A ditadura escancarada

Editora Intrinseca
28
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A obra de Elio Gaspari ganha versão digital com apresentação de documentos

COLEÇÃO DITADURA


Elio Gaspari

Durante os últimos trinta anos, o jornalista Elio Gaspari reuniu documentos até então inéditos e fez uma exaustiva pesquisa sobre o governo militar no Brasil. O resultado desse meticuloso trabalho gerou um conjunto de quatro volumes que compõem a obra mais importante sobre a história recente do país, e que acaba de ganhar uma edição revista e ampliada, enriquecida com novas fotos e projeto gráfico.

A obra está dividida em dois conjuntos: As ilusões armadas e O sacerdote e o feiticeiro. Publicada original­mente em 2002, As ilusões armadas reúne os livros A ditadura envergonhada e A ditadura escancarada, e rece­beu o prêmio de Ensaio, Crítica e História Literária de 2003, concedido pela Academia Brasileira de Letras. Nos primeiros anos após o golpe de 1964, o governo militar ainda relutava em se assumir como uma ditadura, daí o título A ditadura envergonhada. Mas com a edição do AI-5, no final de 1968, que suspendeu direitos constitu­cionais, ela se revela. Em A ditadura escancarada, são reconstituídos os momentos mais tenebrosos do regime, como a prática da tortura contra os opositores do regime e a violência empregada contra os guerrilheiros do Araguaia, um dos últimos núcleos de resistência política.

Os personagens centrais de O sacerdote e o feiticeiro são respectivamente os generais Ernesto Geisel e Gol­bery do Couto e Silva. A ditadura derrotada detalha os antecedentes desses dois importantes personagens, con­centrando-se na articulação que os levou ao poder e também na vitória do partido de oposição nas eleições de 1974. A ditadura encurralada, quarto volume, culmina com a exoneração do general Sylvio Frota do cargo de ministro do Exército. Naquele momento, o presidente Ernesto Geisel punha um ponto final na anarquia militar que tomava conta do país. Desse relato fazem parte episódios como o assassinato do jornalista paulista Vladimir Herzog em outubro de 1975, nas dependências de uma unidade do Exército, fato que contribuiu para azedar a relação entre a Presidência e setores das Forças Armadas.

O quinto livro da série, a ser publicado futuramente, abordará o final da gestão do general Geisel, o governo do presidente João Baptista Figueiredo, em que se sobressaem o atentado do Riocentro, a bancarrota de 1982 e a campanha por eleições diretas.

Pela primeira vez em formato eletrônico, a principal obra sobre a história recente do país é reeditada com material inédito.

Atualizações realizadas a partir de atas do Conselho de Segurança Nacional divulgadas em 2008 pelo Arquivo Nacional.

Mais de 100 fotos novas foram acrescidas ao material original

Documentos do arquivo pessoal do autor, áudios e vídeos estão disponíveis em www.arquivosdaditadura.com.br.

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About the author

Elio Gaspari é jornalista, foi auxiliar do colunista social Ibrahim Sued e passou por veículos de comunicação como o Diário de São Paulo, revista Veja e Jornal do Brasil. Entre 2002 e 2004 lançou quatro livros sobre a ditadura brasileira. Dividida em duas partes, As ilusões armadas e O Sacerdote e o Feiticeiro, a série foi escrita a partir de entrevistas com dezenas de personagens da época e de pesquisas em documentos inéditos. Atualmente, trabalha como colunista da Folha de S. Paulo e O Globo, e seus artigos são distribuídos para diversos jornais do país. No momento, o autor prepara o quinto e último volume de sua obra sobre o regime militar.
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Additional Information

Publisher
Editora Intrinseca
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Published on
Feb 19, 2014
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Pages
560
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ISBN
9788580574098
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Language
Portuguese (Portugal)
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Genres
History / Latin America / South America
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Content Protection
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Elio Gaspari
A obra de Elio Gaspari ganha versão digital com apresentação de documentos

COLEÇÃO DITADURA


Elio Gaspari

Durante os últimos trinta anos, o jornalista Elio Gaspari reuniu documentos até então inéditos e fez uma exaustiva pesquisa sobre o governo militar no Brasil. O resultado desse meticuloso trabalho gerou um conjunto de quatro volumes que compõem a obra mais importante sobre a história recente do país, e que acaba de ganhar uma edição revista e ampliada, enriquecida com novas fotos e projeto gráfico.

