Direitos humanos

Editora Contexto
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Hoje estamos acostumados a reivindicar direitos que protegem nossa liberdade e igualdade, garantidos por lei. No entanto, nem sempre eles existiram e garantiram nossa dignidade. Do seu revolucionário surgimento no decorrer dos séculos XVII e XVIII aos dias de hoje, a tradição dos direitos humanos conta com um número significativo de detratores e adversários, pois muitos têm a incapacidade de compreender a fundo seu caráter universal e democrático. Este livro surge entre o crescente interesse pelos direitos fundamentais e suas constantes violações, seja pela falta de informação ou pela discordância acerca de sua eficácia. Abrangente e bem organizada, a obra disponibiliza ao leitor cinquenta textos e documentos sobre direitos humanos desde seu surgimento até os mais recentes.
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5.0
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Additional Information

Publisher
Editora Contexto
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Published on
Aug 2, 2010
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Pages
192
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ISBN
9788572445146
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Features
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Language
Portuguese (Portugal)
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Genres
Social Science / Sociology / General
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Content Protection
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István Mézáros
Antonio Negri
Antonio Negri tem tentado reinventar a política, sobretudo a prática das esquerdas, introduzindo e repaginando uma série de conceitos. Não por acaso, este livro, editado por Adrián Cangi e Ariel Pennisi, vem de uma obra compilada na Argentina: a escuta que Negri encontra na América Latina é particularmente grande. Temos muito a dialogar com sua obra. A crise (endêmica) econômica, misturada à crise da representação política, tem provocado uma nova onda de ocupações do espaço público na América Latina e pelo mundo afora. O Estado, como agente do capital financeiro, tem tido dificuldades em enfrentar essas novas ondas que emanam do que Negri, com Spinoza, chama de manifestações da "multidão". Essa categoria política não tem nada a ver com a de "massas", que esteve, no século XX, no centro dos fascismos. Para Negri, na era do biopoder, encarnado no que ele denomina de biocapitalismo, deve-se inventar a biopolítica. As lutas operárias obrigaram o capital a se deslocar cada vez mais para a administração da vida, da saúde, da educação, da velhice, consolidando o Estado/assistente (também em vias de dissolução...). Mas existe uma reserva de resistência que se manifesta na construção da multidão, não como sujeito político tradicional, mas como fonte de articulação de desejos represados, de demandas de minorias e de diversos grupos díspares, mas unidos na ocupação e construção de um espaço de resistência, do comum, como instância de ruptura e de emancipação. Negri descarta a ideia de construção de uma sociedade pós-histórica, final: ele sabe que a força da multidão vive de suas divisões e conflitos. Com Spinoza, ele afirma a democracia como um espaço de embates, de tensões e não de uma artificial e violenta imposição da ordem.
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