Medeia - O amor louco

FTD Educação
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Nesta narrativa em prosa adaptada da peça teatral Medeia, conhecemos uma das mais fortes e impactantes personagens femininas de todos os tempos. 
Medeia é abandonada pelo marido, Jasão. Ele se casa com Glauce, filha do rei de Corinto, Creonte. Mas Medeia não se conforma em ser abandonada e arquiteta uma terrível vingança. (FTD Educação)
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Editora
FTD Educação
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Publicado em
30 de nov de 2013
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Páginas
112
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ISBN
9788532289872
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Linguagem
português
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Gêneros
Linguagem Artística e Disciplinas / alfabetização
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De Eurípides (séc. V a.C.), o último e o mais trágico dos três (com Ésquilo e Sófocles) grandes poetas trágicos de Atenas clássica, temos hoje dezoito tragédias e um drama satírico, além de numerosos fragmentos resgatados de citações e de papiros. Em língua portuguesa, esta é a primeira tradução por um único tradutor de todo o Teatro Completo de Eurípides. "Completo" neste caso se diz das peças que nos chegaram integrais, a saber, no VOLUME I, o drama satírico O Ciclope e as tragédias Alceste, Medeia, Os Heraclidas, Hipólito, Andrômaca e Hécuba. No VOLUME II, As Suplicantes, Electra, Héracles, As Troianas, Ifigênia em Táurida e Íon. No VOLUME III, Helena, As Fenícias, Orestes, As Bacas, Ifigênia em Áulida e Reso. A presente tradução se diz metódica pela coerência de seus procedimentos, rigorosa ao observar e conservar as demarcações léxicas do imaginário mítico e assim contemplar com uma visão totalizante o sistema de imagens descritivas das noções míticas de "Deus(es)" e de seus correlatos. A presente tradução se diz sistemática por transpor as imagens, as noções e as reiterações e inter-referências das figurações mitopoéticas, transpondo assim também o movimento próprio ao pensamento mítico e político de Eurípides. A presente tradução incorpora — com tanto rigor quanto possível — a índole do português falado no Brasil, em busca da compreensão — tão imediata quanto possível — dos versos traduzidos. A ironia trágica nos contempla justamente no horizonte dessa equivalência entre o imediato e o possível. A presente tradução segue o texto de J. Diggle — Euripidis Fabulae (Oxford, 3 v., 1981, 1984, 1994) e onde este é lacunar, recorremos a restaurações propostas por outros editores, cujos nomes se assinalam à margem direita do verso traduzido.
De Eurípides (séc. V a.C.), o último e o mais trágico dos três (com Ésquilo e Sófocles) grandes poetas trágicos de Atenas clássica, temos hoje dezoito tragédias e um drama satírico, além de numerosos fragmentos resgatados de citações e de papiros. Em língua portuguesa, esta é a primeira tradução por um único tradutor de todo o Teatro Completo de Eurípides. "Completo" neste caso se diz das peças que nos chegaram integrais, a saber, no VOLUME I, o drama satírico O Ciclope e as tragédias Alceste, Medeia, Os Heraclidas, Hipólito, Andrômaca e Hécuba. No VOLUME II, As Suplicantes, Electra, Héracles, As Troianas, Ifigênia em Táurida e Íon. No VOLUME III, Helena, As Fenícias, Orestes, As Bacas, Ifigênia em Áulida e Reso. A presente tradução se diz metódica pela coerência de seus procedimentos, rigorosa ao observar e conservar as demarcações léxicas do imaginário mítico e assim contemplar com uma visão totalizante o sistema de imagens descritivas das noções míticas de "Deus(es)" e de seus correlatos. A presente tradução se diz sistemática por transpor as imagens, as noções e as reiterações e inter-referências das figurações mitopoéticas, transpondo assim também o movimento próprio ao pensamento mítico e político de Eurípides. A presente tradução incorpora — com tanto rigor quanto possível — a índole do português falado no Brasil, em busca da compreensão — tão imediata quanto possível — dos versos traduzidos. A ironia trágica nos contempla justamente no horizonte dessa equivalência entre o imediato e o possível. A presente tradução segue o texto de J. Diggle — Euripidis Fabulae (Oxford, 3 v., 1981, 1984, 1994) e onde este é lacunar, recorremos a restaurações propostas por outros editores, cujos nomes se assinalam à margem direita do verso traduzido.
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