A história do Brasil para quem tem pressa: Dos bastidores do descobrimento à crise de 2015 em 200 páginas!

Editora Valentina
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Dos bastidores do descobrimento à crise de 2015 em 200 páginas! Ilustrado e didático, um livro essencial para todos que procuram um ponto de partida para se aprofundar na história do Brasil. Diz o poeta alemão Bertold Brecht: "De nada vale partir das coisas boas de sempre, mas sim das coisas novas e ruins. " Seguindo tais conselhos, A História do Brasil para Quem Tem Pressa faz uma digressão sobre a história do país para tentar compreender o tempo presente e responder a algumas perguntas essenciais: • Por que, do ponto de vista político, o Brasil ainda é um país muito frágil? • Por que a nossa imensa riqueza natural não se reverte em um estado de bem-estar social universal? • O que estava por trás da viagem que trouxe Cabral ao Brasil? • Por que o território foi dividido em Capitanias Hereditárias? • Por que fomos a última nação do mundo ocidental a abolir de forma oficial o trabalho escravo? Além de responder a essas perguntas, Marcos Costa trata também de outros temas essenciais da nossa história: os verdadeiros milagres brasileiros -- a cana-de-açúcar, o café e o ouro; a abdicação de D. Pedro I; a Guerra do Paraguai; o papel de D. Pedro II e da Princesa Isabel no cenário da futura República; a República do Café com Leite; a Inconfidência Mineira; a Revolução de 1930; o Estado Novo; a morte de Getúlio; a ascensão de JK; Jango e o golpe militar de 1964; o milagre econômico; o movimento das Diretas Já; FHC e o Plano Real; Lula e o PT no poder.
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Sobre o autor

Marcos Costa pensou em ser arquiteto, mas logo desistiu e foi fazer História na UNESP – campus de Assis. Tornou-se Mestre e Doutor em História Social também pela UNESP. Historiador, professor universitário, pesquisador e escritor. Autor de inúmeros artigos publicados em revistas acadêmicas e dos livros O reino que não era deste mundo, Para uma nova história, Escritos coligidos: textos de Sérgio Buarque de Holanda (em 2 volumes) e O homem que não quis ser imortal
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Outras informações

Editora
Editora Valentina
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Publicado em
13 de set de 2016
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Páginas
200
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ISBN
9788558890137
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Linguagem
português
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Gêneros
História / Américas (Norte, Central, Sul, West Indies)
História / América Latina / América do Sul
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2.500 anos de descobertas — os feitos dos grandes cientistas, desde os tempos antigos até a era moderna. Desde os tempos antigos, homens e mulheres de brilhante intelecto tentam entender o universo observando muito além da capacidade de ver ou mesmo tocar — de minúsculos átomos às mais distantes estrelas. A História da Ciência para Quem Tem Pressa é um guia essencial para o leitor que deseja conhecer os resultados de milhares de anos de atividades e esforços na área da ciência. É uma obra que resume, em ordem cronológica, as principais descobertas dos mais fecundos pensadores, entre os quais podemos citar Aristóteles, Arquimedes, Lavoisier, Fibonacci, Darwin, Da Vinci, Curie, Turing, Edison, Euclides, Newton, Einstein, Pasteur, Kepler, Copérnico e Hipócrates. O livro destaca também, em sintéticas biografias, a vida e os trabalhos dos cientistas que mais influenciaram nosso planeta. Nele, o leitor saberá, entre muitas outras coisas superinteressantes, que Ptolomeu teve que corrigir certo aspecto de suas convicções para se harmonizar com suas teorias; que Freud usava cocaína em suas sessões de atendimento psicoterápico para "expandir" a própria mente; e que Tim Berners-Lee, o inventor da WWW, foi proibido de usar os computadores da sua universidade depois que descobriram que ele estava hackeando o sistema. Também com o objetivo de demonstrar que a curiosidade humana não tem limites, esta obra apresenta os experimentos que ousaram contestar "verdades" consagradas e cujas teorias mudaram a nossa forma de ver o mundo. Para sempre.
A obra de Elio Gaspari ganha versão digital com apresentação de documentos

COLEÇÃO DITADURA


Elio Gaspari

Durante os últimos trinta anos, o jornalista Elio Gaspari reuniu documentos até então inéditos e fez uma exaustiva pesquisa sobre o governo militar no Brasil. O resultado desse meticuloso trabalho gerou um conjunto de quatro volumes que compõem a obra mais importante sobre a história recente do país, e que acaba de ganhar uma edição revista e ampliada, enriquecida com novas fotos e projeto gráfico.

