Cidade de quartzo

Em 'Cidade de quartzo - escavando o futuro em Los Angeles', o autor discorre sobre as características desta cidade norte-americana, como a especulação imobiliária, a paranóia dos condomínios fechados, a corrupção das autoridades, a violência urbana e o transporte individual em automóveis nas estradas congestionadas. É um retrato do contraste entre políticas públicas mercadológicas e liberais, e a marginalização histórica de estratos sociais e migrantes - quadro que reverberou em eclosões violentas na década de 1990, como previu o autor.
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Publisher
Boitempo Editorial
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Pages
424
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ISBN
9788575591321
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Language
Portuguese (Portugal)
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David Harvey
Na esteira dos recentes protestos que abalaram o país, a Boitempo lança Cidades rebeldes: Passe Livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil. Trata-se do primeiro livro impresso inspirado nos megaprotestos que ficaram conhecidos como as Jornadas de Junho, além de ser o principal esforço intelectual até o momento de analisar as causas e consequências desse acontecimento marcante para a democracia brasileira. Escrito e editado no calor da hora, em junho e julho, Cidades rebeldes é um livro de intervenção, que traz perspectivas variadas sobre as manifestações, a questão urbana, a democracia e a mídia, entre outros temas. Publicada em parceria com o portal Carta Maior e com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo, a obra segue a linha do livro Occupy: movimentos de protestos que tomaram as ruas, com o mesmo formato e preço (R$10,00 o impresso, R$5,00 o e-book), e consolida uma nova coleção da Boitempo, de livros de intervenção e teorização sobre acontecimentos atuais, intitulada "Tinta Vermelha", em referência a um trecho do discurso do filósofo esloveno Slavoj Žižek no Occupy Wall Street, em 2011. Para tornar o livro acessível ao maior número de pessoas - estimulando-as, quem sabe, a ir às ruas por mudanças -, autores cederam gratuitamente seus textos, tradutores não cobraram pela versão dos originais para o português, quadrinistas e fotógrafos abriram mão de pagamento por suas imagens, o que possibilitou deixar o volume a preço de custo.
David Harvey
A memória coletiva marcará 2011 como o ano em que as pessoas tomaram as ruas de diversos países em uma onda de mobilizações e protestos sociais: um fenômeno que começou no norte da África, derrubando ditaduras na Tunísia, no Egito, na Líbia e no Iêmen; estendeu-se à Europa, com ocupações e greves na Espanha e Grécia e revolta nos subúrbios de Londres; eclodiu no Chile e ocupou Wall Street, nos EUA, alcançando no final do ano até mesmo a Rússia. Das praças ocupadas por acampamentos às marchas de protesto nas avenidas das principais metrópoles, emergiu uma consciência de solidariedade mútua que resultou em toda sorte de material multimídia sobre o movimento na internet, amplamente compartilhado nas redes sociais. Para o jornalista, doutor em Ciências Sociais e blogueiro Leonardo Sakamoto, o que muita gente ainda não percebeu é que tais ferramentas não são utilizadas para a mera descrição dos fatos, mas sim para a construção e reconstrução da realidade: "Quando a pessoa atua através de uma dessas redes, não reporta simplesmente. Inventa, articula, muda. Vive". Inspirada por essa campanha colaborativa, a Boitempo lança, em parceria com a revista eletrônica Carta Maior, a coletânea Occupy - movimentos de protesto que tomaram as ruas, a qual reúne artigos de pensadores críticos deste novo momento da política global em que a voz das ruas passa a ocupar o cenário. O livro será vendido a preço de custo, graças à colaboração dos autores e ilustradores, que cederam os direitos autorais para tornar a obra mais acessível e condizente com a proposta do movimento. Imbuídos não só da lucidez da crítica, mas também da esperança e da paixão pelo engajamento, os textos apresentam alguns consensos, como a certeza do declínio geral do capitalismo; a percepção de uma nova solidariedade social; e a análise da ausência, até o momento, de uma definição estratégica dos movimentos de ocupação.
Justin Akers Chac—n
“A rare combination of an author, [Mike Davis is] Rachel Carson and Upton Sinclair all in one.”—Susan Faludi

“[Davis’ writing is] perceptive and rigorous.”—David Montgomery, The Nation

“[Davis’ work is] brilliant, provocative, and exhaustively researched.”—The Village Voice

“[Davis’ work is] eloquent and passionate.”—Tariq Ali

No One Is Illegal debunks the leading ideas behind the often violent right-wing backlash against immigrants.

Countering the chorus of anti-immigrant voices, Mike Davis and Justin Akers Chac—n expose the racism of anti-immigration vigilantes and put a human face on the immigrants who risk their lives to cross the border to work in the United States.

Davis and Akers Chac—n challenge the racist politics of vigilante groups like the Minutemen, and argue for a pro-immigrant and pro-worker agenda that recognizes the urgent need for international solidarity and cross-border alliances in building a renewed labor movement.

Writer, historian, and activist Mike Davis is the author of many books, including City of Quartz, The Ecology of Fear, The Monster at Our Door, and Planet of Slums. Davis teaches in the Department of History at the University of California at Irvine, and lives in San Diego. Davis is the recipient of the 2001 Carey McWilliams Award and the World History Association Book Award.

Justin Akers Chac—n is professor of U.S. History and Chicano Studies in San Diego, California. He has contributed to the International Socialist Review and the book Immigration: Opposing Viewpoints (Greenhaven Press).

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