Tudo que é belo

Editora Todavia S.A
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Tudo que é belo, conjunto de histórias selecionadas pelos curadores de The Moth, um dos mais bem-sucedidos projetos de contação dos eua, traz vozes conhecidas ao lado de nomes novos e surpreendentes. Ombro a ombro com autores consagrados, como Meg Wolitzer, John Turturro e Ishmael Beah, o leitor encontra: um astrônomo que vê a superfície de Plutão pela primeira vez; uma refugiada afegã que descobre o tamanho do sacrifício feito por seu pai para salvar a família; uma artista do hip hop que tem de aceitar o fato de ser um músico de um hit só; uma jovem espiã que arrisca tudo como integrante do exército secreto de Churchill durante a Segunda Guerra. E muito mais. Seja um aluno do Ensino médio ou um neurocientista, os contadores de história deste livro desbravam um território inexplorado – e têm suas vidas transformadas para sempre a partir do que descobrem no trajeto. Com humor e inteligência, eles nos encorajam a ser mais abertos, vulneráveis e, por que não dizer, vivos.
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About the author

THE MOTH é uma aclamada ONG dedicada à arte de contar estórias. Criada por amigos inspirados através de estórias contadas em varandas de uma pequena cidade da Geórgia, THE MOTH conseguiu atrair mais ouvintes em Nova York, e se tornou conhecida internacionalmente através do popular podcast The Moth Radio Hour. The Moth celebra tanto a tradição dos bardos, que trazem o calor das experiências da vida cotidiana, quanto o contador novato, que vivenciou algo extraordinário e deseja compartilhá-lo. Desde sua criação em 1997, The Moth apresentou dezenas de estórias, contadas ao vivo ou em platéias ao redor do globo.
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Additional Information

Publisher
Editora Todavia S.A
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Published on
Feb 5, 2018
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Pages
384
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ISBN
9788593828492
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Language
Portuguese
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Genres
Literary Collections / Essays
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Obra vencedora do prêmio Jabuti de Melhor Livro do Ano de Não Ficção em 2010. A psicanalista e escritora Maria Rita Kehl parte da suposição de que a depressão é um sintoma social contemporâneo para desenvolver os três ensaios que compõem o livro: O tempo e o cão, a atualidade das depressões. Escrito a partir de experiências e reflexões sobre o contato com pacientes depressivos, o livro aborda um tema que, apesar de muito comentado, é pouco compreendido e menos ainda aceito atualmente. Para abordá-lo, Maria Rita faz um apanhado do lugar simbólico ocupado melancolia, desde a Antigüidade clássica até meados do século XX, quando Freud trouxe esse significante do campo das representações estéticas para o da clínica psicanalítica. Para ela: "Freud privatizou o conceito de melancolia; seu antigo lugar de sintoma social retornou sob o nome de depressão." O livro toca também na relação subjetiva dos depressivos com o tempo, chamado pela autora de temporalidade. Para a construção deste pensamento, são utilizados conceitos dos filósofos Henry Bergson e Walter Benjamin, ambos dedicados à reflexão sobre essa questão. A clínica das depressões do ponto de vista da psicanálise está presente no terceiro ensaio, a começar pelo estabelecimento das distinções fundamentais entre a depressão e a melancolia. Aqui, a autora busca estabelecer as diferenças entre a posição subjetiva dos depressivos e as circunstâncias que determinam episódios pontuais de depressão nos obsessivos e nos histéricos. Reconhecida pela longa e compromissada trajetória profissional, Maria Rita Kehl lança seu segundo livro pela Boitempo Editorial. Acessível e profundo, O tempo e o cão desperta o interesse não somente daqueles que têm relação direta com a psicanálise, mas também de quem deseja compreender a fundo a ação dos mecanismos sociais sobre a subjetividade humana.
Este livro, «Crónicas da Terra Longe», de Luiz Andrade Silva, resulta da compilação de uma diversidade de textos publicados na imprensa cabo-verdiana e estrangeira, como também de algumas intervenções públicas no âmbito de iniciativas promovidas pelas comunidades cabo-verdianas radicadas no estrangeiro. O conteúdo desta obra circula à volta da temática da emigração, mas sem deixar de abrir espaço, aqui e além, para a abordagem de questões atinentes à cultura, ao desporto e outros assuntos candentes da vida cabo-verdiana. Dir-se-á que tinha de ser assim porque o fenómeno da emigração aglutina tudo o que substancializa a existência de um povo. Com efeito, o homem cabo-verdiano emigra mas leva com ele o seu imaginário e o seu património cultural e, embora dotado de aptidão natural para se integrar e conviver pacífica e harmoniosamente com os povos estrangeiros que o acolhem, ele jamais deixa de ser o que é, nunca perde os liames da sua vincada consciência identitária. Embora capaz de assimilar facilmente uma cosmovisão que o habilita a enriquecer o seu espírito e a superar as suas limitações, o cabo-verdiano jamais perde a bússola da sua própria geografia mesmo que milhares de léguas o separem das suas ilhas. Luiz Andrade Silva é autor, mas é simultaneamente personagem activo das vivências e factos que relata, analisa e critica, com o peso e a medida que lhe conferem a sua vasta experiência de vida e o apetrechamento cultural que aperfeiçou precisamente no país que o acolheu como emigrante – a França. Ao emigrar para a França em 1968, Luiz Andrade Silva seguiu o mesmo itinerário para Pasárgada que outros percorreram antes dele. Mas fê-lo imbuído e cônscio das referências sociológicas com que Baltasar Lopes da Silva reinterpretou a alegoria poética do brasileiro Manuel Bandeira. Na verdade, Luiz Andrade Silva foi para a «terra longe» não para se evadir lunaticamente em busca de uma felicidade fictícia, mas para ali instalar o proscénio de uma luta tenaz a favor das comunidades emigrantes, em particular, e dos seus irmãos cabo-verdianos, em geral. Se os políticos nem sempre, ou raras vezes, afinam o diapasão da sua agenda com as muitas e válidas propostas e sugestões de Luiz Andrade Silva, a verdade é que em momento algum ele afrouxa o seu ânimo e motivação para continuar a dar o melhor de si por Cabo Verde e pelo seu povo. Adriano Miranda Lima
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