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Na esteira dos recentes protestos que abalaram o país, a Boitempo lança Cidades rebeldes: Passe Livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil. Trata-se do primeiro livro impresso inspirado nos megaprotestos que ficaram conhecidos como as Jornadas de Junho, além de ser o principal esforço intelectual até o momento de analisar as causas e consequências desse acontecimento marcante para a democracia brasileira. Escrito e editado no calor da hora, em junho e julho, Cidades rebeldes é um livro de intervenção, que traz perspectivas variadas sobre as manifestações, a questão urbana, a democracia e a mídia, entre outros temas. Publicada em parceria com o portal Carta Maior e com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo, a obra segue a linha do livro Occupy: movimentos de protestos que tomaram as ruas, com o mesmo formato e preço (R$10,00 o impresso, R$5,00 o e-book), e consolida uma nova coleção da Boitempo, de livros de intervenção e teorização sobre acontecimentos atuais, intitulada "Tinta Vermelha", em referência a um trecho do discurso do filósofo esloveno Slavoj Žižek no Occupy Wall Street, em 2011. Para tornar o livro acessível ao maior número de pessoas - estimulando-as, quem sabe, a ir às ruas por mudanças -, autores cederam gratuitamente seus textos, tradutores não cobraram pela versão dos originais para o português, quadrinistas e fotógrafos abriram mão de pagamento por suas imagens, o que possibilitou deixar o volume a preço de custo.
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Outras informações

Publisher
Boitempo Editorial
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Published on
23 de out de 2015
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Pages
112
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ISBN
9788575593424
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Language
português
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Genres
Political Science / Essays
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A memória coletiva marcará 2011 como o ano em que as pessoas tomaram as ruas de diversos países em uma onda de mobilizações e protestos sociais: um fenômeno que começou no norte da África, derrubando ditaduras na Tunísia, no Egito, na Líbia e no Iêmen; estendeu-se à Europa, com ocupações e greves na Espanha e Grécia e revolta nos subúrbios de Londres; eclodiu no Chile e ocupou Wall Street, nos EUA, alcançando no final do ano até mesmo a Rússia. Das praças ocupadas por acampamentos às marchas de protesto nas avenidas das principais metrópoles, emergiu uma consciência de solidariedade mútua que resultou em toda sorte de material multimídia sobre o movimento na internet, amplamente compartilhado nas redes sociais. Para o jornalista, doutor em Ciências Sociais e blogueiro Leonardo Sakamoto, o que muita gente ainda não percebeu é que tais ferramentas não são utilizadas para a mera descrição dos fatos, mas sim para a construção e reconstrução da realidade: "Quando a pessoa atua através de uma dessas redes, não reporta simplesmente. Inventa, articula, muda. Vive". Inspirada por essa campanha colaborativa, a Boitempo lança, em parceria com a revista eletrônica Carta Maior, a coletânea Occupy - movimentos de protesto que tomaram as ruas, a qual reúne artigos de pensadores críticos deste novo momento da política global em que a voz das ruas passa a ocupar o cenário. O livro será vendido a preço de custo, graças à colaboração dos autores e ilustradores, que cederam os direitos autorais para tornar a obra mais acessível e condizente com a proposta do movimento. Imbuídos não só da lucidez da crítica, mas também da esperança e da paixão pelo engajamento, os textos apresentam alguns consensos, como a certeza do declínio geral do capitalismo; a percepção de uma nova solidariedade social; e a análise da ausência, até o momento, de uma definição estratégica dos movimentos de ocupação.
