Com Zeus Não Se Brinca

Paulo Bitencourt
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O novo livro do autor do best-seller Liberto da Religião, um dos livros mais vendidos na categoria Ateísmo, Religião e Espiritualidade.

★★★★★ Inteligente, atrevido, subversivo.
«Se Paulo Bitencourt tivesse vivido na Inglaterra na década de 1960, certamente teria sido convidado para integrar os Monty Python.» (Leandro Karnal)

★★★★★ Humor crítico de excelente qualidade.
«Este livro espeta os defensores de verdades absolutas com suas falácias absolutamente infantis, governados pelo medo de pensar.» (Juanico di Salvo)

Temas abordados: Alá, Ateísmo, Bíblia, Ceticismo, Céu, Ciência, Comunismo, Cristianismo, Deus, Diabo, Evolução, Filosofia, Gospel, Igreja Católica, Evangélica, Pentecostal, Universal, Inferno, Islã, Jesus, Judaísmo, Livre Pensamento, Maomé, Protestantismo, Religião, Satanás, Socialismo, etc.

Conte uma piada de Diabo, e Deus rirá. Conte uma piada de Deus, e o Diabo rirá — e Deus sentará você no colo do Capeta.

Existe coisa mais absurda que ofender seres invisíveis? Enquanto nossas sondas espaciais vasculham os confins do Sistema Solar, em pleno século XXI pessoas ainda podem ser presas e assassinadas por brincar com palavras como Deus, Javé, Jesus e Alá. Quatro bilhões de cristãos e muçulmanos acham normal acreditar em seres invisíveis que, num lago de fogo e enxofre, torturam quem acha engraçado acreditar nesses seres invisíveis.

Com Zeus Não Se Brinca
é uma coletânea de cerca de 330 reflexões satíricas (várias das quais aludem a fatos recentes) concebidas por Paulo Bitencourt com o objetivo de, através do humor, levar seus leitores a ponderar sobre as loucuras do mundo da religião.

Paulo Bitencourt nasceu no Paraná, mas passou a infância no Rio de Janeiro. De família evangélica, quase se tornou pastor. Ao fim do quinto semestre de Faculdade de Teologia, em São Paulo, abandonou os estudos e foi viver na Áustria, onde se formou em Canto Lírico. Sua esposa é natural de São Petersburgo, na Rússia, e seu filho nasceu na terra de Wolfgang Amadeus Mozart.
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Sobre o autor

 
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Outras informações

Editora
Paulo Bitencourt
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Publicado em
1 de nov. de 2018
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Páginas
126
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Idioma
português
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Géneros
Ficção/Fantasia/Humorística
Ficção/Humorística/Humor negro
Humor Form / / Anedotas e citações
Humor Topic / / Religião
Religião / Agnosticismo
Religião / Ateísmo
Religião / Cristianismo / Geral
Religião / Islamismo / Geral
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★★★★★ Excelente! «O livro que Olavo de Carvalho tem medo de ler. Leitura imprescindível para os dias sombrios pelos quais o Brasil está passando, com uma dominação cada vez maior do fanatismo cristão sobre a política.» (Leandro Karnal)


★★★★★ Defesa apaixonada da razão. «É lindo ver a lucidez com que o autor disseca essa doença infecciosa chamada religião, expondo camada após camada do cadáver à luz da razão. É estonteante o modo como apresenta um volume assombroso de fatos sem jamais ser maçante, muitas vezes apelando até para o bom humor. Uma leitura inspiradora e revigorante.» (Alan Pires Ferreira)


★★★★★ Um livro de cabeceira. «Paulo Bitencourt mostra uma argumentação de lógica impecável, bem fundamentada e rica em detalhes e observações, só possível numa mente livre de dogmatismos. O livro é do nível dos de Christopher Hitchens, Sam Harris, Richard Dawkings ou Bertrand Russell: franco, provocativo e libertário.» (Juanico di Salvo)


Um dos livros mais importantes da atualidade, em face do crescimento do fundamentalismo religioso que solapa a separação entre Igreja e Estado, tão essencial para a democracia e liberdade de consciência.


Temas abordados: Alá, Ateísmo, Bíblia, Ceticismo, Céu, Ciência, Comunismo, Cristianismo, Deus, Diabo, Evolução, Filosofia, Gospel, Igreja Católica, Evangélica, Pentecostal, Universal, Inferno, Islã, Jesus, Judaísmo, Livre Pensamento, Maomé, Protestantismo, Satanás, Socialismo, etc.


Apesar da enorme expansão do conhecimento, grande avanço da Ciência (com nossas sondas espaciais vasculhando os confins do Sistema Solar) e todo pensamento filosófico, 250 anos após o Iluminismo, em pleno século XXI, bilhões de pessoas ainda pensam ser imprescindível acreditar nas primitividades das religiões.


Enquanto as religiões mundiais mutuamente se desprezam, milhares de denominações cristãs brigam pelo título de “A Verdadeira”, mas no combate à razão e na imposição de seus dogmatismos a toda a sociedade elas fingem harmonia.


Ao passo que o Islã cada vez mais se radicaliza, o Brasil tem sido palco de um galopante aumento de fanatismo religioso que se infiltra na política e objetiva transformar nosso país numa teocracia.


A partir de sua experiência pessoal com o literalismo bíblico, Paulo Bitencourt faz uma abordagem histórica do fundamentalismo cristão e expõe as falácias dos dogmas religiosos, os efeitos negativos da supressão do pensamento crítico e os benefícios que viver sem religião traz ao indivíduo e consequentemente ao mundo.


Paulo Bitencourt nasceu no Paraná, mas passou a infância no Rio de Janeiro. De família evangélica, quase se tornou pastor. Ao fim do quinto semestre de Faculdade de Teologia, em São Paulo, abandonou os estudos e foi viver na Áustria, onde se formou em Canto Lírico. Sua esposa é natural de São Petersburgo, Rússia, e seu filho nasceu na terra de Wolfgang Amadeus Mozart.


Paulo Bitencourt é autor também do livro Com Zeus Não Se Brinca.

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