Meshugá

Editora José Olympio
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Recheada de humor e ironia, esta compilação de novelas mescla histórias reais com muitas pitadas de ficção. Polêmicas envolvendo o cineasta Woody Allen, a filósofa Sarah Kofman e o enxadrista Bobby Fischer são alguns dos personagens que passeiam por estas páginas. Meshugá, além de envolver alguns temas clássicos (neurose, hipocondria, mães invasivas e superprotetoras etc.), desvela os mistérios da insanidade, do ódio a si próprio, do olhar perverso do outro e do erotismo tão característicos da produção intelectual dos judeus geniais que habitam esta obra.
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Additional Information

Publisher
Editora José Olympio
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Published on
Dec 22, 2016
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Pages
196
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ISBN
9788503013017
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Language
Portuguese (Portugal)
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Genres
Fiction / General
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Neil Gaiman
Deuses americanos é, acima de tudo, um livro estranho. E foi essa estranheza que tornou o romance de Neil Gaiman, publicado pela primeira vez em 2001, um clássico imediato. Nesta nova edição, preferida do autor, o leitor encontrará capítulos revistos e ampliados, artigos, uma entrevista com Gaiman e um inspirado texto de introdução.

A saga de Deuses americanos é contada ao longo da jornada de Shadow Moon, um ex-presidiário de trinta e poucos anos que acabou de ser libertado e cujo único objetivo é voltar para casa e para a esposa, Laura. Os planos de Shadow se transformam em poeira quando ele descobre que Laura morreu em um acidente de carro. Sem lar, sem emprego e sem rumo, ele conhece Wednesday, um homem de olhar enigmático que está sempre com um sorriso no rosto, embora pareça nunca achar graça de nada.

Depois de apostas, brigas e um pouco de hidromel, Shadow aceita trabalhar para Wednesday e embarca em uma viagem tumultuada e reveladora por cidades inusitadas dos Estados Unidos, um país tão estranho para Shadow quanto para Gaiman. É nesses encontros e desencontros que o protagonista se depara com os deuses — os antigos (que chegaram ao Novo Mundo junto dos imigrantes) e os modernos (o dinheiro, a televisão, a tecnologia, as drogas) —, que estão se preparando para uma guerra que ninguém viu, mas que já começou. O motivo? O poder de não ser esquecido.

O que Gaiman constrói em Deuses americanos é um amálgama de múltiplas referências, uma mistura de road trip, fantasia e mistério — um exemplo máximo da versatilidade e da prosa lúdica e ao mesmo tempo cortante de Neil Gaiman, que, ao falar sobre deuses, fala sobre todos nós. 

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