7 x 1 - A Matemática do Futebol & a Conspiração Hexa gol Home

Chiado Editora
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O futebol do Brasil acabou? O que é preciso mudar para que se consiga a conquista do Hexa? Há como montar uma Seleção que garanta a conquista da próxima Copa do Mundo? Que motivo misterioso teria Zuniga para atingir Neymar com tanta violência aos 47 minutos do segundo tempo, dentro da área do Brasil, onde Neymar não representava qualquer ameaça potencial para a Colômbia, estando o Brasil vencendo por 2 a 1? A poucos minutos de ser eliminada da Copa, a Colômbia não se beneficiaria com o afastamento de Neymar por consequência de uma lesão. Então o que estaria “por trás” daquele ataque truculento de Zuniga? Quem se beneficiaria com a saída de Neymar da Copa, antes das semifinais? Por que o árbitro argelino Djamel Haimoudi errou tantas vezes contra o Brasil, e não cometeu nenhum erro contra a Holanda na disputa pelo terceiro lugar, que os holandeses conquistaram com a vitória de 3 a zero? Teria o desequilíbrio emocional dos brasileiros, após eliminar o Chile na disputa de pênaltis, desencadeado uma sequência de articulações secretas que culminaram no massacre de 7 a 1 que humilhou o Brasil? Estas são questões que são analisadas no livro, em busca de respostas e de compreensão para o que pode ter acontecido nos bastidores da Copa de 2014.
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Publisher
Chiado Editora
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Published on
Nov 1, 2014
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Pages
102
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ISBN
9789895122943
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Language
Portuguese
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Genres
Literary Collections / Essays
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Obra vencedora do prêmio Jabuti de Melhor Livro do Ano de Não Ficção em 2010. A psicanalista e escritora Maria Rita Kehl parte da suposição de que a depressão é um sintoma social contemporâneo para desenvolver os três ensaios que compõem o livro: O tempo e o cão, a atualidade das depressões. Escrito a partir de experiências e reflexões sobre o contato com pacientes depressivos, o livro aborda um tema que, apesar de muito comentado, é pouco compreendido e menos ainda aceito atualmente. Para abordá-lo, Maria Rita faz um apanhado do lugar simbólico ocupado melancolia, desde a Antigüidade clássica até meados do século XX, quando Freud trouxe esse significante do campo das representações estéticas para o da clínica psicanalítica. Para ela: "Freud privatizou o conceito de melancolia; seu antigo lugar de sintoma social retornou sob o nome de depressão." O livro toca também na relação subjetiva dos depressivos com o tempo, chamado pela autora de temporalidade. Para a construção deste pensamento, são utilizados conceitos dos filósofos Henry Bergson e Walter Benjamin, ambos dedicados à reflexão sobre essa questão. A clínica das depressões do ponto de vista da psicanálise está presente no terceiro ensaio, a começar pelo estabelecimento das distinções fundamentais entre a depressão e a melancolia. Aqui, a autora busca estabelecer as diferenças entre a posição subjetiva dos depressivos e as circunstâncias que determinam episódios pontuais de depressão nos obsessivos e nos histéricos. Reconhecida pela longa e compromissada trajetória profissional, Maria Rita Kehl lança seu segundo livro pela Boitempo Editorial. Acessível e profundo, O tempo e o cão desperta o interesse não somente daqueles que têm relação direta com a psicanálise, mas também de quem deseja compreender a fundo a ação dos mecanismos sociais sobre a subjetividade humana.
"A segunda-feira pode ser uma provação ou um desafio. Para os leitores de Eliane Brum, jamais será um tédio. Logo pela manhã, eles encontram um olhar surpreendente sobre o Brasil, sobre o mundo, sobre a vida – a de dentro e a de fora. Eliane pode escrever sobre a Amazônia profunda, como alguém que cobre a floresta desde os anos 90; ou pode provocar pais e filhos, com uma observação aguda das relações familiares marcadas pelo consumo; ou pode apalpar as formas de um Brasil cada vez mais evangélico; ou pode refletir sobre a ditadura da felicidade, que tanta infelicidade nos causa. Ela pode contar de Aaron Swartz, o gênio da internet que não queria ser milionário; de Eike Batista, um "superpai" muito diferente do pai do Thor da ficção; de como Lula esqueceu-se de que é perigoso gostar tanto assim de adulação. Ou pode alinhavar delicadezas ao testemunhar o momento exato em que uma criança descobre que até as meninas quebram. Parece até que não é uma Eliane só, mas muitas. O que não muda são a profundidade e a seriedade com que ela trata cada tema. O que não é surpresa é seu enorme talento para enxergar muito além do óbvio. Nas segundas-feiras de Eliane Brum, a vida pode ser tudo, menos rasa. Menos lugar-comum. Essa combinação rara transformou sua coluna de opinião no site da revista Época em um fenômeno de audiência. Este livro reúne seus melhores textos e dá ao leitor uma fotografia do nosso tempo, visto pelo olhar de uma repórter que observa as ruas do mundo disposta a ver. E que escreve para desacomodar o olhar de quem a lê."
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