Francisco Sá Carneiro: Solidão e Poder

Leya
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Trinta anos depois, Francisco Sá Carneiro: Solidão e Poder continua a ser o melhor retrato do homem e do político, um livro essencial também para conhecer e compreender o Portugal que despontava no pós-25 de Abril. Uma vida breve, um percurso interrompido, um homem com vontade férrea, a cena política onde interveio, fazem de Francisco Sá Carneiro a figura incontornável que aqui se dá a conhecer, através da prosa escorreita de Maria João Avillez, que um ano após a morte de Sá Carneiro empreendeu, com brio, a enorme tarefa de o biografar. Por isso, agora esta reedição: para os que conheceram Francisco Sá Carneiro e para os que vão agora passara a conhecê-lo.
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Additional Information

Publisher
Leya
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Published on
Apr 29, 2011
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Pages
241
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ISBN
9789895556052
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Best For
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Language
Portuguese
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Genres
Biography & Autobiography / Political
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Seller
Google Commerce Ltd
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Vítor Gaspar fala pela primeira vez sobre os seus dois anos enquanto ministro das Finanças.O episódio da carta de demissão, as negociações à porta fechada com a Troika, as verdades desconhecidas sobre o PEC IV, o convite para ser ministro das Finanças, a relação com Paulo Portas, o presente e o futuro de Portugal, e muito mais, é pela primeira vez contado ao grande público.Um livro de entrevistas conduzido por Maria João Avillez, em que finalmente se fica a saber quem é Vítor Gaspar.Maria João Avillez é jornalista. Casada, com quatro filhos, iniciou a sua actividade profissional com 17 anos na Rádio Televisão Portuguesa, não mais parando de fazer jornalismo na televisão, rádio e jornais. Esteve n‘A Capital e no Expresso, onde foi redactora principal. Colaborou com assiduidade no Diário de Notícias nas décadas de setenta e oitenta. Entre 1987 e 1989 foi assessora no gabinete do então ministro da Educação, Roberto Carneiro. Nos anos 90 esteve no Público e assinou e apresentou na RTP o programa semanal de entrevistas «Interiores», tendo entretanto regressado ao Expresso onde se manteve até 2005. Entre 2001 e 2006 participou na SIC Notícias com dois programas dominicais de entrevistas, «Conversa Afiada» e «Outras Conversas»; colaborou durante quatro anos com a Rádio Renascença como autora e apresentadora de um debate semanal e depois, com a Rádio Comercial, onde era autora e pivot de um programa semanal de actualidade e comentário político. Trabalhou na revista Sábado, foi colaboradora do jornal I e do Diário Económico. Frequentemente convidada a comentar a actualidade nas estações televisivas e rádios, trabalha actualmente como freelancer. Em 1982 com o trabalho intitulado «Sá Carneiro – o Último Retrato», ganhou o Prémio internacional EFE de Jornalismo, atribuído à melhor reportagem surgida nesse ano entre centenas de trabalhos publicados em países de língua latina. Tem nove livros publicados entre os quais se contam a biografia em três volumes de Mário Soares, Francisco Sá Carneiro: Solidão e Poder – reeditado no ano de 2010 e Conversas com Álvaro Cunhal.
Quis o destino que as vidas de Snu Abecassis e Sá Carneiro se cruzassem um dia, para nunca mais voltarem a ser iguais. A «Princesa que veio do frio», como se referiam a ela, era uma mulher obstinada, forte e cheia de vida. Fundadora das Publicações Dom Quixote, Snu criou uma linha editorial que não se cansava de enfrentar o regime. Ela era uma mulher que não tinha medo de nada. Assim foi Snu na vida profissional, mas também na pessoal, cuja grande paixão com Sá Carneiro desafiou todas as leis do Estado Novo. Por Sá Carneiro, Snu pediu o divórcio, o que era um escândalo na época. Por Snu, Sá Carneiro abandonou um casamento ultra conservador (não conseguindo, porém, de imediato o divórcio). Contra tudo e contra todos, assumiram uma união de facto, muito mal vista na época, e comportavam-se como marido e mulher. Mesmo sabendo que a sua carreira política poderia ficar ameaçada por esta união, Sá Carneiro não desarmou nunca, chegando a dizer inclusive em 1977 que «Se a situação for considerada incompatível com as minhas funções, escolherei a mulher que amo». Este livro vai fazê-lo reviver uma das mais emocionantes histórias de amor já vividas em Portugal, uma história inspiradora interrompida apenas pelo trágico acidente/atentado de Camarate, onde ambos ambos perderam a vida. Revivendo a história de Snu e Sá Carneiro o leitor terá ainda a oportunidade de viajar por alguns dos capítulos mais importantes da história da democracia em Portugal, nos quais Sá Carneiro era um dos protagonistas principais.
O Brasil assistiu nos últimos anos ao rápido crescimento da JBS, que, nas mãos dos irmãos Wesley e Joesley Batista, saiu da condição de pequena empresa familiar para transformar-se em gigante mundial. Já no auge do sucesso, Joesley trocou seu iate Blessed (“Abençoado”, em inglês) por um novo e maior, que batizou de Why Not (“Por que não?”). O sugestivo nome parecia indicar os rumos que os irmãos estavam dispostos a percorrer. Por que não subornar políticos para aprovar leis que favorecessem a empresa? Por que não crescer contando com atalhos e privilégios de uma rede estatal de benefícios? Por que não gravar políticos, clandestinamente e em situações comprometedoras, tendo em vista uma possível delação premiada?

               Narrando esse caso no ritmo de um thriller político e empresarial, após dois anos de apuração e mais de uma centena de entrevistas, a jornalista Raquel Landim remonta em Why Not a história da JBS desde sua origem até os bastidores da negociação do polêmico acordo de colaboração premiada, que garantiria imunidade judicial aos irmãos Batista apesar de seus crimes. Com inegável talento para negócios, Wesley e Joesley perceberam desde cedo que poderiam crescer ainda mais se contassem com a ajuda do governo, mesmo que para isso tivessem que adotar métodos nada convencionais, dando início ao que se tornaria um dos maiores esquemas de corrupção já descobertos em uma empresa privada brasileira. Todos os detalhes desta incrível história os leitores acompanharão em Why Not como se fossem um observador invisível no submundo do poder e da ganância.

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