A Grande Guerra: A Batalha do Lys

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A BATALHA DO LYS, A BATALHA D'ARMENTIÈRES OU O 9 DE ABRIL

Ninguém em Portugal chegou até hoje a ter uma noção aproximada do que foi o 9 de Abril. Este livro pretende colmatar essa falha.
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Additional Information

Publisher
Ediçoes Vercial
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Published on
Jan 4, 2014
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Pages
65
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ISBN
9789897000034
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Genres
Biography & Autobiography / Military
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A nossa soberania, perdida apenas durante o domínio filipino, está outra vez em perigo. Vivemos num País que não tem a liberdade de fixar o salário mínimo nacional; ou sequer de restabelecer a linha aérea Lisboa-Bragança. São exemplos menores de um mal maior. Conforme argumenta João Ferreira do Amaral, ao perdermos autonomia monetária e económica, abdicámos da soberania. E novas ameaças se perfilam. O passo seguinte é submeter os orçamentos de estado à aprovação de Bruxelas. E passarmos anos ao serviço dos interesses germânicos por termos uma dívida superior a 60% do PIB.Hoje ameaça-nos uma legião de burocratas europeus. Usam outras armas, legislativas e económicas. E, comandados por uma omnipotente Alemanha, empurram o Velho Continente para um perigoso federalismo, que castigará pesadamente as nações mais fracas. Em Defesa da Independência Nacional é o patriótico manifesto de um professor de Economia, que aborda um tema tabu: o sentimento de pertença a uma nação. Mostra o que nos conduziu aqui. E apresenta a solução. Permanecer na Europa é inevitável. Viver num mundo globalizado é uma oportunidade. Mas enquanto nação soberana. E não como uma junta de freguesia europeia.João Ferreira do Amaral, natural de Lisboa, licenciou-se e doutorou-se em Economia no Instituto Superior de Economia e Gestão, onde foi Professor Catedrático durante 15 anos. Leccionou também na Universidade do Porto, na Universidade do Algarve, na Universidade Católica (Lisboa), na Universidade da Ásia Oriental (Macau), no Instituto Superior de Estatística e Gestão da Informação (Universidade Nova de Lisboa) e no Instituto Superior de Gestão. Fora do universo académico ocupou vários cargos, como director-geral do Departamento Central de Planeamento, director do Gabinete de Estudos Económicos do INE, Assessor do Presidente da República (de 1991 a 2000) e Membro dos Comités de Política Económica da OCDE e da então CEE (1984-89). Actualmente, para além de membro do Conselho Económico e Social, é investigador da UECE- Unidade de Estudos para a Complexidade na Economia (centro do ISEG).
Imagine que Portugal saiu do euro. No dia seguinte, como vamos viver com o novo Escudo?Portugal está a ficar sem alternativas. Já vimos que a austeridade não apenas destruiu a economia, como ameaça continuar a destruí-la durante décadas. A reestruturação da dívida – que Francisco Louçã tem defendido – foi sistematicamente recusada. E da União Europeia pouco podemos esperar: o Tratado Orçamental apenas alargará ainda mais o fosso entre o centro da Europa e as suas periferias, entre os ricos e os pobres. O que nos resta então? No contexto actual, mais do que debater a saída de Portugal do Euro – conforme defende há anos João Ferreira do Amaral – assumimos uma hipótese muito realista: a de que Portugal pode não ter outra alternativa. Quer por vontade própria, quer por força das circunstâncias – pois o frágil edifício da moeda única dificilmente resistirá a uma nova crise ou à eternização da actual.A Hipótese Novo Escudo parte assim do contexto em que a saída do Euro seria um facto consumado. Os autores não debatem as vantagens ou desvantagens da opção. Preferem, isso sim, responder aos seguintes problemas concretos: sairemos ou seremos empurrados? E se sairmos, será com ou sem o acordo da União Europeia?Francisco Louçã é professor catedrático de economia na Universidade de Lisboa. Foi deputado (1999-2012). Publicou artigos científicos e livros que foram traduzidos em onze línguas. Entre outros livros e nos últimos anos: Portugal Agrilhoado (2011), e, em co-autoria, Os Donos de Portugal (2010), A Dividadura (2012), Isto é um Assalto (2013), Os Donos Angolanos de Portugal (2014) e Os Burgueses (2014). João Ferreira do Amaral, natural de Lisboa, licenciou-se e doutorou-se em Economia no Instituto Superior de Economia e Gestão, onde foi Professor Catedrático durante 15 anos. Leccionou também na Universidade do Porto, na Universidade do Algarve, na Universidade Católica (Lisboa), na Universidade da Ásia Oriental (Macau), no Instituto Superior de Estatística e Gestão da Informação (Universidade Nova de Lisboa) e no Instituto Superior de Gestão. Fora do universo académico ocupou vários cargos, como director-geral do Departamento Central de Planeamento, director do Gabinete de Estudos Económicos do INE, Assessor do Presidente da República (de 1991 a 2000) e Membro dos Comités de Política Económica da OCDE e da então CEE (1984-89). Actualmente, para além de membro do Conselho Económico e Social, é investigador da UECE- Unidade de Estudos para a Complexidade na Economia (centro do ISEG).
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