A obra está dividida em dois conjuntos: As ilusões armadas e O sacerdote e o feiticeiro. Publicada original­mente em 2002, As ilusões armadas reúne os livros A ditadura envergonhada e A ditadura escancarada, e rece­beu o prêmio de Ensaio, Crítica e História Literária de 2003, concedido pela Academia Brasileira de Letras. Nos primeiros anos após o golpe de 1964, o governo militar ainda relutava em se assumir como uma ditadura, daí o título A ditadura envergonhada. Mas com a edição do AI-5, no final de 1968, que suspendeu direitos constitu­cionais, ela se revela. Em A ditadura escancarada, são reconstituídos os momentos mais tenebrosos do regime, como a prática da tortura contra os opositores do regime e a violência empregada contra os guerrilheiros do Araguaia, um dos últimos núcleos de resistência política.

Os personagens centrais de O sacerdote e o feiticeiro são respectivamente os generais Ernesto Geisel e Gol­bery do Couto e Silva. A ditadura derrotada detalha os antecedentes desses dois importantes personagens, con­centrando-se na articulação que os levou ao poder e também na vitória do partido de oposição nas eleições de 1974. A ditadura encurralada, quarto volume, culmina com a exoneração do general Sylvio Frota do cargo de ministro do Exército. Naquele momento, o presidente Ernesto Geisel punha um ponto final na anarquia militar que tomava conta do país. Desse relato fazem parte episódios como o assassinato do jornalista paulista Vladimir Herzog em outubro de 1975, nas dependências de uma unidade do Exército, fato que contribuiu para azedar a relação entre a Presidência e setores das Forças Armadas.

O quinto livro da série, a ser publicado futuramente, abordará o final da gestão do general Geisel, o governo do presidente João Baptista Figueiredo, em que se sobressaem o atentado do Riocentro, a bancarrota de 1982 e a campanha por eleições diretas.

• Pela primeira vez em formato eletrônico, a principal obra sobre a história recente do país é reeditada com material inédito.

• Atualizações realizadas a partir de atas do Conselho de Segurança Nacional divulgadas em 2008 pelo Arquivo Nacional.

• Mais de 100 fotos novas foram acrescidas ao material original

•Documentos do arquivo pessoal do autor, áudios e vídeos estão disponíveis em www.arquivosdaditadura.com.br.

O comércio crescente, os laços comerciais e políticos entre América Latina e China, especialmente a incorporação do Brasil nos BRICS, inauguraram o surgimento de novas estruturas institucionais, políticas e comerciais, que dão à região condições para buscar vincular o seu desenvolvimento econômico ao cada vez maior peso econômico do gigante asiático. Embora esses desenvolvimentos tenham sido muito positivos, eles foram substancialmente complicados pelo impacto negativo da crise econômica mundial desde 2008 e pela ofensiva da política neoliberal liderada pelos Estados Unidos, que já saiu vitorioso com a vitória de Macri na Argentina, no processo de impeachment contra Dilma Rousseff e nas graves dificuldades econômicas enfrentadas pelo governo bolivariano de Nicolás Maduro na Venezuela, apenas para mencionar os mais importantes. (FRANCISCO DOMINGUEZ/Middlesex University) A analogia que me vem à mente para discutir a relação entre a desigualdade e o poder econômico é a lei da gravitação. A desigualdade é visível, mesmo estatisticamente mensurável em muitos casos, mas o poder econômico que a impulsiona é invisível e não mensurável. Como a força da gravidade, o poder é o princípio organizador da desigualdade, seja de renda, riqueza, sexo, raça, religião ou região. Seus efeitos são vistos de forma generalizada em todas as esferas, mas as formas em que o poder econômico torna estas variáveis econômicas visíveis permanecem invisivelmente obscuras. Ele desafia a análise empírica direta, e tem que ser analisado através de seus efeitos. (AMIT BHADURI/Jawaharlal Nehru University)
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