A obra está dividida em dois conjuntos: As ilusões armadas e O sacerdote e o feiticeiro. Publicada original­mente em 2002, As ilusões armadas reúne os livros A ditadura envergonhada e A ditadura escancarada, e rece­beu o prêmio de Ensaio, Crítica e História Literária de 2003, concedido pela Academia Brasileira de Letras. Nos primeiros anos após o golpe de 1964, o governo militar ainda relutava em se assumir como uma ditadura, daí o título A ditadura envergonhada. Mas com a edição do AI-5, no final de 1968, que suspendeu direitos constitu­cionais, ela se revela. Em A ditadura escancarada, são reconstituídos os momentos mais tenebrosos do regime, como a prática da tortura contra os opositores do regime e a violência empregada contra os guerrilheiros do Araguaia, um dos últimos núcleos de resistência política.

Os personagens centrais de O sacerdote e o feiticeiro são respectivamente os generais Ernesto Geisel e Gol­bery do Couto e Silva. A ditadura derrotada detalha os antecedentes desses dois importantes personagens, con­centrando-se na articulação que os levou ao poder e também na vitória do partido de oposição nas eleições de 1974. A ditadura encurralada, quarto volume, culmina com a exoneração do general Sylvio Frota do cargo de ministro do Exército. Naquele momento, o presidente Ernesto Geisel punha um ponto final na anarquia militar que tomava conta do país. Desse relato fazem parte episódios como o assassinato do jornalista paulista Vladimir Herzog em outubro de 1975, nas dependências de uma unidade do Exército, fato que contribuiu para azedar a relação entre a Presidência e setores das Forças Armadas.

O quinto livro da série, a ser publicado futuramente, abordará o final da gestão do general Geisel, o governo do presidente João Baptista Figueiredo, em que se sobressaem o atentado do Riocentro, a bancarrota de 1982 e a campanha por eleições diretas.

• Pela primeira vez em formato eletrônico, a principal obra sobre a história recente do país é reeditada com material inédito.

• Atualizações realizadas a partir de atas do Conselho de Segurança Nacional divulgadas em 2008 pelo Arquivo Nacional.

• Mais de 100 fotos novas foram acrescidas ao material original

•Documentos do arquivo pessoal do autor, áudios e vídeos estão disponíveis em www.arquivosdaditadura.com.br.

Beatriz Kushnir
A investigação, cuidadosa e inovadora, reconstrói em grande parte o universo dos próprios censores, por meio de extensas entrevistas tanto com esses, como com vários jornalistas. Traz à tona, portanto, a fala desse grupo conhecido pelo uso do lápis vermelho e da tesoura e sua face pouco vislumbrada. Doutora em História Social, Beatriz Kushnir lança, nos 40 anos do golpe de 1964, livro nascido de intensa pesquisa sobre um dos aspectos fundamentais do regime militar: sua relação com os órgãos de imprensa, da censura à colaboração. "O objetivo é iluminar um território sombrio e desconfortável: a existência de jornalistas que foram censores federais e que também foram policiais enquanto exerciam a função de jornalistas nas redações", explica Beatriz na introdução do livro. A pesquisadora explora a formação, as bases jurídicas e as diretrizes que orientavam o trabalho da censura, baseando-se em extensa pesquisa documental, além de entrevistas, inclusive com onze censores - aspecto inédito - cujo trabalho era "filtrar", na imprensa e nas artes, o que incomodasse o regime não só no campo político, como também na cultura e até no campo da moral. Outro foco do trabalho é a cumplicidade da imprensa, especialmente da Folha da Tarde - veículo onde trabalhavam vários militantes de esquerda até a época em que o jornal ficou conhecido como Diário Oficial da Oban (Operação Bandeirantes) - com o regime militar e seu aparelho repressivo: os diretores do jornal eram ao mesmo tempo funcionários da polícia, reconhecidamente. Eles mesmos confirmam em entrevistas. O livro toca num tema delicado, e indiretamente critica historiadores de renome que fazem a história da imprensa "esquecendo" o caso da FT. Cães de guarda explora os limites entre a censura, a auto-censura dos jornalistas e a complicada convivência entre governo e imprensa durante a ditadura militar.
Elio Gaspari
 

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Elio Gaspari

Durante os últimos trinta anos, o jornalista Elio Gaspari reuniu documentos até então inéditos e fez uma exaustiva pesquisa sobre o governo militar no Brasil. O resultado desse meticuloso trabalho gerou um conjunto de quatro volumes que compõem a obra mais importante sobre a história recente do país, e que acaba de ganhar uma edição revista e ampliada, enriquecida com novas fotos e projeto gráfico.

