1964

Boitempo Editorial
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Este ensaio de Paulo Arantes foi extraído da obra "O que resta da ditadura" (Organização de Edson Teles e Vladimir Safatle), editada pela Boitempo, que reúne uma série de ensaios que esquadrinham o legado deixado pelo regime militar na estrutura jurídica, nas práticas políticas, na literatura, na violência institucionalizada e em outras esferas da vida social brasileira. Fruto de um seminário realizado na Universidade de São Paulo (USP), em 2008, o livro reúne textos de escritores e intelectuais como Maria Rita Kehl, Jaime Ginzburg, Paulo Arantes, Ricardo Lísias e Jeanne Marie Gagnebin, que buscam analisar o que permanece de mais perverso da ditadura no país hoje.
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About the author

Paulo Eduardo Arantes é filósofo, professor aposentado do Departamento de Filosofia da Universidade de São Paulo (USP), onde lecionou entre 1968 e 1998. Publicou, entre outros, Hegel: a ordem do tempo (1981), Ressentimento da dialética (1996), Extinção (2007) e O novo tempo do mundo (2014). Coordenador da coleção Estado de Sítio da Boitempo, colaborou com O que resta da ditadura: a exceção brasileira, organizado por Vladimir Safatle e Edson Teles, com o ensaio "1964, o ano que não terminou".
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Additional Information

Publisher
Boitempo Editorial
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Published on
Mar 29, 2019
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Pages
51
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ISBN
9788575596920
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Language
Portuguese
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Genres
Political Science / General
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Durante a guerra do Kosovo um entusiasta do humanismo militar como Michael Ignatieff observou que `a beleza de tais armas` é que elas podem ser usadas. Pouco tempo depois pediria uma intervenção `imperial e sem piedade` no Iraque. Não estamos mais diante da guerra, mas, agora sim, diante da política como mera continuação da guerra. Paulo Arantes Extinção é parte da coleção Estado de Sítio, da Boitempo Editorial. O livro do filósofo Paulo Arantes reúne escritos em que o autor destrincha as entranhas do imperialismo norte-americano -"guerra ao terror", ataques "preventivos", "tortura terceirizada", guerra "high-tech", petróleo e dinheiro - e o que ele aponta como o colapso do petismo no Brasil. Cortante, irônico, ágil e provocador, os textos descortinam, sem meias palavras ou concessões, as mistificações de intelectuais que justificam a barbárie e as ilusões conciliadoras de alguns grupos de esquerda. A falência do governo Lula - sobre o qual "dizer que acabou não deixa de ser um exagero piedoso, pois supõe que em algum momento ele tenha começado" - é, para Arantes, uma entre várias extinções: das idéias, das opções, da política, da vida. Extinção traz ainda entrevistas concedidas por Arantes a diversos jornais e revistas, discutindo o papel do intelectual na contemporaneidade e desafiando consensos. "Deu no que deu. O mediador providencial nomeado conciliador universal de todos os antagonismos de uma nação dilacerada quando muito armou um jogo de cena entre tese e antítese: enumerando a esmo, agronegócio e reforma agrária, Monsanto e movimento ambientalista, Microsoft e software livre, gesticulação diplomática Sul-Sul e tropas no Haiti a mando do Império etc. A síntese não veio e não virá", analisa o filósofo.
Somando-se ao debate público sobre a crise política no Brasil, Por que gritamos Golpe? proporciona ao leitor diversas análises sobre a dinâmica do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, dentro de uma perspectiva multidisciplinar e de esquerda. Os textos que compõem a coletânea são inéditos e buscam desenhar uma genealogia da crise política, entender as ameaças que se colocam à democracia e aos direitos conquistados pela Constituição de 1988 e apontar caminhos de superação de nossos impasses políticos. São trinta autores, entre pesquisadores, professores, ativistas, representantes de movimentos sociais, jornalistas e figuras políticas. Por que gritamos Golpe? conta ainda com epígrafe de Paulo Arantes, textos de capa de Boaventura de Sousa Santos e Luiza Erundina e com charges de Laerte Coutinho, que representam nossa realidade pelo viés do humor, escracham valores alegados pelos conspiradores e revelam outra narrativa e outra comunicação. Ao lado das fotos cedidas e selecionadas pelo coletivo Mídia NINJA, que cobre em tempo real as manifestações que pululam em todo o país, colaboram para montar o cenário do golpe ponto a ponto, passo a passo. Trate-se do quinto título da coleção Tinta Vermelha, que aborda sob perspectivas variadas temas atuais, dando sequência às coletâneas Occupy: movimentos de protesto que tomaram as ruas (2012), Cidades rebeldes: Passe livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil (2013), Brasil em jogo: o que fica da Copa e das Olimpíadas? (2014) e Bala Perdida: a violência policial no Brasil e os desafios para sua superação (2015). O livro contou com apoio da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Centro Norte (FETEC-CUT/CN) e da Fundação Lauro Campos.
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