Orgulho e Preconceito: Pride and Prejudice: Edição bilíngue português - inglês

Editora Landmark LTDA
89
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O romance retrata a relação entre Elizabeth Bennet (Lizzy) e Fitzwilliam Darcy na Inglaterra rural do século XVIII. Lizzy possui outras quatro irmãs, nenhuma delas casadas, o que Sra. Bennet, mãe de Lizzy, considera um absurdo. Quando Sr. Bingley, jovem bem sucedido, aluga uma mansão próxima da casa dos Bennet, Sra. Bennet vê nele um possível marido para uma de suas filhas. De fato, ele parece se interessar bastante por Jane, sua filha mais velha, logo no primeiro baile em que ele, as irmãs e o Sr. Darcy, seu amigo, comparecem. Enquanto Sr. Bingley é visto com bons olhos por todos, Sr. Darcy, por seu jeito frio, é mal falado. Lizzy, em particular, desgosta imensamente dele, por ele ter ferido seu orgulho na primeira vez em que se encontram. A recíproca não é verdadeira. Mesmo com uma má primeira impressão, Darcy realmente se encanta por Lizzy, sem que ela saiba do fato. A partir daí o livro mostra a evolução do relacionamento entre eles e os que os rodeiam, procurando apresentar também, desse modo, a sociedade do final do século XVIII.
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4.9
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Additional Information

Publisher
Editora Landmark LTDA
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Published on
Jan 1, 2012
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Pages
448
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ISBN
9788588781610
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Language
Portuguese
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Genres
Fiction / Romance / General
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EMMA é um dos grandes romances de Jane Austen, publicado pela primeira vez em 1815, quando a autora já desfrutava de relativa fama literária, sendo que este romance foi dedicado ao Regente da Inglaterra, o Príncipe de Gales, mais tarde George IV. A protagonista da história, Emma Woodhouse, é a primeira heroína criada por Jane Austen sem problemas financeiros, sendo que a mesma declara que isto é uma das razões de ela não se preocupar em se casar. Assim como em seus outros romances, Jane Austen relata as dificuldades das mulheres no início do século 19, criando através de seus personagens uma deliciosa comédia de costumes. Emma Woodhouse é uma mulher linda, intelectual e de espírito elevado. Sua mãe faleceu quando ela ainda era muito jovem e esta assumiu o papel da administradora da casa, já que sua irmã mais velha havia se casado. De certa forma, ela é muito madura, apesar de cometer sérios erros: mesmo jurando que nunca se casaria, encontra diversão em arrumar casamentos para outros; aparentemente incapaz de se apaixonar, é através do ciúme que ela descobre seu amor por Mr. Knightley. Em contraste às demais heroínas do universo austeano, Emma Woodhouse parece estar imune à sexualidade e à atração romântica. Diferentemente de Marianne Dashwood, que é atraída pelo homem errado antes de encontrar o certo, Emma não demonstra nenhum interesse romântico pelos homens que ela vem a conhecer. Ela se surpreende quando Mr. Elton se declara a ela, de certa maneira nos mesmos moldes de Elizabeth Bennet, ao reagir à declaração realizada por Mr. Darcy. Notavelmente, Emma não consegue entender a afeição existente entre Harriet Smith e Robert Martin; e é somente após Harriet lhe revelar seu interesse por Mr. Knightley que Emma se descobre ciente de seus próprios sentimentos.
MANSFIELD PARK, considerado o mais ambicioso romance de Jane Austen, foi escrito entre os anos de 1811 e 1813 e publicado anonimamente, como todas as demais obras da autora, em 1814. É provavelmente o menos romântico e o mais pragmático dos romances de Austen, como seu abrupto e bastante prosaico fim demostra. Foi o primeiro dos romances da autora totalmente concebido e escrito em Chawton - sua última morada, onde viveu até sua morte em 1817 - e caracteriza-se por apresentar um aspecto muito diferente dos demais romances predecessores. Para alguns leitores, MANSFIELD PARK é o romance mais gratificante e mais substancial já escrito por Austen, enquanto que outros o veem com certa reserva, devido à sagacidade e humor presentes em seus 48 capítulos. MANSFIELD PARK é um romance que enfoca as maneiras com que as pessoas tentam lidar uns com os outros. Mansfield Park deve ser lido sem preconceitos ou suposições, que na verdade é um dos temas principais do livro. Quase todos, em Mansfield Park, passam ao longo de toda a trama fazendo suposições erradas sobre outras pessoas. Ninguém parece realmente entender uns aos outros e poucos são aqueles que sequer fazem um esforço para tentar entender os demais. Nesse sentido, são típicos personagens criados por Austen: reais, inclassificáveis, difíceis, contraditórios e confusos. Antagonistas agem mais como heróis, heroínas são, por vezes, antipáticas, e vilões, de repente, se transformam em protagonistas. Assim, escândalos surgem em MANSFIELD PARK em todos os níveis: o pecado; as tentações para o pecado; as obstruções interpessoais; as impropriedades que chocam, excitam e produzem fofocas dentro da esfera em que vivem os personagens; a desgraça e a queda públicas; a vitimização e a acusação profética; a expulsão e o sacrifício empreendidos pelo mau gosto da mídia.
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