A obra está dividida em dois conjuntos: As ilusões armadas e O sacerdote e o feiticeiro. Publicada original­mente em 2002, As ilusões armadas reúne os livros A ditadura envergonhada e A ditadura escancarada, e rece­beu o prêmio de Ensaio, Crítica e História Literária de 2003, concedido pela Academia Brasileira de Letras. Nos primeiros anos após o golpe de 1964, o governo militar ainda relutava em se assumir como uma ditadura, daí o título A ditadura envergonhada. Mas com a edição do AI-5, no final de 1968, que suspendeu direitos constitu­cionais, ela se revela. Em A ditadura escancarada, são reconstituídos os momentos mais tenebrosos do regime, como a prática da tortura contra os opositores do regime e a violência empregada contra os guerrilheiros do Araguaia, um dos últimos núcleos de resistência política.

Os personagens centrais de O sacerdote e o feiticeiro são respectivamente os generais Ernesto Geisel e Gol­bery do Couto e Silva. A ditadura derrotada detalha os antecedentes desses dois importantes personagens, con­centrando-se na articulação que os levou ao poder e também na vitória do partido de oposição nas eleições de 1974. A ditadura encurralada, quarto volume, culmina com a exoneração do general Sylvio Frota do cargo de ministro do Exército. Naquele momento, o presidente Ernesto Geisel punha um ponto final na anarquia militar que tomava conta do país. Desse relato fazem parte episódios como o assassinato do jornalista paulista Vladimir Herzog em outubro de 1975, nas dependências de uma unidade do Exército, fato que contribuiu para azedar a relação entre a Presidência e setores das Forças Armadas.

O quinto livro da série, a ser publicado futuramente, abordará o final da gestão do general Geisel, o governo do presidente João Baptista Figueiredo, em que se sobressaem o atentado do Riocentro, a bancarrota de 1982 e a campanha por eleições diretas.

• Pela primeira vez em formato eletrônico, a principal obra sobre a história recente do país é reeditada com material inédito.

• Atualizações realizadas a partir de atas do Conselho de Segurança Nacional divulgadas em 2008 pelo Arquivo Nacional.

• Mais de 100 fotos novas foram acrescidas ao material original

•Documentos do arquivo pessoal do autor, áudios e vídeos estão disponíveis em www.arquivosdaditadura.com.br.

Marcos Costa
Dos bastidores do descobrimento à crise de 2015 em 200 páginas! Ilustrado e didático, um livro essencial para todos que procuram um ponto de partida para se aprofundar na história do Brasil. Diz o poeta alemão Bertold Brecht: "De nada vale partir das coisas boas de sempre, mas sim das coisas novas e ruins. " Seguindo tais conselhos, A História do Brasil para Quem Tem Pressa faz uma digressão sobre a história do país para tentar compreender o tempo presente e responder a algumas perguntas essenciais: • Por que, do ponto de vista político, o Brasil ainda é um país muito frágil? • Por que a nossa imensa riqueza natural não se reverte em um estado de bem-estar social universal? • O que estava por trás da viagem que trouxe Cabral ao Brasil? • Por que o território foi dividido em Capitanias Hereditárias? • Por que fomos a última nação do mundo ocidental a abolir de forma oficial o trabalho escravo? Além de responder a essas perguntas, Marcos Costa trata também de outros temas essenciais da nossa história: os verdadeiros milagres brasileiros -- a cana-de-açúcar, o café e o ouro; a abdicação de D. Pedro I; a Guerra do Paraguai; o papel de D. Pedro II e da Princesa Isabel no cenário da futura República; a República do Café com Leite; a Inconfidência Mineira; a Revolução de 1930; o Estado Novo; a morte de Getúlio; a ascensão de JK; Jango e o golpe militar de 1964; o milagre econômico; o movimento das Diretas Já; FHC e o Plano Real; Lula e o PT no poder.
Elio Gaspari
  FUNCIONAMENTO DE ÁUDIOS E VÍDEOS APENAS EM TABLETS

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Elio Gaspari

Durante os últimos trinta anos, o jornalista Elio Gaspari reuniu documentos até então inéditos e fez uma exaustiva pesquisa sobre o governo militar no Brasil. O resultado desse meticuloso trabalho gerou um conjunto de quatro volumes que compõem a obra mais importante sobre a história recente do país, e que acaba de ganhar uma edição revista e ampliada, enriquecida com novas fotos e projeto gráfico.