No seu projeto de publicar toda a obra de Karl Marx no Brasil em edições comentadas com novas traduções feitas diretamente do alemão, a Boitempo lança Crítica da filosofia do direito de Hegel. Com apresentação de Rubens Enderle (tradutor do livro junto com Leonardo de Deus) e notas de Marcelo Backes, o livro traz ainda uma cronobiografia do autor e a introdução ao livro feita pelo próprio Marx, na qual tece uma crítica à religião e à monarquia constitucional alemã. Publicado originalmente em 1843, a Crítica da filosofia do direito de Hegel é um divisor de águas na obra marxiana: marca a transição da chamada fase "juvenil" para a fase adulta e a consolidação dos pressupostos que irão orientar a produção do seu pensamento até sua maturidade. Ao investigar Hegel, Marx associaria definitivamente a compreensão das relações jurídicas na sociedade com as suas condições materiais; o pensar em função do ser e a alienação do povo; o "Estado real" em relação ao Estado moderno que o segrega e o burocratiza na qualidade de "sociedade civil". O autor também repensa o papel da teoria crítica, estabelecendo que esta não se completa apenas no campo teórico das filosofias da religião e da ciência, mas tem um indispensável campo prático na política. Se por um lado visava superar os fundamentos estabelecidos por Hegel para o Estado alemão, por outro visava, através da associação entre a reflexão e a prática, ir além do trabalho teórico de crítica da religião de Feuerbach, uma forte influência neste trabalho. Marx provoca um salto sobre os debates da época em torno da obra de Hegel, para uma visão mais ampla dos fundamentos do direito na Alemanha, seu anacronismo que não permite concessões, suas relações com as classes sociais e com o estágio de desenvolvimento nacional. Uma defesa radical da verdadeira democracia, da máxima generalização do Estado, com a participação de cada cidadão para superar a divisão entre política e sociedade.
Somando-se ao debate público sobre a crise política no Brasil, Por que gritamos Golpe? proporciona ao leitor diversas análises sobre a dinâmica do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, dentro de uma perspectiva multidisciplinar e de esquerda. Os textos que compõem a coletânea são inéditos e buscam desenhar uma genealogia da crise política, entender as ameaças que se colocam à democracia e aos direitos conquistados pela Constituição de 1988 e apontar caminhos de superação de nossos impasses políticos. São trinta autores, entre pesquisadores, professores, ativistas, representantes de movimentos sociais, jornalistas e figuras políticas. Por que gritamos Golpe? conta ainda com epígrafe de Paulo Arantes, textos de capa de Boaventura de Sousa Santos e Luiza Erundina e com charges de Laerte Coutinho, que representam nossa realidade pelo viés do humor, escracham valores alegados pelos conspiradores e revelam outra narrativa e outra comunicação. Ao lado das fotos cedidas e selecionadas pelo coletivo Mídia NINJA, que cobre em tempo real as manifestações que pululam em todo o país, colaboram para montar o cenário do golpe ponto a ponto, passo a passo. Trate-se do quinto título da coleção Tinta Vermelha, que aborda sob perspectivas variadas temas atuais, dando sequência às coletâneas Occupy: movimentos de protesto que tomaram as ruas (2012), Cidades rebeldes: Passe livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil (2013), Brasil em jogo: o que fica da Copa e das Olimpíadas? (2014) e Bala Perdida: a violência policial no Brasil e os desafios para sua superação (2015). O livro contou com apoio da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro Norte (FETEC-CUT/CN) e da Fundação Lauro Campos.
O marxismo demonstrou ao longo dos anos, e sobretudo no século XX, uma incrível capacidade de expandir-se e de dar conta de territórios que lhe pareciam hostis, como a religião e a psicanálise. A obra de Michael Löwy colaborou para essa expansão com grande inventividade - até mesmo no terreno da economia política, aquele para o qual o marxismo precisa com urgência se voltar. A compreensão da trajetória de Löwy, um dos mais importantes pensadores brasileiros, se torna absolutamente necessária em um momento em que se buscam novas interpretações do marxismo. As utopias de Michael Löwy: reflexões sobre um marxista insubordinado reúne dezessete ensaios que, de múltiplas perspectivas, analisam a militância e a teoria desse intelectual. Nesse exercício, contribuem dinamicamente para atualizar a crítica ao capitalismo, ainda mais necessária desde a queda da União Soviética e ansiada por todo o sistema, sobretudo por nós da periferia. Neste livro, revelam-se a criatividade de Löwy e a dos intelectuais que se propõem a entendê-lo. O debate imaginativo - as utopias do pensamento - é ainda mais fundamental, pois se dá em um contexto em que o máximo que nossa esquerda ousa é refugiar-se em John Maynard Keynes, quando no período mais fértil do keynesianismo o rejeitava. Teorias fundadas na circularidade contida em um território nacional estão superadas em um mundo em que a presença do capital é global. Os marcos dos trabalhos da Cepal e de Celso Furtado estão superados. Pensar em categorias como subdesenvolvimento e desenvolvimento é uma forma impotente de compreender o capitalismo em sua periferia. Se o marxismo não compreender a economia política, nenhum projeto de emancipação terá condições de travar a luta teórica e ideológica que se faz necessária. A obra de Löwy ajuda a desvendar o enigma de um pensamento político novo, do qual é exemplo sua capacidade de tratar a questão da exceção, tão presente em Walter Benjamin.
