Crônicas de Atlântida: Netuno e o Mundo dos Espelhos

Leya
5
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A amizade. A magia. O mistério. Os espelhos. Você já teve a sensação de estar sendo o tempo todo observado? Quando o filho de Netuno e seus companheiros desembarcaram naquela ilha inóspita um estranho sentimento de perda tomou conta de suas almas. Sabiam que quando retornassem para Atlântida nunca mais seriam os mesmos, era uma jornada sem volta. Junte- se a essa história inesquecível de uma aventura de tirar o fôlego, contada de um jeito que você não conseguirá parar de ler. Crônicas de Atlântida Vol. 2, a magia está de volta. Depois desse livro você jamais se verá no espelho como antes.
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Reviews

4.2
5 total
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Additional Information

Publisher
Leya
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Published on
Nov 12, 2013
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Pages
92
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ISBN
9788591607730
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Language
Portuguese (Portugal)
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Genres
Fiction / Literary
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Cesar Silva
Florações de cianobactérias produtoras de saxitoxinas (STXs), como a Cylindrospermopsis raciborskii, tem se tornado um grave problema ambiental no Brasil, pois a espécie já é dominante em alguns reservatórios de abastecimento público. As STXs são neurotoxinas que atuam bloqueando os canais de sódio (Na+) dos neurônios, o que pode levar à morte por parada respiratória. Entretanto, a bioacumulação deste tipo de substância na cadeia trófica e seus efeitos ecotoxicológicos, principalmente na água doce, ainda não estão totalmente esclarecidos. Neste trabalho objetivou-se elucidar os efeitos tóxicos e a bioacumulação de STXs no peixe dulcícola Hoplias malabaricus através de bioensaio com exposição trófica (0,08 µg/100 g de equivalentes de STX – STXeq obtido através da lise celular de C. raciborskii) utilizando exemplares de Astyanax sp. como veículo por 20 dias, com alimentação a cada 5 dias. Os cérebros dos animais foram avaliados através dos biomarcadores de contaminação ambiental: atividade específica da acetilcolinesterase (AChE), superóxido dismutase (SOD), catalase (CAT), glutationa S-transferase (GST) e glutationa peroxidase (GPx). A concentração da glutationa (GSH), lipoperoxidação (LPO), carbonilação de proteína (PCO) e danos genotóxicos (ensaio cometa) também foram analisados. O músculo foi coletado para análise química de STXs. Estabeleceu-se ainda um protocolo de cultivo primário de neurônios de H. malabaricus para possibilitar a avaliação das neurotoxinas diretamente na célula alvo. Em seguida, as células cultivadas foram expostas em meio de cultivo contendo extrato de STXs a 3 µg/L (valor tolerável no Brasil de equivalentes de STXeq na água de abastecimento público) e 0,3 µg/L por 24h. O bioensaio in vivo sugeriu a geração de espécies reativas de oxigênio, com aumento da atividade específica da SOD e das concentrações de LPO e PCO, enquanto as atividades específicas da CAT, GST e GPx diminuíram, o que pode ter levado ao estresse oxidativo e aos danos genotóxicos obtidos pelo ensaio cometa. Entretanto, não foi observada presença de STXs nos músculos analisados. Depois de os neurônios serem expostos às STXs, o que correspondeu a aproximadamente 87% das células isoladas no ensaio in vitro, observou-se citotoxicidade através do ensaio de sal de tetrazólio (MTT), aumento da atividade específica da GPx, dos níveis de LPO e genotoxicidade. No entanto, não foi observado apoptose nos grupos testados. Os resultados obtidos sugerem que as STXs liberadas no meio aquático pode comprometer a qualidade ambiental do ecossistema, enquanto o bioensaio pode servir de ferramenta para gestão de recursos hídricos uma vez que, embora os efeitos da STX devido ao bloqueio do canal de Na+ sejam reportados como reversíveis, o tempo de exposição e a concentração das STXs sugerem injúrias celulares, o que pode causar neuropatologias. Além disso, o estabelecimento do protocolo de cultivo primário de neurônios de peixes possibilita novas aplicações em ecotoxicologia na avaliação de substâncias neurotóxicas em células alvo, o que pode levar a um melhor gerenciamento dos recursos hídricos visando à proteção da saúde pública e dos ecossistemas aquáticos.