A obra está dividida em dois conjuntos: As ilusões armadas e O sacerdote e o feiticeiro. Publicada original¬mente em 2002, As ilusões armadas reúne os livros A ditadura envergonhada e A ditadura escancarada, e rece¬beu o prêmio de Ensaio, Crítica e História Literária de 2003, concedido pela Academia Brasileira de Letras. Nos primeiros anos após o golpe de 1964, o governo militar ainda relutava em se assumir como uma ditadura, daí o título A ditadura envergonhada. Mas com a edição do AI-5, no final de 1968, que suspendeu direitos constitu¬cionais, ela se revela. Em A ditadura escancarada, são reconstituídos os momentos mais tenebrosos do regime, como a prática da tortura contra os opositores do regime e a violência empregada contra os guerrilheiros do Araguaia, um dos últimos núcleos de resistência política.

Os personagens centrais de O sacerdote e o feiticeiro são respectivamente os generais Ernesto Geisel e Golbery do Couto e Silva. A ditadura derrotada detalha os antecedentes desses dois importantes personagens, concentrando-se na articulação que os levou ao poder e também na vitória do partido de oposição nas eleições de 1974. A ditadura encurralada, quarto volume, culmina com a exoneração do general Sylvio Frota do cargo de ministro do Exército. Naquele momento, o presidente Ernesto Geisel punha um ponto final na anarquia militar que tomava conta do país. Desse relato fazem parte episódios como o assassinato do jornalista paulista Vladimir Herzog em outubro de 1975, nas dependências de uma unidade do Exército, fato que contribuiu para azedar a relação entre a Presidência e setores das Forças Armadas.

O quinto livro da série, a ser publicado futuramente, abordará o final da gestão do general Geisel, o governo do presidente João Baptista Figueiredo, em que se sobressaem o atentado do Riocentro, a bancarrota de 1982 e a campanha por eleições diretas.

• Pela primeira vez em formato eletrônico, a principal obra sobre a história recente do país é reeditada com material inédito.

• Inclui trechos da gravação de uma reunião na Casa Branca em que o presidente dos Estados Unidos contempla a possibilidade de uma ação militar, caso surgisse um governo esquerdista no país.

• Atualizações realizadas a partir de atas do Conselho de Segurança Nacional divulgadas em 2008 pelo Arquivo Nacional.

• Mais de 100 fotos novas foram acrescidas ao material original.

•Documentos do arquivo pessoal do autor, áudios e vídeos estão disponíveis em www.arquivosdaditadura.com.br.

• Duas versões de e-book, incluindo edição enriquecida com áudios e vídeos.
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Durante os últimos trinta anos, o jornalista Elio Gaspari reuniu documentos até então inéditos e fez uma exaustiva pesquisa sobre o governo militar no Brasil. O resultado desse meticuloso trabalho gerou um conjunto de quatro volumes que compõem a obra mais importante sobre a história recente do país, e que acaba de ganhar uma edição revista e ampliada, enriquecida com novas fotos e projeto gráfico.

A obra está dividida em dois conjuntos: As ilusões armadas e O sacerdote e o feiticeiro. Publicada original¬mente em 2002, As ilusões armadas reúne os livros A ditadura envergonhada e A ditadura escancarada, e rece¬beu o prêmio de Ensaio, Crítica e História Literária de 2003, concedido pela Academia Brasileira de Letras. Nos primeiros anos após o golpe de 1964, o governo militar ainda relutava em se assumir como uma ditadura, daí o título A ditadura envergonhada. Mas com a edição do AI-5, no final de 1968, que suspendeu direitos constitu¬cionais, ela se revela. Em A ditadura escancarada, são reconstituídos os momentos mais tenebrosos do regime, como a prática da tortura contra os opositores do regime e a violência empregada contra os guerrilheiros do Araguaia, um dos últimos núcleos de resistência política.

