A narrativa nasce de um instante de escolha: o momento em que alguém resolve parar para enxergar uma figura discreta, perdida entre as árvores de um parque brasileiro. Este é um relato sobre identidade e solidariedade, revelado nos pequenos atos do cotidiano — uma xícara de café, uma mensagem de WhatsApp ou a divisão de despesas entre amigos. Sob o cenário de Curitiba, a história convida o leitor a lembrar que, sob qualquer aparência, existe um nome e uma história esperando para ser lembrada.