Cesar Silva
O livro O Caminho do Nirvana propõe um curso completo de esoterismo gnóstico em sete aulas. Na primeira delas, aborda-se o karma, seus conceitos e aplicações, ensina também como lembrar das vidas passadas e a desenvolver a memória. Na aula dois, a abordagem é sobre o desdobramento astral e a meditação, ensinando técnicas e elucidando conceitos. O ego é alvo da aula três, nela o estudante aprende a conhecer a si mesmo, a identificar seus eus, ou egos, e a eliminá-los através da polêmica técnica da morte do ego acelerada, utilizando o Cristo, a Mãe Divina e o Deus Interno. O sexo sem ejaculação é o assunto principal da aula quatro, o tantrismo gnóstico é discutido exaustivamente, informações esotéricas à respeito do casamento, da magia sexual, do kundalini, do desdobramento mental, da morte do ego durante o coito sexual, a criação dos corpos solares do astral, mental e causal, a fabricação da alma, os chakras e o contato com as partes íntimas do Ser são abordados. Já na aula cinco, o estudante aprende a negociar seus karmas com a Lei Divina; são estudados algumas virtudes e defeitos, com ênfase ao adultério. É ensinado nesta aula a respeito da prática da cruz. As defesas psíquicas são ensinadas na aula seis através das conjurações. São abordadas diversas técnicas, mantra, trabalhos com a magia elemental, uso do pentagrama esotérico e da estrela flamígera, e a se proteger com o uso do círculo mágico. O nirvana, tema do livro, é o assunto principal da aula sete, nela os estudantes aprendem sobre as diversas provas que são aplicadas ao neófito quando no Caminho. Também nesta última, é explicada sobre as três montanhas, a ressurreição do Cristo e a união das três forças primárias: O Pai, O Filho e o Espírito Santo, objetivo da auto-realização íntima do Ser. Embora, os conceitos estudados sejam os gnósticos, no livro existe um paralelo entre as diversas religiões de cunho esotérico do mundo. O livro todo é focado na morte do ego e no sexo sem ejaculação, como forma de despertar o kundalini e a Consciência.
Cesar Silva
O crescimento demográfico aliado à falta de uma conduta séria e ambientalmente correta no descarte dos resíduos sólidos tem colocado a saúde do trabalhador e dos ecossistemas em risco. Instituições de ensino geram diversos tipos de resíduos e, dependendo de seus cursos, muitos destes podem ser classificados como Classe I – perigosos por apresentar toxicidade, periculosidade e patogenicidade, como é o caso dos Resíduos de Serviço de Saúde – RSS. Este trabalho teve como objetivo diagnosticar a situação dos resíduos gerados em uma instituição superior de ensino devido aos cursos de Odontologia, Farmácia e Nutrição, bem como o acondicionamento e descarte dos mesmos. Verificou-se que não existe uma eficiência na coleta seletiva no campus, embora em alguns setores existam recipientes coloridos de acordo com a tipologia de resíduos. A maioria dos resíduos é acondicionada de forma inadequada nos laboratórios, inclusive os resíduos químicos, onde em alguns casos, são despejados diretamente da pia dos laboratórios, comprometendo o tratamento do esgoto que é realizado pela companhia de saneamento. Os resíduos perfurocortantes são acondicionados em recipientes inapropriados, e os locais de armazenamento de resíduos não estão adequadamente dimensionados, sobrecarregando-os com pilhas de lixo contaminado. No local existe incidência de animais domésticos abandonados, como os cães, e também de animais silvestres devido à presença de mata nativa próxima ao local, acarretando riscos de proliferação de vetores. Os resíduos segregados, os recicláveis, ficam amontoados no pátio de circulação de alunos e funcionários, e empilhados um sobre os outros em montanhas de lixo, sem qualquer placa de identificação. Não existe um programa efetivo de educação ambiental de separação e acondicionamento de lixo na universidade e também qualquer treinamento dos funcionários terceirizados responsáveis pela coleta e transporte dos resíduos no campus, bem como dos funcionários efetivos da universidade geradores dos mesmos. Sugere-se, com urgência, a elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Serviço de Saúde e um programa permanente de educação ambiental junto a comunidade acadêmica, visando a proteção da saúde dos trabalhadores, dos estudantes, dos usuários e do meio ambiente como um todo.