Os personagens centrais de O sacerdote e o feiticeiro são respectivamente os generais Ernesto Geisel e Golbery do Couto e Silva. A ditadura derrotada detalha os antecedentes desses dois importantes personagens, concentrando-se na articulação que os levou ao poder e também na vitória do partido de oposição nas eleições de 1974. A ditadura encurralada, quarto volume, culmina com a exoneração do general Sylvio Frota do cargo de ministro do Exército. Naquele momento, o presidente Ernesto Geisel punha um ponto final na anarquia militar que tomava conta do país. Desse relato fazem parte episódios como o assassinato do jornalista paulista Vladimir Herzog em outubro de 1975, nas dependências de uma unidade do Exército, fato que contribuiu para azedar a relação entre a Presidência e setores das Forças Armadas.

O quinto livro da série, a ser publicado futuramente, abordará o final da gestão do general Geisel, o governo do presidente João Baptista Figueiredo, em que se sobressaem o atentado do Riocentro, a bancarrota de 1982 e a campanha por eleições diretas.

• Pela primeira vez em formato eletrônico, a principal obra sobre a história recente do país é reeditada com material inédito.

• Inclui trechos da gravação de uma reunião na Casa Branca em que o presidente dos Estados Unidos contempla a possibilidade de uma ação militar, caso surgisse um governo esquerdista no país.

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Durante os últimos trinta anos, o jornalista Elio Gaspari reuniu documentos até então inéditos e fez uma exaustiva pesquisa sobre o governo militar no Brasil. O resultado desse meticuloso trabalho gerou um conjunto de quatro volumes que compõem a obra mais importante sobre a história recente do país, e que acaba de ganhar uma edição revista e ampliada, enriquecida com novas fotos e projeto gráfico.

A obra está dividida em dois conjuntos: As ilusões armadas e O sacerdote e o feiticeiro. Publicada original¬mente em 2002, As ilusões armadas reúne os livros A ditadura envergonhada e A ditadura escancarada, e rece¬beu o prêmio de Ensaio, Crítica e História Literária de 2003, concedido pela Academia Brasileira de Letras. Nos primeiros anos após o golpe de 1964, o governo militar ainda relutava em se assumir como uma ditadura, daí o título A ditadura envergonhada. Mas com a edição do AI-5, no final de 1968, que suspendeu direitos constitu¬cionais, ela se revela. Em A ditadura escancarada, são reconstituídos os momentos mais tenebrosos do regime, como a prática da tortura contra os opositores do regime e a violência empregada contra os guerrilheiros do Araguaia, um dos últimos núcleos de resistência política.

Os personagens centrais de O sacerdote e o feiticeiro são respectivamente os generais Ernesto Geisel e Golbery do Couto e Silva. A ditadura derrotada detalha os antecedentes desses dois importantes personagens, concentrando-se na articulação que os levou ao poder e também na vitória do partido de oposição nas eleições de 1974. A ditadura encurralada, quarto volume, culmina com a exoneração do general Sylvio Frota do cargo de ministro do Exército. Naquele momento, o presidente Ernesto Geisel punha um ponto final na anarquia militar que tomava conta do país. Desse relato fazem parte episódios como o assassinato do jornalista paulista Vladimir Herzog em outubro de 1975, nas dependências de uma unidade do Exército, fato que contribuiu para azedar a relação entre a Presidência e setores das Forças Armadas.

O quinto livro da série, a ser publicado futuramente, abordará o final da gestão do general Geisel, o governo do presidente João Baptista Figueiredo, em que se sobressaem o atentado do Riocentro, a bancarrota de 1982 e a campanha por eleições diretas.

• Pela primeira vez em formato eletrônico, a principal obra sobre a história recente do país é reeditada com material inédito.

• Inclui trechos da gravação de uma reunião na Casa Branca em que o presidente dos Estados Unidos contempla a possibilidade de uma ação militar, caso surgisse um governo esquerdista no país.

• Atualizações realizadas a partir de atas do Conselho de Segurança Nacional divulgadas em 2008 pelo Arquivo Nacional.