"Clássicos, rebeldes e renegados" é o subtítulo de Intérpretes do Brasil, livro que os professores de História da USP Luiz Bernardo Pericás e Lincoln Secco organizaram para traçar um amplo panorama do pensamento crítico político-social brasileiro dos séculos XX e XXI. São ao todo 27 estudos e ensaios escritos por reconhecidos especialistas acadêmicos que se debruçaram sobre a vida e a obra de alguns dos principais intérpretes da história e da cultura no Brasil. "Acreditamos que este livro é um aporte importante sobre vários intelectuais emblemáticos e suas teorias. Para isso, pudemos contar com a generosa colaboração de diversos estudiosos que se dispuseram a escrever sobre esses pensadores do Brasil.", enfatizam os organizadores. Os autores escolhidos compõem um amplo e rico panorama dos pensamentos social e historiográfico nacional da década de 1920 até o começo dos anos 1990, alguns dos quais muito pouco discutidos em outras obras do gênero. A seleção traz alguns pensadores já clássicos, mas em abordagens inovadoras, como Antonio Candido, Caio Prado Júnior, Celso Furtado, Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, entre outros representantes da intelligentsia nacional. O mérito maior da obra, no entanto, é que os organizadores também trazem para o centro do debate figuras que estavam de certo modo à sombra, a despeito de seu importante papel histórico. Entre os renegados, normalmente esquecidos como pensadores do Brasil, ora por não se enquadrarem nos cânones, ora por serem contrários à abordagem majoritária, estão homens pioneiros como Octávio Brandão, Heitor Ferreira Lima, Astrojildo Pereira, Leôncio Basbaum, Rui Facó, Luís da Câmara Cascudo e Everardo Dias.
"What I am seeking here is a better understanding of the contradictions of capital, not of capitalism. I want to know how the economic engine of capitalism works the way it does, and why it might stutter and stall and sometimes appear to be on the verge of collapse. I also want to show why this economic engine should be replaced, and with what." --from the Introduction To modern Western society, capitalism is the air we breathe, and most people rarely think to question it, for good or for ill. But knowing what makes capitalism work--and what makes it fail--is crucial to understanding its long-term health, and the vast implications for the global economy that go along with it. In Seventeen Contradictions and the End of Capitalism, the eminent scholar David Harvey, author of A Brief History of Neoliberalism, examines the internal contradictions within the flow of capital that have precipitated recent crises. He contends that while the contradictions have made capitalism flexible and resilient, they also contain the seeds of systemic catastrophe. Many of the contradictions are manageable, but some are fatal: the stress on endless compound growth, the necessity to exploit nature to its limits, and tendency toward universal alienation. Capitalism has always managed to extend the outer limits through "spatial fixes," expanding the geography of the system to cover nations and people formerly outside of its range. Whether it can continue to expand is an open question, but Harvey thinks it unlikely in the medium term future: the limits cannot extend much further, and the recent financial crisis is a harbinger of this. David Harvey has long been recognized as one of the world's most acute critical analysts of the global capitalist system and the injustices that flow from it. In this book, he returns to the foundations of all of his work, dissecting and interrogating the fundamental illogic of our economic system, as well as giving us a look at how human societies are likely to evolve in a post-capitalist world.
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