Cesar Silva
O livro O Caminho do Nirvana propõe um curso completo de esoterismo gnóstico em sete aulas. Na primeira delas, aborda-se o karma, seus conceitos e aplicações, ensina também como lembrar das vidas passadas e a desenvolver a memória. Na aula dois, a abordagem é sobre o desdobramento astral e a meditação, ensinando técnicas e elucidando conceitos. O ego é alvo da aula três, nela o estudante aprende a conhecer a si mesmo, a identificar seus eus, ou egos, e a eliminá-los através da polêmica técnica da morte do ego acelerada, utilizando o Cristo, a Mãe Divina e o Deus Interno. O sexo sem ejaculação é o assunto principal da aula quatro, o tantrismo gnóstico é discutido exaustivamente, informações esotéricas à respeito do casamento, da magia sexual, do kundalini, do desdobramento mental, da morte do ego durante o coito sexual, a criação dos corpos solares do astral, mental e causal, a fabricação da alma, os chakras e o contato com as partes íntimas do Ser são abordados. Já na aula cinco, o estudante aprende a negociar seus karmas com a Lei Divina; são estudados algumas virtudes e defeitos, com ênfase ao adultério. É ensinado nesta aula a respeito da prática da cruz. As defesas psíquicas são ensinadas na aula seis através das conjurações. São abordadas diversas técnicas, mantra, trabalhos com a magia elemental, uso do pentagrama esotérico e da estrela flamígera, e a se proteger com o uso do círculo mágico. O nirvana, tema do livro, é o assunto principal da aula sete, nela os estudantes aprendem sobre as diversas provas que são aplicadas ao neófito quando no Caminho. Também nesta última, é explicada sobre as três montanhas, a ressurreição do Cristo e a união das três forças primárias: O Pai, O Filho e o Espírito Santo, objetivo da auto-realização íntima do Ser. Embora, os conceitos estudados sejam os gnósticos, no livro existe um paralelo entre as diversas religiões de cunho esotérico do mundo. O livro todo é focado na morte do ego e no sexo sem ejaculação, como forma de despertar o kundalini e a Consciência.
Cesar Silva
Os recursos hídricos podem constituir o destino final de diversos poluentes oriundos da atividade antrópica. Acidentes ambientais, como o derramamento de cerca de quatro milhões de litros de petróleo ocorrido em 2000 no Arroio Saldanha, Paraná, Brasil, agrava ainda mais a problemática ambiental. Biomarcadores vem sendo utilizados para avaliar os efeitos dos poluentes em organismos aquáticos. Este estudo avaliou a qualidade da água em três pontos: Arroio Saldanha, tributário do Rio Barigui, ponto zero do derramamento de petróleo, a montante e a jusante do local de derramamento de petróleo, situados no Rio Barigui, através de exposição de 96 horas de Astyanax sp., utilizando biomarcadores bioquímicos e morfológicos e análises químicas da água. A água foi coletada nos três pontos e levado ao laboratório para realização dos bioensaios. Os bioensaios foram realizados com um grupo controle (água reconstituída) e duas concentrações da água teste (100 e 50%) de cada ponto de coleta. Os biomarcadores bioquímicos analisados foram as atividades da acetilcolinesterase (AChE) no músculo, etoxiresorufina-O-deetilase (EROD), catalase (CAT), glutationa S-transferase (GST) e lipoperodoxidação (LPO) no fígado dos peixes. Análises histopatológicas foram realizadas nas brânquias e fígado. Nas análises químicas foram encontrados hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, metais e surfactantes nas águas analisadas. As atividades específicas da CAT e da GST aumentaram (P<0.05) nos peixes expostos às concentrações testadas do Arroio Saldanha, enquanto à jusante e à montante do ponto de derramamento de petróleo observou-se aumento somente das atividades específicas da CAT e LPO (P<0,0001), sugerindo estresse oxidativo nos peixes expostos a essas águas. A atividade da EROD não foi significativamente diferente do grupo controle (P>0,05). O aumento da LPO nos peixes expostos às águas à jusante e à montante do local de derramamento de petróleo, sugere que os peixes estão expostos a xenobióticos que formam radicais livres e que, provavelmente, o sistema de defesa antioxidante está deficiente, acarretando danos às membranas e a outros constituintes celulares. As análises histológicas nos peixes expostos às águas teste mostraram em todos os pontos e nas concentrações analisadas, alterações nas brânquias, tais como aneurismas, fusão lamelar e necrose, enquanto no fígado necrose, infiltração leucocitária e centros de melanomacrófagos. Os resultados encontrados sugerem que a área do derramamento de petróleo ainda não foi totalmente biorremediada, e que a sua montante e jusante sofrem de contaminação crônica, uma vez que existe atividade industrial adjacente.