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A obra está dividida em dois conjuntos: As ilusões armadas e O sacerdote e o feiticeiro. Publicada original¬mente em 2002, As ilusões armadas reúne os livros A ditadura envergonhada e A ditadura escancarada, e rece¬beu o prêmio de Ensaio, Crítica e História Literária de 2003, concedido pela Academia Brasileira de Letras. Nos primeiros anos após o golpe de 1964, o governo militar ainda relutava em se assumir como uma ditadura, daí o título A ditadura envergonhada. Mas com a edição do AI-5, no final de 1968, que suspendeu direitos constitu¬cionais, ela se revela. Em A ditadura escancarada, são reconstituídos os momentos mais tenebrosos do regime, como a prática da tortura contra os opositores do regime e a violência empregada contra os guerrilheiros do Araguaia, um dos últimos núcleos de resistência política.

Os personagens centrais de O sacerdote e o feiticeiro são respectivamente os generais Ernesto Geisel e Golbery do Couto e Silva. A ditadura derrotada detalha os antecedentes desses dois importantes personagens, concentrando-se na articulação que os levou ao poder e também na vitória do partido de oposição nas eleições de 1974. A ditadura encurralada, quarto volume, culmina com a exoneração do general Sylvio Frota do cargo de ministro do Exército. Naquele momento, o presidente Ernesto Geisel punha um ponto final na anarquia militar que tomava conta do país. Desse relato fazem parte episódios como o assassinato do jornalista paulista Vladimir Herzog em outubro de 1975, nas dependências de uma unidade do Exército, fato que contribuiu para azedar a relação entre a Presidência e setores das Forças Armadas.

O quinto livro da série, a ser publicado futuramente, abordará o final da gestão do general Geisel, o governo do presidente João Baptista Figueiredo, em que se sobressaem o atentado do Riocentro, a bancarrota de 1982 e a campanha por eleições diretas.

• Pela primeira vez em formato eletrônico, a principal obra sobre a história recente do país é reeditada com material inédito.

• Inclui trechos da gravação de uma reunião na Casa Branca em que o presidente dos Estados Unidos contempla a possibilidade de uma ação militar, caso surgisse um governo esquerdista no país.

• Atualizações realizadas a partir de atas do Conselho de Segurança Nacional divulgadas em 2008 pelo Arquivo Nacional.

• Mais de 100 fotos novas foram acrescidas ao material original.

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A mais aclamada obra sobre o regime militar no Brasil chega à conclusão com o livro A ditadura acabada. No quinto volume da Coleção Ditadura, o jornalista Elio Gaspari examina com riqueza de detalhes o período de 1978 a 1985, desde o final do governo do presidente Ernesto Geisel e a posse de seu sucessor, o general João Baptista Figueiredo, até a eleição de Tancredo Neves pelo Colégio Eleitoral. São os anos da abertura política, momento decisivo na história de nosso país e repleto de acontecimentos, como o fim do AI-5, as manifestações políticas pela anistia e pela volta das eleições diretas para a presidência, os atentados promovidos por aqueles que se opunham à redemocratização, como o episódio da bomba no Riocentro em 1981, e uma crise econômica sem precedentes.

Com uma narrativa fluida e pesquisa profunda, Elio Gaspari compõe um painel fascinante de um país em plena ebulição, em que muitos dos protagonistas se mantêm como parte do noticiário atual. No epílogo, denominado “500 vidas”, o autor acompanha o destino de quinhentos personagens que sobreviveram ao fim da ditadura, entre militares e militantes, empresários e sindicalistas, torturados e torturadores. Alguns desses sobreviventes chegaram à presidência da República, como a presa política Dilma Rousseff, o metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva e o professor Fernando Henrique Cardoso. É uma conclusão impactante para uma obra fundamental sobre a história recente do Brasil.

A ditadura acabada estará disponível em duas versões de e-book, uma delas com áudios e vídeos acrescentados pelo autor, ambas contendo mais de trinta documentos históricos.

A Coleção Ditadura, com seus cinco volumes, poderá ser encontrada também em um luxuoso box em versão impressa e digital.

“Obra-prima do jornalismo de reconstituição. Não há nada que se compare em termos de quantidade e qualidade de informação.” Zuenir Ventura

“É como ouvir uma conversa proibida.”Heloisa Buarque de Hollanda
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