornalistas. A seguir, levanta questões instigantes sobre a mídia, a liberdade de expressão e a cultura digital, bem como sobre a mercantilização generalizada da cultura em nossos dias. Por fim, mas não menos importante, trata de três artistas fundamentais e suas conexões com a vida social e política brasileira no século XX: Graciliano Ramos, Vianinha e Henfil, que foram biografados pelo autor em obras marcantes. Escrito com clareza e num tom ensaístico que favorece a leitura, o livro é uma boa introdução não só à vida e à obra dos inúmeros intelectuais e artistas abordados, mas também ao conjunto da contribuição de Dênis de Moraes nos últimos 25 anos, envolvendo a crítica à cultura dominante. (...)\" Marcelo Ridenti Sociólogo e professor titular da Unicamp (Trecho da primeira orelha) \"Crítica da mída &hegemonia cultura confirma o que já sabem os que se interessam pela compreensão crítica do campo da cultura e da comunicação. Estamos diante de um dos mais sérios pesquisadores em atividade no nosso país. (...) Trata-se de obra oportuna e indispensável.\" Venício A. de Lima Jornalista, sociólogo e professor titular da UnB
“O que Dênis de Moraes já escreveu sobre este tema é de grande importância na batalha midiática em que estamos imersos. Estou seguro de que seu novo livro nos proporcionará mais munições” Da quarta capa, por de Atílio Boron. “Se hoje, em boa parte da América latina, a influência da mídia e a história da relação íntima que a uniu, durante décadas, aos governantes estão sendo questionadas, ao mesmo tempo que meios de comunicação governamentais emergem como concorrentes dos grandes grupos privados na disputa pela hegemonia, isso se deve a uma multiplicidade de causas que Denis de Moraes, numa exposição amena e paciente, analisa neste livro com destreza conceitual e notável domínio multidisciplinar.” Da quarta capa, por Martín Becerra. “Ao longo deste livro, o autor afirma que, após décadas de domínio do pensamento único neoliberal, é necessário entender que as novas vozes abertas que despontam no continente podem ser a base da quebra da dominação secular e da recuperação e “multiplicação de bens e sonhos que lhe foram historicamente usurpados”. (...) Em cada linha do livro há uma nítida visão antineoliberal e a reafirmação de que a consolidação de outra comunicação possível na América Latina depende da reconstrução do espaço público, depois de anos de esvaziamento dos poderes do Estado, privatizações desenfreadas e concentração midiática. (...) Numa visão otimista da história da região, encerra com a convicção de que “as mobilizações populares e a ascensão de governos progressistas realçam a oportunidade de uma América Latina pós-neoliberal.” Da primeira orelha, por Vito Giannotti.
Fidel Castro is perhaps the most charismatic and controversial head of state in modern times. A dictatorial pariah to some, he has become a hero and inspiration for many of the world's poor, defiantly charting an independent and revolutionary path for Cuba over nearly half a century.

Numerous attempts have been made to get Castro to tell his own story. But only now, in the twilight of his years, has he been prepared to set out the details of his remarkable biography for the world to read. This book is nothing less than his living testament. As he told reporters, his desire to finish checking its text was the one thing that kept him going through his recent illness. He presented a copy of the book in its Spanish edition to his compadre President Hugo Chávez of Venezuela.

In these pages, Castro narrates a compelling chronicle that spans the harshness of his elementary school teachers; the early failures of the revolution; his intense comradeship with Che Guevara and their astonishing, against-all-odds victory over the dictator Batista; the Cuban perspective on the Bay of Pigs and the ensuing missile crisis; the active role of Cuba in African independence movements (especially its large military involvement in fighting apartheid South Africa in Angola); his relations with prominent public figures such as Boris Yeltsin, Pope John Paul II, and Saddam Hussein; and his dealings with no less than ten successive American presidents, from Eisenhower to George W. Bush.

Castro talks proudly of increasing life expectancy in Cuba (now longer than in the United States); of the half million students in Cuban universities; and of the training of seventy thousand Cuban doctors nearly half of whom work abroad, assisting the poor in Africa, Asia, and Latin America. He is confronted with a number of thorny issues, including democracy and human rights, discrimination toward homosexuals, and the continuing presence of the death penalty on Cuban statute books. Along the way he shares intimacies about more personal matters: the benevolent strictness of his father, his successful attempt to give up cigars, his love of Ernest Hemingway's novels, and his calculation that by not shaving he saves up to ten working days each year.

Drawing on more than one hundred hours of interviews with Ignacio Ramonet, a knowledgeable and trusted interlocutor, this spoken autobiography will stand as the definitive record of an extraordinary life lived in turbulent times.
\"Este livro reúne escritos que retomam e resumem a produção intelectual de Dênis de Moraes. Comemorando seus 60 anos, ele apresenta os temas centrais de sua obra mais recente. Primeiramente, a reconstituição de aspectos da trajetória de intelectuais decisivos para a sua formação: Marx, Lenin e, sobretudo, Gramsci, vistos especialmente em atividades como jornalistas. A seguir, levanta questões instigantes sobre a mídia, a liberdade de expressão e a cultura digital, bem como sobre a mercantilização generalizada da cultura em nossos dias. Por fim, mas não menos importante, trata de três artistas fundamentais e suas conexões com a vida social e política brasileira no século XX: Graciliano Ramos, Vianinha e Henfil, que foram biografados pelo autor em obras marcantes. Escrito com clareza e num tom ensaístico que favorece a leitura, o livro é uma boa introdução não só à vida e à obra dos inúmeros intelectuais e artistas abordados, mas também ao conjunto da contribuição de Dênis de Moraes nos últimos 25 anos, envolvendo a crítica à cultura dominante. (...)\" Marcelo Ridenti Sociólogo e professor titular da Unicamp (Trecho da primeira orelha) \"Crítica da mída &hegemonia cultura confirma o que já sabem os que se interessam pela compreensão crítica do campo da cultura e da comunicação. Estamos diante de um dos mais sérios pesquisadores em atividade no nosso país. (...) Trata-se de obra oportuna e indispensável.\" Venício A. de Lima Jornalista, sociólogo e professor titular da UnB
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