D. Narcisa de Villar: (Legenda do Tempo Colonial)

· Janela Amarela Editora
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D. Narcisa de Villar , publicado como folhetim em 1858, é um drama romântico que tem como pano de fundo as exuberantes paisagens do Paraná, em um Brasil colonial. Uma obra repleta de simbolismo e crenças.

Narrada por uma voz feminina, a autora subverte a idealização romântica, transformando o romance indigenista em um espaço de denúncia, trazendo a público feridas sociais raramente abordadas pela perspectiva feminina. A autora critica o casamento arranjado, no qual a mulher é tratada como "mercadoria" diante do poder patriarcal.

O livro apresenta uma denúncia explícita da escravidão dos povos indígenas, alicerce essencial na construção da nação brasileira. Expõe o racismo, o abuso e o abandono, temas que fazem de Anna Luiza de Azevedo Castro, sob o pseudônimo Indigena do Ypiranga, uma precursora da voz crítica feminina na literatura brasileira.

Baseada no livro publicado em 1859, esta nova edição teve a ortografia atualizada e conta com notas explicativas para termos e expressões fora de uso.

D. Narcisa de Villar , publicado como folhetim em 1858, é um drama romântico que tem como pano de fundo as exuberantes paisagens do Paraná, em um Brasil colonial. Uma obra repleta de simbolismo e crenças. Narrada por uma voz feminina, a autora subverte a idealização romântica, transformando o ro...

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About the author

Anna Luiza de Azevedo Castro, conhecida como Anna de Castro, nasceu em São Francisco do Sul (SC) em 1823, mas viveu a maior parte de sua vida no Rio de Janeiro.
Escreveu e publicou poemas e artigos. Seu único romance foi D. Narcisa de Villar, que assinou com o pseudônimo Indigena do Ypiranga. Obra inicialmente publicada como folhetim no jornal A Marmota, entre abril e julho de 1858.
Foi também ativa educadora, atuando como professora e diretora em um dos maiores colégios femininos do Rio de Janeiro, e sócia honorária da Sociedade Brasileira de Ensaios Literários. Defendia o direito da mulher à educação e à literatura como forma de combate à submissão intelectual feminina.
Anna de Castro faleceu no Rio de Janeiro em 22 de janeiro de 1869, aos 46 anos.

Anna Luiza de Azevedo Castro, conhecida como Anna de Castro, nasceu em São Francisco do Sul (SC) em 1823, mas viveu a maior parte de sua vida no Rio de Janeiro. Escreveu e publicou poemas e artigos. Seu único romance foi D. Narcisa de Villar, que assinou com o pseudônimo Indigena do Ypiranga. Ob...

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