Cesar Silva
Florações de cianobactérias produtoras de saxitoxinas (STXs), como a Cylindrospermopsis raciborskii, tem se tornado um grave problema ambiental no Brasil, pois a espécie já é dominante em alguns reservatórios de abastecimento público. As STXs são neurotoxinas que atuam bloqueando os canais de sódio (Na+) dos neurônios, o que pode levar à morte por parada respiratória. Entretanto, a bioacumulação deste tipo de substância na cadeia trófica e seus efeitos ecotoxicológicos, principalmente na água doce, ainda não estão totalmente esclarecidos. Neste trabalho objetivou-se elucidar os efeitos tóxicos e a bioacumulação de STXs no peixe dulcícola Hoplias malabaricus através de bioensaio com exposição trófica (0,08 µg/100 g de equivalentes de STX – STXeq obtido através da lise celular de C. raciborskii) utilizando exemplares de Astyanax sp. como veículo por 20 dias, com alimentação a cada 5 dias. Os cérebros dos animais foram avaliados através dos biomarcadores de contaminação ambiental: atividade específica da acetilcolinesterase (AChE), superóxido dismutase (SOD), catalase (CAT), glutationa S-transferase (GST) e glutationa peroxidase (GPx). A concentração da glutationa (GSH), lipoperoxidação (LPO), carbonilação de proteína (PCO) e danos genotóxicos (ensaio cometa) também foram analisados. O músculo foi coletado para análise química de STXs. Estabeleceu-se ainda um protocolo de cultivo primário de neurônios de H. malabaricus para possibilitar a avaliação das neurotoxinas diretamente na célula alvo. Em seguida, as células cultivadas foram expostas em meio de cultivo contendo extrato de STXs a 3 µg/L (valor tolerável no Brasil de equivalentes de STXeq na água de abastecimento público) e 0,3 µg/L por 24h. O bioensaio in vivo sugeriu a geração de espécies reativas de oxigênio, com aumento da atividade específica da SOD e das concentrações de LPO e PCO, enquanto as atividades específicas da CAT, GST e GPx diminuíram, o que pode ter levado ao estresse oxidativo e aos danos genotóxicos obtidos pelo ensaio cometa. Entretanto, não foi observada presença de STXs nos músculos analisados. Depois de os neurônios serem expostos às STXs, o que correspondeu a aproximadamente 87% das células isoladas no ensaio in vitro, observou-se citotoxicidade através do ensaio de sal de tetrazólio (MTT), aumento da atividade específica da GPx, dos níveis de LPO e genotoxicidade. No entanto, não foi observado apoptose nos grupos testados. Os resultados obtidos sugerem que as STXs liberadas no meio aquático pode comprometer a qualidade ambiental do ecossistema, enquanto o bioensaio pode servir de ferramenta para gestão de recursos hídricos uma vez que, embora os efeitos da STX devido ao bloqueio do canal de Na+ sejam reportados como reversíveis, o tempo de exposição e a concentração das STXs sugerem injúrias celulares, o que pode causar neuropatologias. Além disso, o estabelecimento do protocolo de cultivo primário de neurônios de peixes possibilita novas aplicações em ecotoxicologia na avaliação de substâncias neurotóxicas em células alvo, o que pode levar a um melhor gerenciamento dos recursos hídricos visando à proteção da saúde pública e dos ecossistemas aquáticos.
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